Foto Arquivo da STP-Press

Por: Ricardo Neto, jornalista da Agência STP-Press

São-Tomé, 22 Nov. ( STP-Press) –  O Presidente de São-Tomé e Príncipe, Evaristo Carvalho demitiu hoje o XVI Governo Constitucional da República liderado pelo Primeiro-Ministro, Patrice Trovoada, na sequência das eleições legislativas de 07 de Outubro no País, de acordo com um decreto presidencial tornado público hoje em São-Tomé.

“É demitido o XVI Governo Constitucional” – Lê-se no decreto que faz ainda referências que “ até a nomeação e posse do novo governo, o actual manter-se-á em exercício, limitando-se a prática de actos estritamente necessários à gestão corrente dos negócios públicos e à administração ordinária”.

A demissão do governo de Trovoada acontece no mesmo dia em que a nova Assembleia Nacional, foi empossada com liderança do novo presidente, Delfim Neves saído de uma nova maioria parlamentar de 28 mandatos resultantes de 23 do MLSTP-PSD e 5 da Coligação PCD-MDFM-UDD.

Nas últimas legislativas de 07 de Outubro, o partido ADI venceu com uma maioria simples de 25 deputados, seguido do MLSTP-PSD com 23, Coligação PCD-MDFM-UDD com 5 e Movimento Cidadãos Independentes com 2.

Fim/RN

2 COMENTÁRIOS

  1. O jogo político está enviesado, por quanto a maioria dos votos da vontade popular recaiu sobre um partido, mais na composição parlamentar forma-se uma nova maioria, está não por vontade popular, (pois que os partidos que a formam perderam eleições), mas por arranjos e coligações de conveniência, para voltar ao poder.

    Quem governa é quem chega primeiro, ou seja quem ganha eleições.

    Neste momento não há condições de governabilidade estabilidade governativa nem do jogo democrático, o que tornará difícil a implementação de políticas a curto médio, longo prazo para o desenvolvimento.

    A não ser que povo volte a ser chamado a decidir.

    É tempo de a sociedade civil organizada, o povo e as instituições, organizarem se melhor, estando atendidas, exigindo e fiscalizando mais, já se perdeu tempo demasiado, com querelas políticas no passado, uma outra fase se abre na democracia, julgo haver espaço para os membros da sociedade civil independente assumirem o seu papel, pois que todos pertencemos e queremos bem a nação.

    O tempo é de assertividade, concordia respeito pelas instituições, pela dignidade do povo.

    Pois é ele quem mais ordena

    Há que saber interpretar a vontade popular

    Respeitando a regras do jogo democrático

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

  2. O jogo político está enviesado, por quanto a maioria dos votos da vontade popular recaiu sobre um partido, mais na composição parlamentar forma-se uma nova maioria, está não por vontade popular, (pois que os partidos que a formam perderam eleições), mas por arranjos e coligações de conveniência, para voltar ao poder.

    Quem governa é quem chega primeiro, ou seja quem ganha eleições.

    Neste momento não há condições de governabilidade estabilidade governativa nem do jogo democrático, o que tornará difícil a implementação de políticas a curto médio, longo prazo para o desenvolvimento.

    A não ser que povo volte a ser chamado a decidir.

    É tempo de a sociedade civil organizada, o povo e as instituições, organizarem se melhor, estando atendidas, exigindo e fiscalizando mais, já se perdeu tempo demasiado, com querelas políticas no passado, uma outra fase se abre na democracia, julgo haver espaço para os membros da sociedade civil independente assumirem o seu papel, pois que todos pertencemos e queremos bem a nação.

    O tempo é de assertividade, concordia respeito pelas instituições, pela dignidade do povo.

    Pois é ele quem mais ordena

    Há que saber interpretar a vontade popular

    Respeitando a regras do jogo democrático
    Há que exigir a elevação do parlamento, como a casa onde se discute os reais desafios do País, nação Sao Tomé e Príncipe

    Jamais como casa de discussão de interesses de grupos ou partiiculares

    O país tem o seu território composto por mar terra população administração instituições, sendo que o mar compõe, o recurso com maior dimensão, há que saber tirar partido dele. As populações, as famílias, as pessoas aas crianças, jovens adultos idosos, os recursos imprescindíveis, deve ser sobre elas que devem recair a maior parte dos investimentos, sobretudo no que diz respeito a melhor educação, formação, qualificação, melhor justiça e saúde, logo melhor economia e finanças.

    O território administração instituições, recursos indispensáveis, requerem melhor organização e investimentos sobretudo nas infraestruturas de desenvolvimento sustentável.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

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