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Secretária Regional do Ambiente visita obras do Projecto WACA na ilha do Príncipe

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Por: Cristiano Dondo na ilha Do Príncipe em especial a STP-Press

Santo António, ilha do Príncipe Mai 2021 ( STP-Press) – A Secretária Regional do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Ana Alice da Mata visitou esta terça-feira as obras do Projecto WACA no Praia das Burras na Região Autónoma de Príncipe, tendo exortado para o cumprimento do prazo de conclusão das mesmas.

Na sua deslocação acompanhada do Coordenador do Projecto WACA, Arlindo de Carvalho, os mesmos visitaram as obras de requalificação da estrada de acesso que liga Roça Paciência à Praia das Burras bem como os trabalhos de zona de expansão segura na referida comunidade.

Ao longo da visita a equipa técnica responsável pela execução das obras prestou alguns esclarecimentos aos visitantes, e tirou algumas dúvidas sobre aspectos técnicos da obra com incidência as de via de acesso.

Devidas as questões climatéricas, com intensas chuvas que tem assolado a Região, a Secretaria Regional de Ambiente mostrou-se bastante preocupada com o atraso das obras, em particular o prazo estipulado que já se esgotado.

 “A nossa visita cá no terreno e para acompanhar de perto esta intervenção do Projecto WACA que é bastante importante para a população de Praia das Burras uma vez que vai realocá-la para uma zona segura, afastando-a do perigo diários das mares altas, mas é verdade que estamos preocupados com atrasos das obras”- disse Ana Alice da Mata.

Por outro lado, algumas preocupações foram levantadas pela equipa técnica do gabinete da Secretária Regional, que mereceram esclarecimentos e recomendações do responsável da WACA, Arlindo Carvalho.

 “Nós vamos viabilizar com máxima brevidade as solicitações feitas e recomendamos que a Secretaria Regional apresente mais um representante que será ponto focal para o acompanhamento dessas obras na região, que como deve saber para além da Praia das Burras brevemente iremos lançar com curso para arranque das obras de requalificação de Praia Abade”- disse Carvalho.

A visita enquadra-se na deslocação de uma equipa multissectorial envolvendo a equipa técnica do Projecto WACA, Técnicos de Laboratório da Engenharia Civil Nacional, das Direção das Pescas, de ONG MARAPA, da COMPREC, e da empresa fiscalizadoras das ATI, que para além de visitar as obras acimas mencionadas, está também na recolha de amostras de solo para analise e testes para a produção de blocos como material alternativo a uso de área.

Nesta missão está ainda agendada a semelhança da ilha de São Tomé a distribuição de materiais segurança marítima para os pescadores locais.

Fim/CD

Sindicatos dos magistrados judiciais e M.P repudiam redução dos seus rendimentos no reajuste salarial e ameaçam greve

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Por: Ricardo Neto, Jornalista da Agência de Notícias STP-Press

São-Tomé, 11 Mai 2021 ( STP-Press ) –  Sindicatos dos Magistrados Judiciais e do Ministério Público são-tomense repudiaram esta manhã a “redução drástica  na ordem de 50% dos seus rendimentos” face a proposta do reajuste salarial introduzida há dias no Parlamento pelo Governo, tendo ambos sindicatos admitidos a hipótese de se recorrerem a greve alegando que a proposta do executivo “põe em causa o Estado de Direito Democrático”, anunciou hoje a porta-voz, Vera Cravid.

“É com estranheza que os sindicatos dos magistrados judiciais e do ministério público tomaram conhecimento da proposta da lei sobre o Estatuto Remuneratório da Função Pública, que já se encontra na Assembleia Nacional para feito de discussão e aprovação, onde os magistrados foram confrontados com uma redução drástica, na ordem de 50% do rendimento actual auferido” disse Vera Cravid, a Porta-voz dos dois sindicatos.

 “Os magistrados não estão contra o reajuste proposto pelo governo, mas repudiamos a redução drástica dos rendimentos dos magistrados nos termos propostos” disse Vera Cravid, tendo sublinhado que “se for necessário convocaremos a greve”

“Nos termos em que a presente proposta de lei apresentada na Assembleia Nacional, nota-se uma perda significativa do rendimento, o que põe em causa a independência, autonomia e a imparcialidade dos magistrados e perfeita dissonância com o princípio da irredutibilidade e da intangibilidade salarial, constitucionalmente consagrado, pondo em causa o Estado do Direito Democrático”, – sustentou a líder sindical dos magistrados.

Vera Cravid denunciou que “na proposta constata-se um tratamento discriminatório relativamente a figura do Procurador-Geral da República que foi rebaixada ao nível, tratamento e categoria para efeito remuneratório a do Juiz Conselheiro, o que nunca aconteceu desde da criação do Ministério Público, violando o princípio de equiparação e paralelismo de tratamento entre as magistraturas…”.

 “Todavia, a classe dos magistrados apresentaram, 2020, durante as negociações, uma contraproposta face a grelha salarial apresentada pelo Executivo, acontece que, até a presente data não houve qualquer reação pela parte do governo nem escrita nem verbal”, sustentou Vera Cravid.

Fim/RN

A OIT promove formação em Diálogo Social e Negociação Colectiva para os dirigentes sindicais, em São Tomé e Príncipe

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Texto: Por Ricardo Neto e João Soares ** Foto: Lourenço da Silva

 São Tomé, 09 Maio. (STP-Press) –  A Organização Internacional do Trabalho (OIT) promoveu uma sessão de  formação de três dias consecutivos (4,5,e 6 de Maio) aos dirigentes das Centrais Sindicais Organização Nacional dos Trabalhadores de São Tomé e Príncipe – Central Sindical (ONTSTP-CS) e União Geral dos Trabalhadores de São Tomé e Príncipe – Central Sindical (UGT-CS), que terminou quinta-feira, tendo como pano de fundo o reforço das capacidades em  diálogo social e negociação coletiva, considerados fundamentais para se ultrapassar os  efeitos nefastos da pandemia da Covid-19 e não só.

O primeiro dia foi dedicado à validação de um estudo intitulado “Avaliação dos impactos da Pandemia do COVID 19 sobre os Trabalhadores e as Organizações Sindicais em São Tomé e Príncipe” e a uma apresentação da situação do COVID 19 em São Tomé e Príncipe, pela Delegada de Saúde do Distrito de Água Grande e Directora Geral dos Hospitais de Campanha, Dra Adionilde Aguiar . Os outros dois dias foram dedicados ao reforço das capacidades das Organizações Sindicais em Diálogo Social e Negociação Colectiva.

 No balanço dos trabalhos, em declarações à STP-Press, a Coordenadora Nacional da OIT em São Tomé e Príncipe, Lurdes Viegas disse que ‟neste período da pandemia, o diálogo social é fundamental para a negociação coletiva‟, tendo sublinhado que “ é fundamental para promoção de um trabalho digno e para a justiça social”.

 Tendo considerado que “é necessário que os dirigentes sindicais sejam munidos de conhecimentos suficientes para que possam melhorar o desempenho das suas organizações sindicais”, Lurdes Viegas disse ainda para que os mesmos “possam negociar com os empregadores” bem como “aumentar a sua base organizativa”.

O Secretário-Geral da UGT-STP, Costa Carlos, disse que, ”nós havíamos solicitado um seminário desta índole e estamos aqui a falar deste assunto, aprendemos a técnica de negociação, como apresentar-se a uma negociação, quais são as agendas para levar a uma boa negociação, que são coisas bastante atuais que nós estamos aqui a tratar‟.

 ‟A questão do diálogo sempre esteve difícil em São Tomé e Príncipe‟, disse Secretário-geral da UGT-STP, (União Geral dos Trabalhadores de São Tomé e Príncipe), a este propósito justificando ”porque as partes ainda não se entenderam que sem o diálogo não se consegue promover o trabalho, no entanto é preciso conversar até a exaustão e não é preciso nós recorrermos à decisões unilaterais para criar conflitos”.

 “Se a gente se sentar nos bons dias e negociar de alma limpa e lavada nós não precisaríamos nunca, de recorrer à greve e manifestações”, disse Secretário-geral, sublinhando que ‟ enquanto não houver essa correspondência dos intervenientes no diálogo, então vamos ter sempre decisões unilaterais que se tomam e que acabam sempre em greve, manifestações e outras coisas mais”.

 Por sua vez, Albertino Castro, Secretário-geral Adjunto da Organização Nacional de Trabalhadores, ONTSTP-CS disse que  ”há necessidade de se criar uma convenção colectiva que regule as ações da vida dos trabalhadores no terreno. É neste quadro que temos o sector agrícola, em que estamos a debater para que haja um acordo coletivo que regule todos agricultores nacionais, para que tenham um caminho real à seguir. Isto só se consegue com  um acordo coletivo de trabalho.”

 ‟Falamos da COVID 19, pois é necessário que os trabalhadores saibam qual foi o impacto do coronavírus na vida laboral. Sobretudo na parte económica, sabemos que baixou muito o nível de vida dos trabalhadores”, disse Albertino Castro sublinhando que ”o que mais nos aflige é que trabalhadores foram despedidos e muitos destes despedimentos foram feitos sem justa causa porque não havia diálogo com o empregador, para que se pudesse dicutir uma outra hipótese”. 

O atelier foi realizado por video-conferencia e animado por especialistas do Escritório da  OIT em Yaoundé- Camarões;  Escritório Regional da OITem Abidjan – Costa do Marfim; da Sede da OIT em Genebra e intervenção de dirigentes das duas Centrais Sindicais que contribuiram com exemplos da realidade nacional.

Fim/RN,JS 

OMPP e São Tomé e Príncipe assinam acordo para revolucionar a área rural no País

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Por Jornalista Manuel Dênde da Agência de Notícias STP-Press 

São Tomé (São Tomé e Príncipe), 10 Mai. 2021 (STP-Press) – São Tomé e Príncipe e a Organização Mundial para a Paz (OMPP) acabam de assinar um Protocolo para investimentos em vários sectores do País, sobretudo, da agricultura, – anunciou o ministro da Agricultura, Francisco Ramos, um dos subscritores do documento. 

O acordo foi assinado pela parte da organização estrangeira pelo seu Director Executivo para África Central, David Ekeke, que deverá nos próximos seis meses apresentar os projectos, indicar a fonte e a garantia dos financiamentos. 

Além da agricultura, a OMPP propõe investir também na pecuária, saúde e educação. 

Em declarações após a subscrição deste protocolo, este responsável da OMPP, sedeado em Libreville, Gabão, defende que num País insular e chuvoso como São Tomé e Príncipe a grande aposta deve ser na agricultura, explorando as suas diversas vertentes, potenciando postos de emprego, potenciando a formação de quadros afim de se tirar o melhor da agricultura compreendendo a sua exportação. 

Segundo este responsável, a OMPP pretende investir em 15 comunidades agrícolas, casas, escolas, postos de saúde, instalando postos de abastecimento de água e reabilitando igualmente estradas de acesso às comunidades. 

Para não frustrar expectativas, Ekeke disse que a sua organização assinou o tal acordo para investir e fazer a diferença e não para “fazer a propaganda ou políticas baratas”. 

A ideia, segundo o mesmo, “é fazer a diferença dentro de um prazo bastante curto e apostar seriamente num desenvolvimento sustentável em áreas rurais de São Tomé e Príncipe”. 

O ministro da Agricultura, Francisco Ramos, falando a propósito da assinatura deste protocolo e advertindo ao parceiro que gostava de ver a concretização destes projectos, disse que o Executivo do qual faz parte assinou o acordo com propósito de transformar agricultura numa fonte de rendimento sustentável para o País e em especial os agricultores de São Tomé e Príncipe. 

“Assinamos este protocolo na expectativa de melhorar a vida dos São-tomenses e de atingirmos a auto-suficiência alimentar e nutricional”, disse ainda. 

Organização Mundial para a Paz, OMPP, é uma ONG sem fins lucrativos, e está sedeada em Tóquio (Japão), com representação em diversos continentes e o seu Director-geral é um Japonês de nome, Toshio Tomisawa.  

Fim/MD/LM

STP-Press 

Irmã Lúcia do Projecto Integrado de Lembá pede apoio para conclusão da Escola Secundária para 800 alunos

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Por Manuel Dênde, Jornalista da Agência de Notícias STP-Press 

Cidade de Neves (São Tomé e Príncipe), 10 Mai. 2021 (STP-Press) – A representação da congregação religiosa Católica ‘”Irmãs Franciscanas Hospitaleiras” de São Tomé e Príncipe, agendou para o próximo mês de Julho, na cidade de Neves, no norte do País), a inauguração de uma infra-estrutura escolar para acolher 800 alunos do primeiro ciclo do sistema de ensino nacional no Distrito de Lembá. 

A Irmã Lúcia Cândido, que anunciou a boa nova, falava a imprensa após o término de uma missa na Igreja de Neves que visava celebrar 63º ano de instalação da congregação nas Ilhas de São Tomé e Príncipe e 150 anos de expansão da mesma pelo Mundo, disse que para sua inauguração no início do segundo semestre deste ano, precisa de alguns apoios das autoridades São-tomenses e de instituições outras para a sua conclusão. 

“Pensamos em inaugurar no próximo mês de Julho uma escola secundaria básica, Nossa Senhora de Neves, com capacidade para 800 alunos”, informou, para depois apelar que “hoje temos algumas dificuldades em concluí-la e por isso, pedimos [as autoridades nacionais e instituições outras] apoio para a sua conclusão, pois trata-se de uma obra social de grande vulto e que vai contribuir para um desenvolvimento sustentável de São Tomé e Príncipe”. 

Explicou que a obra inserida no Projecto Integrado de Lembá, o qual comporta uma carpintaria com 18 jovens e um atelier de costura com 16 jovens, que além de contribuir para esbater o índice de desemprego no País, concorre para a socialização do segmento juvenil neste Distrito nortenho na Ilha de São Tomé. 

Com o surgimento do Covid-19 que expandiu a crise social pelo Mundo, hoje a congregação tem sérias dificuldades em concluir e projecto de infra-estrutura escolar e assim, a irmã Lúcia Cândido vê-se obrigada a fazer este apelo para tocar mais na componente humana de algumas pessoas e instituições vocacionadas nesse aspecto. 

O Projecto Integrado de Lembá em São Tomé e Príncipe conduzido pela irmã Lúcia Cândido comporta várias vertentes sociais, das quais a educação, a componente profissional e assistencialismo e nesta vertente o projecto inaugurou em 2017 um infantário para 40 bebés de famílias desfavorecidas de Lembá. 

A partir deste infantário, estas bebés passaram a receber cuidados, alimentação e acompanhamento da Irmã Lúcia e a sua equipa, que acolhe também “jovens dos 14 aos 16 anos em situação de extrema pobreza”,revelou a Irmã Lúcia Cândido.

Além do Estado de São Tomé e Príncipe, Rotary Club da Ponte de Lima e o Estado Português habitualmente conferem apoios visando fortalecer este projecto social e humanitário que visa a integração assim como a formação do homem São-tomense. 

Fim/MD/LM

STP-Press 

PAM oferece materiais avaliados em 100 mil dólares ao ministério da Agricultura

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Por Manuel Dênde, Jornalista da Agência de Notícias STP-Press  

São Tomé, 08, Mai(STP-Press)-O Programa Alimentar Mundial entregou, esta sexta-feira,em São Tomé, aos responsáveis da Agricultura de São Tomé e Príncipe, acessórios e meios rolantes no valor de 100 Dólares para relançar iniciativas agro-alimentares em favor de Crianças São-Tomenses, informou à STP-Press, um responsável da agência neste país de África Central.  

Director do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Rural(CADR), Akizul Nascimento, afirmou que esses materiais vão permitir ao CADR monitorizar e fiscalizar os programas de culturas agrícolas em diversas áreas distritais de produção da agricultura no arquipélago São-Tomense.  

De acordo com a representante do PAM, os materiais ora ofertados, o CDAR vai igualmente estimular a produção de pequenos agricultores com vista a garantir uma produção regular para as cantinas escolares nas Ilhas de São Tomé e Príncipe.  

Neste país, mais de 40 mil Crianças em idade escolar beneficiam com auxílio do PAM de um prato quente em diversas escolares de ensino básico e para qual, esta Agência da ONU incentiva a direcção dessas escolas a criação de horto escolar numa perspectiva de inclusão e estimular o gosto dessas crianças pelas escolas.  

Quantificando os materiais ofertados, pontuou três motos e acessórios de reposição em motos e viaturas hoje paralisadas e que tratam – se de meios indispensáveis a vulgarizar a produção agro-alimentar numa altura em que o país afro-lusofono faz face a crise sanitária do COVID-19.  

FIM/MD  

Evaristo Carvalho regressa ao País depois de participar na Cimeira de Negócios da CPLP na Guiné-Equatorial

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Por Manuel Dênde, Jornalista da Agência de Notícias STP-Press  

São Tomé, 08,Mai(STP-Press)-O Presidente da República de São Tomé e Príncipe, Evaristo Carvalho, regressou este sábado ao seu país, depois de ter participado na reunião-cimeira de negócios da CPLP, na Guiné-Equatorial.  

Além de participar nesse certame, Evaristo Carvalho reuniu – se a margem deste encontro com o chefe de Estado equato-guineense, Teodoro Obiang Nguema Mbasogo com quem abordou assuntos de interesse comum e bilateral.  

São Tomé e Malabo iniciaram há mais de dois anos negociações com vista a criação de uma empresa única e exploram conjunta de petróleo e gás na zona de sobreposição da fronteira marítima entre a Guiné-Equatorial e São Tomé e Príncipe.  

Nessa cimeira de três dias da CPLP organizada pela Confederação Empresarial dos Estados de língua Portuguesa, terminou, sexta-feira, traduziu – se em assinaturas de vários protocolos entre esses países e autoridades equato-guineenses assim como uma chamada ‘’Declaração de Malabo’’.  

 Após esta reunião cimeira, os chefes de Estado e do governo da CPLP vão reencontrar – se em Luanda ainda este ano para discutirem o complexo dossier respeitante a circulação de pessoas e bens no espaço da CPLP.  

A delegação presidencial São-tomense integrava, além de alguns membros do gabinete de Evaristo Carvalho, a ministra dos Negócios Estrangeiros Edithe Tem-Jua e Ministro de Recursos Naturais, Osvaldo Abreu.  

O certame de três dias decorreu no Centro Internacional de Conferências de Sipopo, em Malabo e contou com a participação de mais de 250 empresários de Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.  

FIM/MD  

Redes de Boa Governação e de Jornalistas sensibilizam parlamentares sobre proposta de Lei de Acesso as Fontes de Informação

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Por Manuel Dênde, Jornalista da STP-Press 

São Tomé (São Tomé e Príncipe), 07 Mai. 2021 (STP-Press) – As Redes de Boa Governação e dos Jornalistas de São Tomé Príncipe reuniram-se com a Bancada Parlamentar do Partido Acção Democrática Independente, ADI, afim de sensibiliza-la visando aprovação da proposta de Lei de Acesso as Fontes de Informação no País. 

Segundo Adarlene Vaz, porta-voz da Rede de Boa Governação, a reunião que teve lugar, esta quinta-feira, na Casa Parlamentar e a proposta de Lei tem respaldo do ADI. 

Detalhando alguns aspectos desta proposta de Lei ainda na fase sensibilizadora, ela corporiza entre outros, aspectos ligados ao direito de acesso ao documento administrativo e a reserva da vida privada. 

Áreas como a saúde e ambiente corporizam igualmente este documento que em 2018 havia sido submetido à Assembleia Nacional, mas que não teve continuidade face aspiração da última Legislatura. 

A proposta em causa sugere a regulamentação assim como a delimitação daquilo que é segredo de Estado e segredo militar, a luz do direito dos cidadãos a informação no âmbito de uma Democracia plural no País. 

A Lei que se pretende que tenha uma eficácia efectiva, propõe um prazo de cinco e 10 dias para satisfação da petição por um cidadão nacional sob pena dos infractores virem a ser sancionados. 

Fim/MD/LM

STP-Press 

Primeiro-ministro discute com os estudantes a melhoria de Ensino em São Tomé e Príncipe

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Por Manuel Dênde, jornalista da Agência de Notícias STp-Press 

São Tomé (São Tomé e Príncipe), 07 Mai. 2021 (STP-Press) – O Primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, Jorge Bom Jesus, discutiu nas últimas horas, na cidade de São Tomé, com líderes associativos de diferentes liceus a problemática do ensino/aprendizagem no País. 

No encontro que decorreu no seu gabinete na praça Yon Gato e em que marcou igualmente presença, Julieta Rodrigues, ministra da Educação e Ensino Superior assim como o presidente do Conselho das Associações Juvenis do País, aflorou-se várias questões ligadas a “melhoria do ensino em São Tomé e Príncipe”. 

No termo da reunião, líderes associativos do Liceu Nacional, da cidade de São Tomé, de Mé-Xinhó, do Distrito de Lobata, no centro-norte da Ilha de São Tomé e de Maria Manuela Margarido, do Distrito de Mé-Zóchi, consideram o encontro de bastante frutífero uma vez que “os problemas que nós apresentamos a Sua Excelência o Senhor Primeiro-ministro encontraram alguma satisfação”. 

Tomou igualmente parte nesta reunião o presidente do Conselho Nacional dos Estudantes, que informou a Imprensa que a reunião de género será extensiva aos estudantes da Região Autónoma do Príncipe. 

No final da mesma reunião e indagada pela Imprensa à explicar a causa da reunião, Ely Costa, líder associativa do Liceu Nacional indicou, nomeadamente, transporte escolar, medidas de inclusão pós conclusão do ciclo liceal compreendendo oportunidades de estudar no exterior ou obtenção de bolsas internas visando os estudos universitários e alguns de foro infra-estrutural referente a melhoria das instalações escolares. 

É a primeira que regista-se em São Tomé e Príncipe um encontro de género entre um Chefe do Executivo do País, no seu gabinete de trabalho e estudantes São-tomenses versando sobre a problemática de melhoria de ensino em São Tomé e Príncipe. 

A reunião surge dois dias depois da ministra da Educação e Ensino Superior São-Tomense, Julieta Rodrigues ter garantido a propósito de 5 de Maio, Dia de Língua Portuguesa, medidas visando reforço de melhor qualidade de ensino da língua portuguesa em São Tomé e Príncipe. 

Fim/MD/LM

STP-Press 

Autoridades garantem debates na Imprensa Estatal para candidatos às Eleições Presidenciais em São Tomé e Príncipe

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Por Manuel Dênde, jornalista da Agência de Notícias  STP-Press  

São Tomé (São Tomé e Príncipe), 07 Mai. 2021 (STP-Press) – A luz das Eleições Presidenciais de 18 de Julho, autoridades São-tomenses equacionam medidas visando a participação de candidatos em debates prévios na Imprensa Estatal de São Tomé e Príncipe. preliminar

A garantia foi dada em São Tomé, pelo Jornalista, Maximino Carlos, chefe da divisão de Informação da Rádio Nacional de São Tomé e Príncipe. 

O responsável que moderava, esta quinta-feira, um programa televisivo na TVS, televisão pública, por ocasião da programação alusiva ao 3 de Maio, Dia da Liberdade de Imprensa, em que esteve em debate “o acesso as Fontes de Informação”, disse que o debate para as Eleições Presidenciais vai envolver acesso a Rádio e a Televisão estatais de modo que os candidatos consigam transmitir ao eleitorado o seu “Projecto de Sociedade”, após serem sancionados pelo Tribunal Constitucional.

“A luz da Lei e como é habitual, no quadro de aprofundamento da democracia, autoridades vão viabilizar os principais meios de Comunicação Social, nomeadamente, a Rádio e Televisão Nacionais para que os nossos concidadãos conheçam a Agenda de cada um candidato às Eleições Presidenciais de 18 de Julho”, adiantou. 

Maximino Carlos, admitiu que contrariamente aos anos anteriores, o debate dos candidatos poderá vir a levantar alguns constrangimentos no formato devido o número considerado excessivo dos potenciais cidadãos que concorrem a estas Eleições. 

A STP-Press apurou que até hoje, sete de Maio, já anunciaram a intenção de concorrer ao pleito mais de uma dezena de São-tomenses com mais de 35 anos, idade fixada pela Lei para nacionais de ambos sexos terem acesso à candidatura. 

Destas pessoas que deverão dispor unicamente de nacionalidade São-tomense, destaque para algumas figuras de peso originários de alguns partidos mais acentuados do País como o ADI (na oposição) que apoia Carlos Vila Nova, Guilherme Pósser que é apoiado pelo MLSTP (no Poder em coligação) e Delfim Neves, apoiado pelo PCD (no Poder em coligação), Carlos Neves líder da União MDFM-UDD.

Maria das Neves, antiga Primeira-ministra do País, Elsa Pinto, ex-ministra dos Negócios Estrangeiros, Jorge Amado e Aurélio Martins, antigo e ex-líder do MLSTP e Vitor Monteiro, Deputado e Coronel na Reserva. 

Fim/MD/LM

STP-Press 

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