Por: Ricardo Neto e Leonel Mendes ** Foto: Lourenço da
Silva
São-Tomé, 15 Set 2020 ( STP-Press ) – São Tomé e Príncipe registou hoje 1 caso novo de coronavírus e total subiu para 907 por acumulação, 871 recuperações, 2 doentes internados no hospital, 19 em isolamento domiciliar e número de óbitos mantem em 15 de acordo com o boletim clinico enviado esta tarde a STP-Press.
Por: Manuel Dênde, Jornalista da Agência de
Notícias STP-Press
São Tomé,15 Set. 2020 (STP-Press) – O técnico Luso/São-Tomense
Nuno Herlander Simões do Espírito Santo acaba de renovar o contrato com o
Wolverhampton por mais três temporadas, – soube-se do clube que disputa a Liga
Inglesa de Futebol, no seu site oficial.
Santo chegou aos “wolves” em 2017, ainda com o
clube no Championship (segundo escalão), tendo primeiro assegurado o regresso à
Premier League e depois, em 2018/19, a qualificação para as competições
europeias, algo que não acontecia há 39 anos.
Na última temporada, os “wolves” terminaram a
Liga Inglesa no sétimo lugar.
Depois de ter passado por Rio Ave, Valência e
FC Porto, o técnico de 46 e antigo guarda-redes que nasceu na cidade de São
Tomé, na freguesia da Conceição, no Distrito de Água Grande onde se localiza a
capital São-tomense, vai continuar no clube inglês pelo menos até 2023.
Nuno Espírito Santo, que ingressou no
Wolverhampton à 17/Julho de 2017, em declarações à imprensa São-tomense em
Lisboa, não esquece as suas origens e diz ter saudades de São Tomé que deixou
em 1978 para Lisboa (Portugal), terra dos seus pais.
Sublinha-se que Wolverhampton estreiou-se
segunda-feira na edição 2020/21 da Premier League, com uma visita ao terreno do
Sheffield United que derrotou por duas bolas a zero.
Por: Manuel Dênde, Jornalista da Agência de Notícias STP-Press
São Tomé, 15, Set.
2020 (STP-Press) – Mais de 100 mil alunos retomaram as aulas presenciais, esta
terça-feira, no arquipélago de São Tomé e Príncipe, disseram fontes oficiais na
cidade de São Tomé, capital do país.
De acordo com
Francisco Marcelo, Director do principal Liceu do arquipélago, “trata-se de um
ano lectivo especial tendo em conta a situação de Covid-19 que requer nomeadamente
cuidados muito especiais”.
E destes cuidados
especiais autoridades viabilizaram nomeadamente medidas de higienização
compreendendo a lavagem das mãos, para os quais diferentes escolas criaram
lavatórios, tanques ou torneiras e distanciamento físico onde, adoptou-se e
fez-se arranjos para rearrumação de carteiras, com um metro e meio de distância
nas salas de aulas comportando 140 turmas, no maior Liceu do País.
De igual modo,
assistiu-se por exemplo nas instalações do Liceu Nacional, na Cidade de São
Tomé, com mais de cinco mil alunos, o habitual “frenesim” de abertura das aulas
onde constatou-se diferentes episódios, dos quais, alunos sem máscaras faciais
e outros que não tinham patentes assim como uniformes os quais viram embargados
a presença nas salas de aulas.
Situação idêntica
ocorreu um pouco por todos os distritos do País, incluindo a Região Autónoma do
Príncipe, uma das parcelas da República insular de São Tomé e Príncipe.
Refere-se que Liceu
Nacional de São Tomé e Príncipe, lecciona desde nona até a 12ª classe, o qual
completa a operacionalidade de todo sistema de ensino no País, uma vez que há
dois meses, autoridades decidiram pela reabertura das aulas no Ensino Superior
que abrangeu nomeadamente as Universidades IUCAI, Universidade Pública e suas
unidades orgânicas e Lusíadas de São Tomé.
Recorde-se que antes
da abertura das aulas presenciais, o Governo, através do Ministério da
Educação, orientou a opção por aulas através da televisão e rádio compreendendo
nomeadamente Ensino Primário e Jardins-de-Infância.
Texto:
Leonel Mendes, jornalista da STP-Press
Foto: Leonel Mendes
São Tomé, 15 de Set. de 2020 (STP-Press) – O ministro
de Saúde São-tomense, Edgar Neves, transmitiu, esta segunda-feira, no
Ministério de Saúde, mensagens de “boas-vindas e sucessos” à 5ª Equipa Médica
Chinesa, chegada recentemente ao País para uma missão de um ano.
A nova Equipa Médica Chinesa apresentada pelo
Embaixador Wang Wei, está composta por sete elementos, das diversas
especialidades destacando-se cirurgião, estomatologistas, cardiologista entre
outros e vem para substituir a anterior que terminou a sua missão em Agosto.
Edgar Neves agradeceu em nome do Governo São-tomense e
do Ministério de Saúde a Cooperação Chinesa que sempre apoiou e continua a
apoiar o País desde os primeiros anos de Independência.
“Sempre tivemos o apoio da China desde os primeiros
anos”, disse Edgar Neves, desejando a equipa a melhor estadia no País, mesmo em
tempo de pandemia, que acredita, “vamos vencer”.
O Embaixador da República Popular da China, Wang Wei,
manifestou na cerimónia “imensa satisfação”, augurando para a nova equipa o
início de uma jornada “cheia de esperança, carinho e amizade, utilizando as
suas capacidades profissionais que possam servir este povo irmão”.
Wang Wei referiu que a missão ficará para servir e
satisfazer os interresses de São Tomé e Príncipe, País com o qual a República
Popular da China estabelece uma relação de amizade e de cooperação que deseja
levar em diante.
“Vocês vão enfrentar novos desafios, junto aos colegas
São-tomenses, aprendendo e ensinando uns aos outros”, desejou, lembrando que
para isso contarão com os serviços da interprete Chinesa que transita da
anterior equipa.
O Embaixador Chinês aproveitou a presença na cerimónia
da Equipa Médica que termina missão em São Tomé e Príncipe para endereçar aos
seus integrantes “sucessos profissionais e particulares no futuro”, agradecendo
também o seu empenho no cumprimento da missão.
A esse propósito, Wang Wei, que também termina dentro
de pouco tempo a sua missão Diplomática na República democrática de São Tomé e
Príncipe, recordou um ditado Chinês que diz “os quartéis ficam quando os seus
soldados se trocam”.
O Chefe da Missão, o cirurgião geral You Zhen (Yuri),
agradeceu a recepção do Ministério de Saúde, liderado por Edgar Neves, prometendo
que a sua equipa “prosseguirá os trabalhos realizados pela anterior, tendo como
exemplo o reforço dos trabalhos anti-epidémicos efectuando trabalhos de alta
qualidade também ao nível das consultas externas e da internação”.
Disse também que o seu plano de trabalho terá uma
atenção permanente na prevenção e tratamento precoce das doenças, dando também
atenção aos distritos no melhoramento dos planos de saúde.
O Chefe de Missão destacou também os cuidados
neo-natal, a saúde cardio vascular, as diabetes e outras doenças, lembrando
também da luta contra a pandemia.
“A pandemia não pode impedir a amizade entre os povos
Chinês e São-tomense”, concluiu.
São-Tomé, 15 Set 2020 (STP-Press)
– Os chamados trabalhadores licenciados, afastados da função pública em
STP antes da idade da reforma por imposição do Banco Mundial e do Fundo
Monetário Internacional passam por momentos de incerteza quanto ao futuro.
Estas instituições entendiam que o
país tinha um défice muito elevado com a despesa orçamental da função pública que
na altura rondava dez biliões de dobras e caso se se conseguisse retirar três
mil funcionários conforme intenção do BM, haveria um certo equilíbrio e ganho
para o Estado.
Assim, em 1999, o Governo de então de
iniciativa presidencial começou a colocar nomes nas paredes com base no
Decreto-Lei 3/93, a Lei de Abandono Voluntário, para afastar os funcionários
públicos da actividade.
O método não agradou ao Sindicato dos
Trabalhadores do Estado (STE) que, inconformado, reagiu e conseguiu
travar o processo.
Por orientação da Terceira Comissão
Permanente da Assembleia Nacional encarregue de questões sociais e emprego, o
STE conseguiu elaborar em conjunto com o Governo um programa com base em
disponibilidades financeiras de então, para o devido licenciamento dos
trabalhadores.
Em Outubro de 2001 foi aprovada uma
nova Lei, a Lei nº _ 2001 ( a Lei é mesmo assim, Lei número traço 2001,
portanto Lei sem número) com base na qual se deu início ao licenciamento em
Janeiro de 2002. Os trabalhadores receberam entre 10. 470. 000 e 104. 000.0000,
00 no máximo, consoante as categorias. Eram trabalhadores do Estado e não das
empresas públicas cujo processo viria a acontecer posteriormente a partir de
2006.
Essas explicações foram dadas a
STP-Press pelo antigo secretário-geral do sindicato da função pública,
Aurélio Silva, mais conhecido por Kawique.
“Ao começo foram licenciados 358
trabalhadores e havia uma verba disponível na ordem de 700 milhões de dobras
para a reinserção social dos mesmos. Eles poderiam criar uma
micro-empresa para o seu auto-emprego. Seria uma segunda fase do processo. Mas
tal não aconteceu. Não aconteceu, porque todo o montante foi
desviado para outros fins, aliás eu mesmo fui parar as barras do Tribunal
quando anunciei que o Governo tinha desviado o fundo que era para a reinserção
dos trabalhadores licenciados. O desvio foi para as cantinas escolares e os
licenciados ficaram por aí”, -explicou Aurélio Silva.
De acordo com Kawique, “a lei diz que
os trabalhadores ficariam desvinculados da função pública por um período
de cinco anos. Ao não se proceder a reintegração dos mesmos com o tal
fundo, poderiam regressar automaticamente aos seus postos de trabalho”.
Silva revelou que “foi o Estado
quem licenciou as pessoas. O Estado licenciou por um período de cinco anos e
não cumpriu com a segunda fase de reinserção face ao uso indevido do valor. Ao
não cumprir conforme o plasmado, os trabalhadores deixam de ser licenciados. O
problema só pode residir ou na má-fé, no desleixo ou falta de conhecimento da
lei por parte de directores de instituições e sobretudo dos responsáveis das
direcções administrativas e financeiras.
“STP tem leis, mas aqui as leis são
banalizadas”, disse Aurélio Silva, adiantando que “sei que há muitos
trabalhadores licenciados há anos com vontade de regressar, mas não conseguem.
Só esbarram com entraves porque os directores impedem por desconhecimento da
lei e sem ajuda da DAF. Acho que o Governo deve preocupar-se com essa questão
dos licenciados porque pode ser um conflito a posteori porque com o tempo
atingem a idade de reforma, vão a segurança social não têm contribuição e é
complicado.
Os responsáveis das instituições do
Estado devem conhecer as leis e aplicá-las”, concluiu o ex-secretário
geral do sindicato dos trabalhadores do Estado que, por outro lado, não poupou
críticas aos licenciados. “Não entendo como é que se deixaram acomodar,
contando com os outros, enquanto o tempo passava!”.
Por: Leonel Mendes, Ricardo Neto
& Lourenço da Silva (foto)
São-Tomé, 14 Set 2020 ( STP-Press) – São Tomé e Príncipe não registou nenhum caso novo de coronavírus nas ultimas 48 horas e total continua em 906 por acumulação, 870 recuperações, 2 doentes internados no hospital, 19 em isolamento domiciliar e o número de óbitos mantem em 15, tal como confirma o boletim tornado publico hoje pelo ministério da saúde.
Texto: Ricardo Neto e João Soares ** Foto:
Lourenço da Silva
São-Tomé,
14 Set. 2020 ( STP-Press ) – O governo são-tomense voltou hoje a prorrogar a
Situação de Calamidade Pública por mais 15 dias como forma de se evitar
propagação da Covid-19, face, sobretudo, a reabertura da fronteira e regresso das
aulas – anunciou esta manhã o porta-voz do Executivo, Adelino Lucas, Secretário
de Estado para Comunicação Social.
“É prorrogada a Situação de
Calamidade Pública em todo o território nacional até ao dia 30 de Setembro de
2020” disse Adelino Lucas, tendo sublinhado “ as novas medidas de prevenção e
controlo para evitar propagação do Covid-19, no âmbito da Situação de
Calamidade Pública, serão regulamentadas por decreto-lei”
Tendo declarado que “todas as
ações de base sanitária social, financeira e económica serão coordenadas pelo
Comité de Crise do Governo”, o porta-voz do Executivo disse que “ a presente
Resolução entre imediatamente em vigor e é válida até ao dia 30 de Setembro de
2020”.
Além de ter apontado “o espaço aéreo
do País que está totalmente aberto desde 15 de Julho” com uma das principais
causas da prorrogação da Situação de Calamidade, Adelino Lucas citou ainda “ o início
do ano lectivo escolar, que tem implicado a movimentação diária de milhares de
crianças e jovens”.
Decretada
desde 16 de Junho de 2020, a Situação da Calamidade Pública substitui o Estado
de Emergência decretado em 17 de Março de 2020, que na altura permitiu o
governo materializar algumas medidas restritivas excecionais no âmbito do processo
de prevenção e combate a pandemia.
A pandemia de
coronavírus já provocou 15 mortes em São Tomé e Príncipe, onde se regista atualmente,
906 casos por acumulação, 866 recuperações e 2 doentes internados no hospital.
São Tomé, 13 Set 2020 ( STP-Press ) – O Ministério são-tomense da Saúde anunciou
na tarde de sábado que o País não registou nenhum caso de novo de coronavírus e
total manteve-se em 906 por acumulação, 866 recuperações, 2 doentes no hospital
de campanha e o número de óbitos mantem em 15 de acordo com boletim clinico que
pode ler na íntegra.
São Tomé, 11 Set 2020 ( STP-Press) São Tomé e Príncipe anuncia 5 novos casos de coronavírus e total sobe para 906 casos por acumulação, 866 recuperações, 2 pacientes no hospital de campanha, 23 em isolamento domiciliar e número de óbitos mantem em 15 de acordo com boletim clinico da doença que pode ver na íntegra.
Texto:
Leonel Mendes e Ricardo Neto Foto:
Lourenço da Silva
São Tomé, 10 de Set. de 2020 (STP-Press) – O
Ministério de Saúde anuncia, esta quinta-feira, mais três casos novos de
Covid-19 em São Tomé e Príncipe, nas últimas 24 horas, aumentando o número de
positivos acumulados para 901 casos, mantendo-se 15 óbitos.
De acordo com a Porta-voz do Ministério de Saúde,
Isabel Santos, foram realizados 61 testes PCR, dos quais quatro deram
resultados positivos, sendo que três são novos casos e 57 resultaram em
negativos.
O Hospital de Campanha continua com uma pessoa em
internamento por Covid-19, enquanto em isolamento domiciliar foram anunciados
19 casos positivos.
O número de casos recuperados do Covid-19 em São Tomé
e Príncipe subiu para 866.
De acordo com os últimos dados, a Covid-19 já matou
126 pessoas em Angola, 43 em Cabo Verde, 39 na Guiné Bissau e 28 em Moçambique.
No Brasil já morreram mais de 127000 pessoas com o
novo coronavírus, enquanto em Portugal regista-se mais 1850 óbitos.