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Os Recrutas Juraram Soldado

Paulo Ferreira

São Tomé, 10 Set. (A Voz de São Tomé) - O Comandante Supremo das Forças Armadas e Chefe do Estado Santomense, Evaristo Carvalho, presidiu pela segunda vez a Cerimónia do Juramento de Bandeira de 335 recrutas alusivo ao «Dia das Forças Armadas» no campo do Quartel do Morro.

Nesta atividade anual consagrado, aos 43 anos da morte do soldado Paulo Ferreira, originado do falecimento do estivador Geovani e o cansaço e a fadiga foi o motivo mais do que suficiente para lhe condenar também a morte certa inesperada no Distrito de Lembá. Resultado da primeira revolução e corajosa no coração da cidade de São Tomé pelos nativos que ensombrou em grande parte a presença colonial portuguesa no arquipélago santomense e reforçou a autoridade nacional para a pretensão da Independência Total.

Pela primeira vez também se registou a presença especial do Chefe Maior General das Forças Armadas de Portugal, o General Rovisco Duarte, que esteve de visita oficial a São Tomé e Príncipe; para comemorar esta data histórica ao convite do seu homologo santomense, o Brigadeiro Horácio Sousa.

Hoje no espaço geoestratégico é incontornável portanto a Força Armada necessita de meio, capacidade e competência; porque o mar é a primeira oportunidade para os militares e com a diplomacia organização e meio financeiro são um travão para por ordem em São Tomé e Príncipe, defendeu o Chefe Maior General das Forças Armadas, Horácio Sousa, durante o Juramento de Bandeira.

Este março os militares participaram em diversos exercícios multinacionais, Golfo da Guiné e outra zona africana, sem esquecer do magnífico e brilhante experiencia militar realizado em São Tomé sobre o «Mar Aberto», contra a pesca ilegal no arquipélago, busca e salvação como também a renovação da nova carta marítima de São Tomé e Príncipe.

Ainda para terminar o ano, a CMGFA santomense de Horácio de Sousa, vai enviar para o Brasil os «Militares» para novo exercício e ao mesmo tempo vai receber o Passaporte de Mandato para a realização do mesmo exercício em 2018.

Desta-feita os soldados não ficam limitados a verem a «Banda a Passar» porque no Quartel já proporciona-lhes o curso de formação profissional até o cumprimento do serviço militar obrigatório, tais como: mecânico, pedreiro, carpinteira, condutor entre outros ramos profissionais.

A limpeza das praias e a cooperação com a Policia, Cadeia e os Bombeiros fazem parte de experiencia conseguida para relançamento dos soldados no mercado de trabalho na sociedade santomense depois do cumprimento da missão militar; informou o Brigadeiro Horácio Sousa, na sua mensagem que marcou as celebrações do quadragésimo segundo aniversário de 6 de Setembro, dia da institucionalização das Forças Armadas de São Tomé e Príncipe.

Para o Presidente da Republica, Evaristo Carvalho, felicitou e desejou aos militares que continuem a trabalhar afincadamente para que esta instituição fundamental de defesa da Pátria seja cada vez mais atrativa para os jovens se transforme num instrumento de desenvolvimento económico e social, garantido a Paz, a estabilidade e a integridade territorial.

“A situação geoestratégia de São Tomé e Príncipe e a existência de uma extensa Zona Económica Exclusiva, rica em recursos diversos, é motivo de uma cobiça cada vez maior. O ramo da marinha deverá estar à altura de garantir a todo o instante a defesa dos recursos marinhos. A essa ameaça. Junta-se hoje a uma outra: o Terrorismo Internacional, contra o qual temos que estar também devidamente prevenidos;” afirmou categoricamente o Comandante em Chefe das Forças Armadas, Evaristo Carvalho.

Evaristo Carvalho, lançou um desafio para se repensar com a máxima ponderação o papel vigente das Forças Armadas, nas condições reais, sociais, económicas e financeiras e meter em permanência aos novos tempos e desafios. Sem se esquecer da partilha dos meios operativos e de inteligência e os laços de amizade e cooperação com outros países da Sub-região, Africa Central, CPLP e com os parceiros habituais. Para colocar as Forças Armadas a um nível de prontidão, eficiência técnica e compatíveis.

“ As Forças Armadas de São Tomé e Príncipe devem participar mais no processo de desenvolvimento socioeconómico, envolvendo-se mais com a sociedade civil, criando sinergias capazes de gerar mais-valias essenciais para a promoção. A instituição militar não pode considerar-se como uma ilha dentro do Estado. Ela deve sim, interagir com o envolvente, porque é parte integrante da sociedade e está também sujeita ao controlo social,” acrescentou o Chefe de Estado e Comandante Supremo das Forças Armadas de São Tomé e Príncipe, Evaristo Carvalho.

RR

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