Por: Ricardo Neto, jornalista da Agência STP-Press

São-Tomé, 11 Abr (STP-Press) –  Os estudantes responsáveis pela paralisação das aulas, no ISP, um dos polo, da Universidade Pública, UPSTP,  de São-Tomé e Príncipe serão “responsabilizados criminalmente”, – declarou hoje o ministro da Educação, Cultura, Ciência e Comunicação, Olinto Daio.

Tendo considerado “as questões” da paralisação de “infundadas” e classificado de “crime de assalto e danificação as fechaduras” da escola, o ministro Olinto Daio disse que “ a universidade já apresentou queixa-crime ao ministério público”.

Aparecer madrugada, assaltar o murro da escola e danificar as fechaduras, isto é um crime e as pessoas serão responsabilizadas por isto” – argumentou o ministro que considerou de uma “sublevação para abafar outras questões” que segundo o governante “a polícia e o ministério públicos já estão trabalhar nisto”.

Tendo acusado os responsáveis da paralisação de terem apresentado “ questões infundadas”, o ministro assegurou que “houve grande investimento” nas instalações da universidade, nomeadamente, a reabilitação e construção de casas de banho, o depósito de água potável, internet bem como na aquisição de novas carteiras.

Toda gente que vai a Universidade sabe que houve melhorias” – disse Olinto Daio tendo acrescentado que “a bolsa interna foi paga a todos estudantes” de acordo com alguns critérios tendo em conta ao elevado número de pedidos face ao recurso escasso para sua redistribuição.

De acordo com o recurso que temos há que reparti-lo a todos”- disse Olinto Daio para depois argumentar que “ não podemos dar um mesmo valor (bolsa interna) à um aluno que trabalha e à um outro que não trabalha”.

Fim/RN

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Declaração do Ministro da Educação, Olinto Daio

1 COMENTÁRIO

  1. Num mundo onde hoje jamais se põe em causa a excelência das Universidades, para transformação social, cultural, desportiva, ambiental, política, econômica e financeira, hoje bem como do mar, a preocupação deve centrar na sua organização, suas perceptivas, sua evolução e crescimento.

    Uma vez que todos sabemos e é histórico, pouca cultura ou inapetência hoje temos pelo estudo e investigação, pela constituição, investimento de polos de ensinos, polos de desenvolvimento como Universidades credíveis, pela forma como deste principio da colonização exploração Portuguesa, foi vista o Território/População, enraizando em nós o habito do que vem ou há lá fora é melhor do que se pode fazer cá dentro, assim pouco ou nenhum interesse demonstra a classe política a sociedade civil, para tal desígnio ao longo dos tempos após independência, interdependência ou se se quisermos dependência externa.

    Os Institutos politécnicos, as Universidades Públicas/Privadas, devem ou deveriam ser vista como polo de desenvolvimento sustentável social, cultural desportiva, ambiental, marítima, econômica e financeira, pelo que sua constituição organização, aprimoramento, credibilidade, expansão, devem ser prioridades máximas de objetivos a concretizar, sobretudo para um Território/População,Administração, periférico, isolado, que precisa urgentemente de se constituir como pólo de atração pelo esforço credibilidade das suas instituições, de mais importante na nesta aérea de ensino, mediante intercambio internacionais, trocas de experiências, investimentos, equipamentos, formação de excelência, formação a distância, intercambio com empresas, constituição de empresas de que tanto carênciamos,…na evolução do espaço e região comunidade onde poderá ou está associada, com seta para o comercio local, alojamentos, bares, cafés, etc…

    Ou seja São Tomé e Príncipe, sendo constituído por ilhas e ilhéus, um País pequeno, com dupla insularidade, com duplo isolamento interno e internacional, mas que dispõe de uma localização exponencial na zona onde se encontra inserido, deve olhar apostar transformar para a constituição criação, formação, investimento, apetrechamento, equipamentos, prestação de serviços de Hospitalares, de Hospitais e Centro de Saúde de Referencia, de Institutos Politécnicos e Universidades de Referencia, de fortalecimento de Sistemas Financeiros Robustos Credíveis e fiáveis para os tempos modernos, primar por um Sistema de Justiça de segurança de Referencia, pela evolução do desporto, do turismo, de modo a se constituir um polo de atração a nível regional, internacional, de modo a aproveitar as vantagens de economias escalas que possam vir a ser geradas na prestação destes serviços, ou seja destas instituições.

    O crescimento da população do continente, dentro da região onde estamos inseridos na região Africana, é exponencial, esta população tem necessidades a ser satisfeita.

    Há uma grande procura, destes serviços a nível continental e mundial, se se qualificarmos para tal, teremos hipóteses, de ver as nossas receitas aumentar, diversificar a nossa pequena economia, competirmos a nível regional, internacional, temos que saber tirar partido da nossa paz social interna aliada a beleza natural.

    É claro que temos que nos organizar internamente, dotação de regras e procedimentos claros, temos que ser rigorosos, temos que respeitar compromissos, temos que efetuar reformas, transformar, mudar o estado das coisas ou como se fazem as coisas, romper com o conformismos de leve leve…ou deixar andar.

    És de São Tome e Príncipe

    Tu é capaz

    Acredita em ti

    Somos capaz de mudar o nosso País, Território/População/Administração, gerir o nosso mar, a nossa floresta, o nosso ecossistema, a agua,…

    Cuida da tua família, os teus filhos, trabalha, produz…

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tome e Príncipe

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