São-Tomé, 06 Jan. 2026 ( STP-Press ) – O Primeiro-ministro presidiu a cerimonia do Dia do Rei Amador, figura emblemática da historia de São Tomé e Príncipe, tendo Américo Ramos sublinhado que “o seu exemplo desafia-nos a fortalecer o Estado de Direito.
“O seu exemplo desafia-nos a fortalecer o Estado de Direito, a promover a justiça social e a garantir que o desenvolvimento do país seja verdadeiramente inclusivo”, destacou o Primeiro-Ministro Américo Ramos.
“O seu exemplo desafia-nos a fortalecer o Estado de Direito, a promover a justiça social e a garantir que o desenvolvimento do país seja verdadeiramente inclusivo”, destacou o Primeiro-Ministro Américo Ramos.
“Que a memória de Amador Vieira continue a unir-nos como povo e a iluminar o nosso caminho coletivo#, disse para depois acrescentar, #que o seu legado nos inspire a trabalhar todos os dias por um São Tomé e Príncipe mais justo, mais solidário e mais próspero. Que os seus sonhos sejam os nossos sonhos e a reserva de esperança quando nos faltarem as forças.
Para Isabel de Abreu, Ministra da Educação, Cultura, Ciência e Ensino Superior Rei Amador “desempenhou um papel determinante na libertação dos nativos sob a dominação colonial portuguesa, durante o período áureo das plantações de cana-de-açúcar”.
O acto central em homenagem ao Rei Amador aconteceu na praça da cultura junto a estátua que retrata a figura do Rei Amador, o considerado percursor da luta de libertação por ter liderado a histórica revolta de escravos em 1595 na tentativa de libertar as ilhas do regime colonial e pôr fim ao trabalho escravo nas plantações de cana do açúcar.
Amador, considerado rei dos Angolares (escravos vindos de Angola) terá sido preso e morto em 1596, referem os documentos históricos sobre o Rei e sobre a história de São Tomé e Príncipe conseguiu a independência em 12 Julho de 1975, na sequência da saída dos colonos portugueses, já em plena era da produção do cacau que sucedeu ao ciclo de cana do açúcar (1470- 1800).
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