Por: Manuel Dendê, Jornalista da Agência Noticiosa STP-Press

São Tomé, 04 jun. (STP-Press) – A última etapa do processo de reconversão da Polícia de Investigação Criminal (PIC), em Polícia Judiciaria de São Tomé e Príncipe foi concluída com um exercício de fogo real com assessoria-técnica de Portugal, – soube-se de um responsável policial, em São Tomé.

Neste âmbito, membros da PIC efectuaram na última quinta-feira, na carreira de tiros do Quartel-general das Forças Armadas, um exercício de fogo real com novas armas oferecidas pela Polícia Judiciaria portuguesa.

Segundo Olinto Deus Lima, vulgo África, Chefe de Operações da PIC, tratou-se de um exercício “normal” onde se tentou exercitar na prática os conhecimentos teóricos.

Para o consultor luso Victor Teixeira da Polícia Judiciaria portuguesa, “os testes de balística efectuados configuram-se na última fase dessas acções de conversão da PIC em Polícia Judiciaria a fim de estarem melhor preparados para lidar com diversas especificidades de crimes em São Tomé e Príncipe”.

A ministra da Justiça, Ilza Amado Vaz, que tutela a Polícia de Investigação Criminal, assistiu igualmente esses exercícios.

O consultor luso realçou também, à imprensa, a competência dos são-tomenses no domínio deste novo equipamento, ao qual acrescentou que “importante é dominar a arma em circunstâncias próprias, evitando a sua perigosidade para a própria vida do utente assim como de terceiros desde que consiga servir de elemento de dissuasão”.

A reconversão da PIC em Polícia Judiciaria data dos últimos 12 meses e compreendeu, entre outros, a mudança de Legislação, nomeadamente, orgânica policial, estatutos e alteração do quadro de pessoal.

Ainda no âmbito dessa reestruturação, autoridades equacionam abertura de delegações distritais em diversas regiões do país, ao qual inclui Região Autónoma do Príncipe, Lembá, no norte e Caué, no sul da ilha de São Tomé.

Fim/MD

 

 

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