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Agostinho Rita eleito por aclamação líder da Liga dos Veteranos do MLSTP

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Por Manuel Dênde, jornalista da STP-Press 

São Tomé (São Tomé e Príncipe), 07 Jun. 2021 (STP-Press) – Agostinho Rita acaba de ser eleito presidente da Liga dos Veteranos do MLSTP, partido no poder em São Tomé e Príncipe. 

A eleição de Rita, único candidato e por aclamação, ocorreu sábado último, no Auditório do Palácio dos Congressos, na cidade de São Tomé, por mais de 250 delegados. 

Rita, actual Conselheiro do Primeiro-ministro para área de petróleo, é igualmente, membro fundador do MLSTP, partido do qual em Novembro de 2015 concorreu para a sua liderança. 

Reitor da primeira Universidade do País, IUCAI, além de ser membro fundador do MLSTP em Julho 1972, na cidade de Stª Isabel, hoje, Malabo, capital da Guiné-equatorial, Rita, formado em Economia em Espanha foi também ministro da Economia do ex-presidente São-tomense Manuel Pinto da Costa. 

Além Agostinho Rita, Luís Lucena, antigo Administrador do Banco Central e membro do Conselho Nacional do MLSTP foi eleito vice-presidente da mesma organização de massa do partido dos “camaradas”. 

Neste segundo congresso em que tomou parte, Jorge Bom Jesus, líder do MLSTP, partido líder da coligação no Poder no País, Guilherme Pósser da Costa, pré-candidato às Eleições Presidenciais de 18 de Julho apoiado por este partido e do qual a Liga dos Veteranos aproveitou para reitera-lo apoio. 

Das acções agendadas para médio prazo, destaque para a criação de uma associação dos Veteranos e a selecção dos membros dos Combatentes da Liberdade da Pátria. 

A restauração da Liga dos Veteranos, ocorre três semanas depois dos Congressos da Juventude Social Democrata, JSD, e Organização da Mulher de São Tomé e Príncipe, OMSTEP, afectos ao MLSTP. 

Estas organizações desenvolvem um trabalho político complementar a luz das orientações vindas do Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe, MLSTP/Partido Social Democrata. 

Fim/MD/LM

STP-Press

Escola Paula Lavres na Ilha do Príncipe vai ser reabilitada pela petrolífera Total

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Por Manuel Dênde, jornalista da Agência de Notícias STP-Press 

Cidade de Stº António (São Tomé e Príncipe), 07 Jun. 2021 (STP-Press) – A petrolífera francesa “Total” vai financiar a reabilitação, a médio prazo, da principal Escola Básica da cidade de Stº António, Paula Lavres, na Região Autónoma do Príncipe, – informou hoje, na cidade de Stº António, o responsável pelo pelouro social do Governo da Ilha. 

De acordo com Higino Santiago, a reabilitação desta unidade escolar local pela Total inscreve-se na responsabilidade social desta empresa com interesses no bloco 1, 7, 8 e 11 da Zona Económica Exclusiva de São Tomé e Príncipe. 

Escola Paula lavres, sublinha-se é uma unidade escolar construída nos anos 60 e que alberga actualmente mais de 300 alunos de primeira à quarta classe na cidade de Stº António. 

Além de cozinha e refeitório, esta escola comporta seis salas de aulas, 11 casas de banho para atender as necessidades dos alunos e de todos quantos nela labutam.  

A intervenção justifica-se devido aos sinais visíveis de fissuras, janelas com vidros partidos que demonstram o seu avançado estado de degradação. 

E para evitar a perturbação dos alunos, Higino Santiago admite que o arranque das obras de reabilitação tudo indica deverá ocorrer no fim do ano lectivo. 

Segundo ainda Santiago, a reabilitação da Escola Básica Paula Lavres, faz parte de três unidades infra-estruturais de género, que inclui também, Stº António II e de Abade. 

Fim/MD/LM

STP-Press 

Vila de Stª Catarina volta a receber sinal da Televisão São-tomense, TVS

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Por Manuel Dênde, jornalista da Agência de Notícias STP-Press 

Vila de Stª Catarina (São Tomé e Príncipe), 07 Jun. 202 (STP-Press) – Autoridades de São Tomé e Príncipe recuperaram as emissões da Televisão São-tomense, TVS, na localidade de Stª Catarina, extremo norte do País, apurou a STP-Press. 

As emissões da única estação televisiva pública do País, não se faziam sentir na localidade “há seis meses”, as quais deveram-se a avaria, agravada com perturbação de algumas zonas de sombra, problemas estes que foram ultrapassados com alguns meios técnicos disponibilizados pelas Autoridades do País. 

Com a optimização desses meios técnicos, fica igualmente normalizada as emissões da Rádio Nacional de São Tomé e Príncipe, RNSTP, que funcionava com alguma deficiência nesta área geográfica pertença do Distrito de Lembá cuja cidade é Neves. 

Reagindo a reposição do sinal televisivo no seu Distrito, o Edil da cidade de Neves, Albertino Barros mostrou-se “bastante satisfeito com a reposição do sinal”. 

Segundo ainda este responsável, “trata-se de um direito básico da população”, ao qual manifestou “regozijo” com o facto para que a população tome contacto diariamente com as informações do País e do Mundo. 

Para alegria da população local, a recuperação do sinal da TVS é considerado indispensável para o quotidiano da população, que para conviverem e quebrar a monotonia nocturna, optaram pelos leitores de DVD.

Na óptica de Ana Maria José, uma residente local, “o sinal da TVS fazia-nos muita falta, sobretudo, numa altura em que estamos na pré-campanha para as Eleições Presidenciais de 18 de Julho e interessa-nos conhecer o programa de diferentes candidatos e ou acompanhar infirmações sobre essa pandemia de Covid-19 no Mundo”. 

A única vila do Distrito de Lembá, Stª Catarina, é uma localidade no extremo norte da mesma área geográfica, com 229 km2 e uma população estimada em mais de 15 mil pessoas que vivem de agricultura, pesca e turismo. 

Stª Catarina é igualmente a última zona habitável do extremo norte da Ilha de São Tomé e que padece, também, de erosão costeira configuradas em mudanças climáticas para a qual autoridades São-tomenses fazem face viabilizando obras infra-estruturais e sociais, incluindo a reinstalação de casas de pessoas para as chamadas zonas de expansão segura, através do projecto WACA, financiado pelo Banco Mundial, por causa do mar que fustiga as duas margens da mesma vila. 

Fim/MD/LM

STP-Press 

Editor do Jornal K morre em São Tomé

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Por: Manuel Dênde, jornalista da Agência de Notícias STP-Press   

São Tomé (São Tomé e Príncipe), 07 Jun. 2021 (STP-Press) – O principal semanário independente de São Tomé e Príncipe, Jornal K não saiu a rua, sábado último, como habitualmente devido ao falecimento do seu Editor, o português Octávio Ribeiro, – informou hoje, à STP-Press, uma fonte familiar na cidade de São Tomé. 

De acordo com a fonte, Octávio Ribeiro, responsável editorial e técnico principal do jornal impresso São-Tomense faleceu, na semana passada, vítima de doença prolongada no hospital Dr. Ayres de Menezes. 

Os restos mortais de Octário Ribeiro foram a enterrar por alguns membros da família da mulher, uma São-tomense, com quem teve dois filhos e alguns colegas da imprensa no cemitério de Gonga, no Distrito de Lobata, no centro/norte da Ilha de São Tomé. 

Segundo explica a mesma fonte, a qual à STP-Press teve acesso, “Octávio Ribeiro foi atacado na última segunda-feira, 31 de Maio último, pelo paludismo, tendo-se deslocado com os seus próprios pés ao Banco de Urgência do Hospital Dr Ayres de Menezes, onde via a falecer de São Tomé, viria a falecer 48 horas depois”.

Juvenal Rodrigues, líder da Associação dos Jornalistas de São Tomé e Príncipe, AJS, mostrou-se “bastante surpreendido com a notícia”,tendo considerado “Octávio Ribeiro de um militante de imprensa escrita” sustentando que “Octávio, com o seu Jornal k contribuía imenso para o reforço de uma imprensa independente e plural em São Tomé e Príncipe”. 

Natural de Conselho de Sintra, Ribeiro, de mais de 50 anos de idade encontrava-se em São Tomé há mais de uma década, tendo criado a cerca de quatro anos o Jornal K que sucedeu um outro jornal também criado pelo mesmo intitulado “Kê Kwa”.

A morte de Octávio Ribeiro, deixa um vazio aos sábados, pois, “ficamos privados do jornal independente e que servia de contra-peso com a imprensa Estatal no País’’, reconheceu José Mendes, um dos assíduos leitores do Jornal K. 

Com o falecimento de Octávio Ribeiro, desenha-se uma incerteza quanto as futuras publicações do Jornal K que saia ao público aos fins-de-semana, impressos na gráfica do mesmo e com auxílio de alguns jornalistas nacionais. 

Fim/MD/LM

STP-Press 

São Tomé e Príncipe diligencia-se anular a dívida com a ONU e tem garantido o direito de voto na sua Assembleia Geral

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Por: Manuel Dênde, Jornalista da Agência STP-Press  

São Tomé, 06 Jun(STP-Press)-Autoridades de São Tomé e Príncipe desenvolvem esforços com vista amortizar a curto prazo avultada dívida do país junto da Organização das Nações Unidas (ONU), informou hoje uma fonte diplomática citada pela Rádio Nacional do país.  

Segundo a mesma fonte, ‘’O Estado de São Tomé e Príncipe deve a ONU como resultado de quotização anual em atraso cerca de 800 mil dólares norte-americanos’’.  

De acordo ainda com a fonte, autoridades São-tomenses desenvolvem esforços com vista a liquidar uma parte da dívida, o qual resultará do processo negocial em curso junto desta organização internacional.  

A propósito e contrariamente a outros dois estados devedores, ”a ONU, abriu uma excepção para que São Tomé e Príncipe vote na próxima Assembleia-Geral de Setembro período durante o qual São Tomé e Príncipe deverá ver amortizada a sua dívida com esta organização Internacional”, acrescentou a emissora pública.  

Além da FMI, CPLP, Banco mundial e a organização da Francófona, São Tomé e Príncipe que ascendeu a independência à 12 de Julho de 1975 de Portugal, tornou – se membro da ONU em Setembro do mesmo ano e consequentemente membro de suas diferentes agências.  

Além de São Tomé, os outros dois Estados africanos que contraíram avultadas dívidas são nomeadamente a Somália, no corno de África e Comores, no Oceano Indico no sul do mesmo continente.  

FIM/MD  

A CCIAS fez apresentação da estratégia de comercialização de produtos agrícolas em São Tomé e Príncipe

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Texto: Ricardo Neto e Danilson Gomes ** Foto: Lourenço da Silva

São Tomé,05 Jun 2021 ( STP-Press ) –  A Câmara do Comércio, Indústria, Agricultura e Serviços (CCIAS) procedeu quinta-feira a apresentação da estratégia de comercialização de produtos agrícolas em São-Tomé e Príncipe, elaborada com o apoio da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

A apresentação do documento aconteceu durante um atelier cuja abertura foi presidida pelo Vice-Presidente da CCIAS, Senhor Agostinho Dória e da Coordenadora Nacional da OIT em São Tomé e Príncipe, Lurdes Maria dos Santos e de vários representantes dos sectores da agricultura e do comércio e outras áreas afins.

Na sua intervenção, a coordenadora nacional da OIT em São Tomé e Príncipe, Lurdes Maria disse que este documento surge “no âmbito dos apoios que a OIT vem dando  CCIAS”, tendo recordado outras realizações já efectuadas tais como a “avaliação do ambiente de negócios, adopção de um plano de desenvolvimento estratégico, bem como a ampliação dos serviços que prestando aos seus membros”

Tendo declarado que o presente estudo foi realizado por uma equipa de consultores liderada por Hadrien Abdelli, a coordenadora nacional da OIT sustentou que o presente estudo faz “uma análise das capacidades institucionais da CCIAS, uma análise dos autores pertinentes e do papel que cada um poderá desempenhar no âmbito desta estratégia”.

Intervindo na cerimónia, o Vice-Presidente da CCIAS, Agostinho Dória disse que “uma das preocupações nossas é fazer com que aquilo que nós podermos vir a produzir possa efectivamente encontrar mercado”

 “Se não houver efectivamente comercialização não há hipótese de produção”, disse Jorge Correia – Presidente da CCIAS, tendo sublinhado na cerimónia de encerramento que “temos de bater para que a terminal de carga entre em funcionamento, porque um aeroporto sem terminal de cargas teremos muitas dificuldades em fazer exportação”

Além da necessidade da criação de uma marca para São Tomé e Príncipe e, um código de barras, disse Jorge Correia que levantou a questão da inexistência de certificação de produto bem como a ausência de Banco de fomento para financiamento de projectos agrícolas e outros,

O líder da equipa dos consultores, Hadrien Abdelli afirmou que o estudo possui de duas vertentes de comercialização, designadamente, uma relativa a dinamização do mercado interno e outra referente ao mercado externo através de exportação.

“Nesta estratégia nós identificamos cinco a seis produtos chaves a serem considerados nesse plano”, disse Hadrien Abdelli, tendo acrescentado que “colocamos aqui alguns produtos, sobretudo, hortaliças, que são cebola, batata e também concentrado de tomate “citando ainda “ o cacau e a baunilha”, como os potenciais do arquipélago quer para transformação e conservação com vista ao mercado interno bem como para exportação.

Fim/RN

Autoridades reafirmam aposta na construção do porto em águas profundas em São Tomé e Príncipe

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Por Manuel Dênde, jornalista da Agência de Notícias STP-Press 

São Tomé (São Tomé e Príncipe), 04 Jun. 2021 (STP-Press) – São Tomé e Príncipe está apostado na construção de um porto em águas profundas na localidade de Fernão Dias, no norte da Ilha de São Tomé. 

A garantia foi dada pelo ministro das Infraestruturas e Recursos Naturais, Osvaldo D’Abreu após a realização de um encontro, esta quinta-feira, em São Tomé, com um grupo de empresários São-tomenses com quem discutiu os contornos deste avultado empreendimento. 

Há quatro semanas, autoridades São-tomenses e um consórcio Ganês denominado SAS Ebonb África ltª, Krobo Eudufei Jnr, assinaram um acordo compreendendo a construção de um porto em águas profundas e a concessão dos Portos de Ana Chaves, na Ilha de São Tomé e o Porto na Ilha do Príncipe, no âmbito de uma Parceira Pública Privada (PPP). 

Na óptica de Krobo Eudufei, representante do consórcio, as Ilhas de São Tomé e Príncipe, um País pequeno, tem condições apropriadas e comparáveis a Singapura, outro País pequeno, na Ásia, para um projecto de género e que visa a prestação de serviço na sub-região de África Central bastante rica em recursos minerais e hidrocarbonetos e com um mercado de mais de 250 milhões de consumidores.   

Segundo o ministro, na lógica que o privado nacional deve estar presente e na filosofia PPP, a comparticipação de empresários nacionais deve ser nomeadamente “uma participação efectiva e visível”.

Num projecto orçado em 250 Milhões de Dólares em que o Estado vai estar presente em todas as fases da obra, os operadores nacionais e estrangeiros residentes no País terão uma comparticipação num empreendimento que se pretende estratégico para os São-tomenses. 

Na perspectiva de Osvaldo D’Abreu, mal se conclua os estudos em curso de impacto ambiental, o projecto vai arrancar simultaneamente compreendendo a concessão para construção e exploração mormente a salvaguarda conforme consta no memorando assinado entre as partes. 

No âmbito do memorando estipulou-se um mês para o arranque de fases do projecto que pode vir a marcar a lógica infraestrutural portuária, pela primeira vez, na história marítima de São Tomé e Príncipe. 

Fim/MD/LM

STP-Press

Delfim Neves oficializa candidatura as eleições presidenciais e promete luta sem trégua contra ódio e união para desenvolvimento

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Texto: Ricardo Neto ** Foto: Lourenço da Silva

São-Tomé, 04 Jun 2021 ( STP-Press ) – O Presidente do Parlamento são-tomense, Delfim Neves fez esta tarde a apresentação oficial da sua candidatura as eleições presidenciais de 18 de julho, tendo prometido “ luta sem trégua contra ódio e  corrupção” bem como a promoção da “coesão nacional e boa governação” rumo ao desenvolvimento do País.

“Travarei, com firmeza e determinação, uma luta sem trégua contra ódio, as posições assentes no radicalismo, seja de que natureza forem e contra corrupção”, disse Delfim Neves esta tarde no Museu Nacional, lugar considero “histórico” por ele para a oficialização da sua candidatura.

O pré-candidato sublinhou que “a minha tarefa ao ascender ao cargo de Presidente da República será contribuir para despertar, motivar e incentivar os espirito de cidadania em cada um dos são-tomenses para que juntos, possamos empenhar-nos em mudar a situação em que hoje vivemos”.

“Afigura-se indispensável, incentivar a boa governação, a gestão eficiente e eficaz da coisa pública, a transparência e a prestação de contas, exortando o governo a tratar as questões sociais, económicas, financeiras de forma focada, direcionada, prioritária e assertiva”, sustentou Delfim Neves.

O pré-candidato disse que “acredito profundamente na promoção da coesão nacional, como condições indispensável para construirmos os consensos necessários sobre as grandes questões que a todos dizem respeito, na base de um diálogo inclusivo, que propiciará a partilha duma visão do País que todos desejamos …”

Tendo declarado que “contribuirei para fazermos face a degradação de valores morais e sociais que grassa pela nossa sociedade”, Delfim Neves salientou que “protegerei e estarei ao lado daqueles que decidem vencer o medo para tomar um compromisso com a pátria e pelo bem comum”.

Além de assegurar que “promoverei o rigor, a disciplina e a ordem pública para resgatar o respeito e dignidade da mulher e do homem são-tomense”, o pré-candidato as presidenciais de 18 de Julho disse que “promoverei um maior envolvimento e inclusão da nossa diáspora no desenvolvimento do País”

“Avancemos, pois, com destemor, trabalho, perseverança e afinco para vencermos as ameaças que nos angustiam e para transformarmos os actuais perigos em nono cabos de boa esperança rumo aos desenvolvimentos sustentável em São Tomé e Príncipe”, disse Delfim Neves.

Delfim Neves reconheceu que “não existem milagres nem soluções mágicas, em tempo recorde, mas, todavia, nada é impossível quando há vontade, visão estratégica e convicção”.

Com efeito, o pré-candidato sublinhou que “assumo hoje a responsabilidade, perante a nação são-tomense e perante o mundo, de tudo fazer para colocar um ponto final à política de exclusão, perseguição, injúria, mentira, difamação, divisão social e família que tem caracterizado a nossa sociedade nos últimos tempos”.

Fim/RN

Autoridades São-tomenses reagem à reportagem “O Banquete – Sonangol” da TPA apelando Justiça a fazer seu trabalho

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Por Manuel Dênde, jornalista da Agência de Notícias STP-Press 

São Tomé (São Tomé e Príncipe), 04 Jun. 2021 (STP-Press) – Autoridades de São Tomé e Príncipe acabam de reagir a reportagem da Televisão Angolana, TPA, denominada “O Banquete – Sonangol” com conexão a São Tomé Príncipe, apelando a Justiça nacional a fazer o seu trabalho. 

Falando no encerramento de uma de formação de cinco dias sobre o Jornalismo de Investigação, promovida por uma Plataforma de ONG’s da Sociedade Civil, Adelino Lucas, Secretário de Estado da Comunicação Social saudou a competência de jornalistas angolanos da TPA, a qual permitiu aos São-tomenses conhecerem, pela primeira vez, a origem e a proveniência de dois catamarãs adquiridos pelo XVI Governo de São Tomé e Príncipe, liderado por Patrice Trovoada. 

Na óptica do governante, trata-se de um excelente trabalho que considerou de “tirar o chapéu”, pois que, segundo ainda este governante a reportagem, “O Banquete – Sonangol” é vista como exemplo de competência. 

“Estes jornalistas da TPA investigaram um bocado de tudo. Por exemplo, nomeadamente Sonangol, BP, China Found Internacional, CIF, e, constatou-se o envolvimento do ex-dirigente Angolano, Manuel Vicente, o envolvimento do empresário Chinês, Sam Pa e trouxe a tona um conjunto de questões onde, também está envolvido São Tomé e Príncipe”,lamentou.

Citando a aludida reportagem, Adelino Lucas afirma que “foi através daquela firma [CIF] do empresário Chinês, Sam Pa que enviou-se os dois navios catamarãs [para São Tomé e Príncipe], e um dos quais está em local incerto. [jornalistas] Investiguem”.

Adiantou, afirmando “e um outro[catamarã] está…, para usar a expressão que usamos aqui [em São Tomé e Príncipe], está a fussinhar junto ao Porto pesqueiro de Neves”, que dista ao norte da cidade de São Tomé, capital do País, mais de 27 km. 

Em 2015 quando se deu o escândalo dos tais navios, os Deputados da Assembleia Nacional de São Tomé e Príncipe insistiram em convidar o então Primeiro-ministro, Patrice Trovoada que recusou prestar explicações ao País. 

“Portanto, trata-se de dois catamarãs ofertados num negócio pouco transparentes”, prosseguiu. 

Prosseguindo, o governante afirma que“com essas denuncias e na posse desses dados, a Justiça já tem elementos para fazer o seu trabalho”. 

Na mencionada reportagem, citando um email enviado pelas autoridades espanholas, “ficamos a saber sobre embarcações em Espanha compradas com dinheiros públicos angolanos”,disse o repórter Angolano, Cabingano Manuel, tendo sublinhado que“dois catamarãs foram entregues a São Tomé e Príncipe”a mando de Sam Pa, actualmente preso na China por corrupção. 

Segundo ainda a mesma reportagem,“a China Internacional Fund, Limited com sede em Hong Kong é a mesma empresa Chinesa que assinou em 2015, o Contrato de Empréstimo de 30 Milhões de Dólares com anterior Governo liderado por Patrice Emery Trovoada” ao abrigo de um contrato que é também objecto de um processo-crime na Procuradoria-Geral da República de São Tomé e Príncipe. 

No âmbito da formação levada a cabo pela FONG e financiada pela União Europeia, foram capacitados mais de duas dezenas de jovens quadros das rádios comunitárias em matéria de “Jornalismo de Investigação” com auxílio de diversos jornalistas de Moçambique.

No termo dessa formação, foram atribuídos a cada um destes jornalistas, maioria membros das rádios sediadas em diversos Distritos da Ilha de São Tomé, e um da Região Autónoma do Príncipe, certificados de capacitação, pelo Secretário de Estado da Comunicação Social e o líder da FONG assim como do presidente da associação dos Jornalistas do País.  

Fim/MD/LM

STP-Press 

Índia doa medicamentos à São Tomé e Príncipe avaliados em 95 mil Euros

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Texto: Ricardo Neto e Danilson Gomes ** Foto: Lourenço da Silva

São – Tomé, 04 Jun 2021 ( STP-Press ) –  A República da Índia doou a São Tomé e Príncipe um lote de medicamentos avaliado em 95 mil Euros entregues hoje pelo Encarregado de Negócios da Índia,  Raja Murali, ao ministro são-tomense da Saúde,  Edgar Neves, em cerimónia esta manhã no maior centro hospitalar de São-Tomé, “ Ayres Menezes”.

Da lista constam, designadamente, 200.900 Azitromicina 250mg, 200.000 Azitromicina 500mg, 109.800, Cefotaxima 1000mg , 100.800 Levocetrizina 5mg, , 100.000  Ibuprofeno 400mg, 50.000 Montelukast 10mg, 30.000 Cloroquina 250mg, 9.700 Metronidazol 0,5mg e outros medicamentos em quantidades inferiores .

Na sua intervenção o encarregado de Negócios da Índia, Raja Murali, disse que hoje é um dia importante nas relações bilaterais e para a nossa nova missão em São Tomé”, tendo sublinhado que “é um prazer dedicar a remessa de medicamentos, avaliada em cerca de 95.000 euros à saúde e bem-estar da população de São Tomé e Príncipe”

“Este é o compromisso da Índia com a saúde das pessoas de países amigos”, disse Raja Murali, sublinhando que “agora, está estabelecida a uma ligação logística entre a Índia e São Tomé e Príncipe. Podemos ter a certeza de que muito mais remessas virão”.

Tendo declarado que “independentemente do custo e da quantidade, cada remessa representava um desafio diferente”, Murali disse que “mas o destino São Tomé apresentou um desafio único do ponto de vista logístico, o que talvez explique o atraso no envio até nós. O bom é que os remédios estão aqui e podem começar a beneficiar o povo”.

Intervindo na cerimónia, o ministro da Saúde, Edgar Neves disse que “tenho certeza de que este lote de medicamentos vai servir muito bem a nossa população, os nossos doentes. É uma contribuição muito importante para a melhoria da qualidade de vida das nossas populações”.

“Apesar de barreiras logísticas e de transporte, os medicamentos levaram mais tempo a chegar, mas chegaram. Estão a ser um contributo muito importante para o nosso país”, disse Edgar Neves, declarando que “a história das relações entre a Índia e STP é longa e dia-a-dia torna-se mais consolidada. Um dos exemplos é este que estamos a assistir”.

“Quero em nome do Governo deixar os nossos mais profundos e sinceros agradecimentos ao povo da Índia e que a nossa amizade e cooperação continue para sempre”, concluiu Edgar Neves.

Fim /RN e DG

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