Texto: Ricardo Neto ** Foto: Lourenço da Silva

São-Tomé, 12 Jan ( STP-Press) – O primeiro- ministro de São-Tomé e Príncipe, Patrice Trovoada presidiu quinta-feira o acto central das comemorações do 2º aniversário da fundação do dia dos professores e educadores são-tomenses, tendo manifestado o “empenho” do seu governo na “melhoria” do sistema educativo” nacional.

“ O governo está empenhado para que possamos melhorar o sistema educativo” nacional – disse Patrice Trovoada tendo sublinhado a questão de prioridades face a conexão entre o painel financeiro e as ações do plano estratégico para a melhoria do ensino no País.

Na sua intervenção, o primeiro-ministro destacou a participação da mulher no setor do ensino, tendo declarado que “ temos clara consciência de que quem suporta, sobretudo, a educação em São-Tomé e Príncipe quer em casa, quer na escola são as mulheres”.

“Apraz-me ver sobretudo, jovens que optaram por este caminho difícil que é, do professor em São-Tomé e Príncipe”, disse Trovoada que apresentou uma saudação especial para todas as mulheres são-tomense que exercem as funções de docência no ministério da educação do País.

Na sua intervenção o líder do sindicato de professores e educadores, Sinprestep, Gastão Ferreira disse que reafirmou a parceira com o governo através do ministério da tutela numa perspectiva de se melhorar as condições de trabalho e situação de vida dos docentes.

“ O sindicato não é partido político, não faz oposição a qualquer governo, mas sim é o parceiro de qualquer governo, na defesa da melhoria dos seus associados” – disse Gastão Ferreira.

A cerimónia central dos festejos, decorreu na escola secundária básica de São João da Vargem, nos arredores de São-Tomé, em simultâneo, com outros actos secundários, de forma descentralizada” em cada distrito do País.

 

Fim/RN

 

1 COMENTÁRIO

  1. Tenhamos atenção ao que disse o Presidente dos Estados Unidos, em relação a entrada dos povos de origem Africana nos EUA, devemos estar cientes que no Ocidente EU, se pensa da mesma forma.

    Penso que a memória destes povos devem ser curta para quem praticou tanto mal a povos de África, depois vem pregar valores, como a vida, a liberdade, a humanidade, etc, etc,…blá blá blá, depois de espoliarem, escravizarem, massacres,venderem povos de África como mercadoria,…e ainda a quem acredite que se estava melhor em África naquele tempo.

    A História a de os julgar, pensam que são os únicos a olhar o céu, os únicos donos da verdade cultural de excelência,…devíamos pedir boa indenização pelo que andaram a fazer, e a prova documentadas dos massacres, da escravatura, vendas de pessoas, seres humanos para trabalho esforçados, da qual a ultima memória, o falecido Nelson Mandela, de que tanto veneram, como são falsos.

    O ocidente só é o que hoje é porque andou a espoliar, as riquezas e recursos naturais e humanos dos outros durante séculos, até hoje com razão da religião por detrás…com consequências que hoje bem conhecemos, desaparecimento das culturas dos povos, quantas línguas materna suprimidas desaparecida, em substituição por língua dos outros, em virtude de comercio internacional, território conquistados, territórios sombra, mas que na verdade ninguém quer saber dos seus povos, se matam, se vivem na pobreza se são iletrados.

    Caros Africanos, caros SãoTomense a única coisa que os move são interesses econômicos financeiros, as riquezas de África, as matérias primas naturais, pois sempre assim foi…o capitalismo selvagem puro cruel, quando acenam, que vão ajudar, doar com milhões…vão mas é gerar mais pobreza e miséria, corrupção e conflitos, com a nossa conveniência.

    Tenhamos vergonha na cara, pautamos pela nossa dignidade dos nossos povos, dos nossos concidadãos, das nossas crianças.

    Ninguém da nada a ninguém neste mundo sem esperar receber algo em troca.

    Deixemos de viver de esmolas, apregoamos, o valor liberdade, trabalho, rigor, ordem, justiça, repartição da riqueza, ainda que pobre sejamos como Estados. Organizemos o nosso País, a nível social, cultural, ambiental, desportivo,

    Devemos estar cientes da nossas fragilidades como Território/População/Administração, fomentar a organização consolidação do Estado, das instituições do Estado, Estado este a que pertencemos todos, demos ser mais rigorosos e exigentes conosco próprios em primeiro lugar, apostar na educação, no ensino, na formação dos SãoTomenses, cimentar a cultura do rigor, do trabalho, da justiça, da ordem social sentido de Estado de direito, a nível social, cultural, ambiental, desportivo, político, econômico e financeiro.

    São Tomé e Príncipe segundo estado mais pequeno de África, um estado frágil.

    A nossa dupla insularidade tem custos enormes em termos de energia, de telecomunicações, de transportes, vivemos rodeados de mar, razão mais que suficiente para apostarmos no setor do mar, do ar, da agua, do sol,…assim na energias renováveis, nas infraestruturas do mar, nas BIOS-tecnologias do mar, nos transportes do mar, nos recursos do mar, o chamado cluster no mar, estamos longe dos grandes centros de decisão do mundo, mas inserido numa região com polos de necessidades a serem suprimidas, temos que nos organizar internamente, trabalhar, produzir, seja na agricultura nos seus diversos subsetores, assim na pecuária, na pequena indústria, na imobiliária, no setor financeiro, no desporto, no ambiente, na formação qualificação interna, nas tecnologias de informação e comunicação, na segurança interna e do Estado, etc, etc,…mas para isso é necessário gerar riqueza, a riqueza cria-se com valor trabalho e organização, poupança, investimentos, estruturar Estado, Território/População/Administração.

    Quem duvida tiver presta atenção a diferença da nossa balança comercial, e presta bem atenção a perda de tempo e falta de consciência que é as convocações manifestações, de criticas de isto e daquilo, quando todos nos devíamos unir nalguns assuntos para organização e progresso de nosso Estado,…pois que de outra forma alguns, outros nestes mundo continuarão a pensar que somos “Estados de Merda”….

    Quarenta anos já lá vão, ainda continuamos como Estado frágil, desorganizado, por falta de rigor a nível social(Justiça, Saúde, Educação, Formação, Qualificação, Energia, Agua, Lazer, Turismo, Mar, Agricultura, Indústria, Serviços), a nível, cultural, ambiental, desportivos, político, econômico e financeiro.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tome e Príncipe

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