Texto: Ricardo Neto e Leonel
Mendes **Foto: Lourenço da Silva
São Tomé, 07 Jun 2020 ( STP-Press
) – São Tomé e Príncipe anunciou na tarde sábado mais 4 casos positivos de
coronavírus, totalizando 513 casos por acumulação, de acordo a porta-voz do
ministério da Saúde, Isabel Santos.
Citando o boletim diário, Isabel
Santos anunciou que, dos últimos cinco testes rápidos realizados, 4 deram
positivos e 1 negativo.
A porta-voz revelou um total de
513 casos positivos em acumulação no País, sendo, 425 em isolamento domiciliar,
68 recuperados e 6 internados no hospital de campanha, bem como o registo
acumulado de 12 óbitos desde declaração da doença no País.
Além do registo de 2 pacientes
suspeito no SR (sintomático respiratório), o documento de hoje faz ainda
referência a 11 pessoas em quarentena na RAP [Região Autónoma do Príncipe”
Por: Ricardo Neto, Leonel Mendes e Fredibel Umbelina
São Tomé, 05 Jun 2020 ( STP-Press ) – São Tomé e Príncipe registou hoje mais 10 casos positivos de coronavírus e total sobre de 499 para 509 de infeções da Covid-19 por acumulação no País, de acordo com o boletim epidemiológico enviado esta tarde a STP-Press a partir da ilha do Príncipe,onde se encontra uma equipa do ministério da Saúde, face a pandemia.
O documento revela que, nas
últimas 24 horas foram realizados um total de 22 testes rápidos, dos quais, 10
resultaram positivos e 12 deram negativos.
O documento revela um total de 509
casos positivos em acumulação no País, sendo, 423 em isolamento domiciliar, 68
recuperados e 6 internados no hospital de campanha, bem como o registo
acumulado de 12 óbitos desde declaração da doença no País.
Além do registo de 4 pacientes
suspeito no SR (sintomático respiratório), o documento de hoje faz ainda
referência a 11 pessoas em quarentena na RAP [Região Autónoma do Príncipe”.
São-Tomé, 05 Jun 2020 ( STP-Press ) – O primeiro-ministro são-tomense, Jorge Bom Jesus presidiu esta manhã a cerimónia de inauguração de um reservatório de água, localizado em Maianço, distrito de Lobata, num projecto financiando pelas petrolíferas BP e Kosmos em cerca de 820 mil Euros.
Além de Lobata a 12 quilómetros da capital, o novo reservatório de quinhentos metros cúbicos vai permitir ainda o abastecimento de água potável a algumas localidades do distrito de Agua-Grande, a capital do País, designadamente, Boa Morte, Água Marçal, Oquê-Del-Rei, Bairro de Liberdade, Campo de Milho, Bairro de Quartel, incluindo, o maior centro hospitalar do País, o “Ayres de Menezes e outras zonas circundantes.
O projecto de construção e montagem de equipamentos na rede e em reservatório de fornecimento de água potável construído pela empresa Constromé, enquadra-se no programa do Governo de Bom Jesus através do ministério das Obras Públicas, Infraestruturas, Recursos Naturais e Ambiente, com financiamento das supracitadas empresas que executam a prospeção de blocos de petróleo na Zona Económica Exclusiva do arquipélago.
O Chefe
do Governo, Jorge Bom Jesus e o ministro das Obras Públicas, Osvaldo Abreu,
durante a cerimónia de inauguração, enalteceram a importância desta
infraestrutura, uma vez que “com à entrada em funcionamento do reservatório de
água potável, vai permitir que as diferentes localidades que não beneficiavam
de fornecimento de Água potável com regularidade passam a ter acesso a este
precioso liquido”.
Além do
ministro da tutela, Osvaldo Abreu, a cerimónia de inauguração contou com a
presença do presidente da Câmara Distrital de Lobata, Arlindo Guê, Presidente
da Câmara de Agua-Grande, José Maria da Fonseca entre outras individualidades.
Reportagem
de Arcângelo Dendê, Jornalista da Agência STP-Press
São-Tomé, 05 Jun ( STP-Press ) – A directora-geral dos Registos e Notariado, DGRN de São Tomé e
Príncipe, Adjelcínya Major, congratulou-se, há poucas horas, com as orientações
do Governo pela retoma de alguns serviços da Administração Central de Estado,
inclusive a instituição que dirige, permitindo o desafogar da anterior medida
face a pandemia de Covid-19.
“Enquanto cidadã, congratulo com as decisões, as medidas do
Governo e do Estado são-tomense, porque tinha de ser, é uma situação de saúde
pública e temos que trabalhar medidas para que o cidadão possa estar seguro,
proteger a si e aos outros.
Admitindo as dificuldades que enfrenta o sector, na
circunstância da existência do Covid-19 no país, a directora-geral considera a
população “teimosa”, porque, segundo a mesma muitas vezes faz-se esquecer as
medidas e “temos de ameaçar que vamos fechar para ver se cumpre as regras.
“Os agentes da Polícia estão à porta a nos ajudar e a população
tem de colaborar, temos de mudar de mentalidade” – disse Adjelcínya Major.
Esta responsável sublinhou que o governo não precisa criar
medidas para prejudicar os cidadãos, “porque também é composto por cidadãos.
Nós, a DGRN, aquilo que tem estado ao nosso alcance fazemos, o bom é que há uma
colaboração entre os funcionários e os responsáveis e esta colaboração mútua
tem-nos ajudado bastante.”
Enaltecendo a importância da Comunicação social, na
vertente da sensibilização, educação e outros, admite que o grande problema
reside na mentalidade, “lembro-me do encerramento e havia vozes que
contrariavam, mas deixamos os serviços mínimos de registo de nascimento, óbito,
testamento e até o casamento.
Os utentes, que na circunstância solicitavam os diversos
serviços da DGRN, consideraram a reabertura da instituição uma oportunidade
para viabilizar as suas solicitações, argumentando que os cidadãos não devem
ter documentos em falta nem tanto quanto fora de validade.
Por outro lado, os mesmos lamentaram o incumprimento do
distanciamento, que não era obedecido na fila, tendo em conta tratar-se de uma
das medidas já imposta pelo Governo, visando reduzir a possibilidade de
contágio pelo novo coronavírus, o Covid-19.
Questionada sobre algumas reclamações dando conta de emissão de
documentos com erros, Adjelcínya Major disse que “isso é factual, porque
estamos a lidar com o ser humano. De algum tempo a esta parte, infelizmente, em
todas as instituições do Estado isto tem estado a acontecer, porque muita gente
ascende ao cargo sem passar por um exame”.
“Particularmente a DGRN, a lei diz que temos de trabalhar a
ortografia e a caligrafia do agente”, disse tendo sublinhando que “antes a
exigência era a ortografia-quem não escreve bem não pode fazer um registo, uma escritura.
O Registo é importante, porque briga com identidade, os actos”.
Explicou que “se faço, hoje, um Registo daqui há cem anos aquilo
está lá escrito e, muitas vezes, por causa daquele erro, se venho para
recuperar aquele documento tem de se retificar. Temos estado a enfrentar mas
vamos trabalhar para ultrapassar com sensibilização e formação”.
Interrogada sobre as condições de trabalho no sector a directora
geral foi perentória em responder que “no
quadro da hierarquia, compatibilidade com as instituições é como se fosse uma
secretaria-geral do Estado. Há exigência própria para Secretaria. É um serviço
específico que briga com a vida do cidadão desde o início até a morte. É uma
instituição que seque os passos do cidadão em tudo que ele faz”.
Sustentou ainda que “para
nós, enquanto funcionários e dirigentes da Direcção-Geral, deveria estar mais
posicionado. Porque, durante muito tempo, entendemos que isto ficou um pouco
relegado apesar da importância”.
“Acredito que a importância tem
estado a tocar, hoje, nos distintos dirigentes e estamos a trabalhar para
colocar a Direcção-Geral no devido lugar como uma instituição específica do
Estado, porque mais nenhuma instituição do Estado faz registo das pessoas, faz
óbito, escritura pública”- disse.
Quanto a eventualidade de alguma flexibilidade
em termos de preçário tendo em conta eventual fragilidade de utentes neste período
da pandemia da Covi-19, disse que “logo na ascensão deste Governo, entre Março e Abril do ano transato trabalhou-se
na alteração das tabelas dos serviços, sobretudo os documentos básicos como
Bilhete de Identidade, Certidão de Nascimento.
“Reduzimos, o valor está
acessível. Temos a questão de própria isenção que decorre da lei tanto para
Registo Criminal como para o BI, mas com uma condição- são as instituições que
estão encarregues a tratar do cidadão é que tem de solicitar-nos esse serviço”,
exemplificou.
Relativamente a celeridade na feitura dos documentos, sublinhou
que “os serviços para caso prático são
céleres. Estamos numa fase de transição do escrito para informático, num meio
ainda manuscrito e informático. Se reduzirmos demasiado o prazo e não
conseguirmos cumprir o cidadão reclama”.
“Quando tudo estiver
devidamente organizado, com um clique imprime-se um documento”- assegurou Adjelcínya Major
Em termos de dificuldades
mais relevantes para o funcionalismo do sector, disse que “é a de colocar os serviços, eles
todos, informatizados. Hoje, não podemos admitir que tenhamos um BI, um Registo
Criminal da forma como eles são feitos, onde um cidadão muito inteligente possa
alterar”.
Disse ainda que “temos de
ter um sistema inteligente, com pessoas formadas e capacitadas a altura desse
sistema. Se calhar um espaço físico melhor para dar melhor dignidade a
instituição”.
Falando da celeridade na
emissão dos documentos bem como o projecto de digitalização iniciado em 2017,
respondeu que “já terminou a fase de
digitalização e catalogação mas ainda não foi entregue oficialmente o projecto
ao beneficiário para avaliação. É um projecto que abarca cem anos de população
activa”.
Adjelcínya Major
sublinhou que “é um trabalho que
merece continuação, exige financiamento e existe muito trabalho ainda para ser
feito. A projeção era para quatro actos, nascimento, casamento, óbito e
perfilhação. É um trabalhão que temos pela frente”.
“Há continuidade de Estado, o nosso
objectivo é enquadrar pessoas com competência. Queremos produção, há muito para
fazer, queremos melhoria”, acrescentou a Directora Geral
Questionada que enquanto mulher como
consegue conciliar a família e a função que assume, Adjelcínya Major respondeu que “enquanto formos dirigentes, temos de estar
preparados para qualquer situação e dar respostas as mesmas situações e de
forma muito hábil. Enquanto mulher acima de tudo é necessário ter um plano de
trabalho, executar e partilhar o bom senso que existe dentro de nós. Os
funcionários têm sido companheiros.
Adjelcínya Major Neto, licenciada em Direito, mestra em
Resolução de Conflitos e Mediação e pós graduada em Sistema de Certificação
Electrónica do Estado, dirige a DGRN há menos de dois anos.
A instituição visa dirigir, orientar e coordenar os serviços do
registo do estado civil e da nacionalidade, da identificação civil, dos
registos predial, comercial e de bens móveis e do notariado.
Na prossecução da sua missão, a DGRN pretende ser uma prestadorora
do serviço público de excelência, capaz de assegurar uma gestão integrada,
eficaz, eficiente dos recursos disponíveis, com base num sistema de informação
moderno com elevado nível de fiabilidade e apoiado por um corpo de funcionários
especializados, com elevado nível de competência, sentido de serviço público,
desempenho e fortemente motivado.
A DGRN foi elevada, pela primeira vez, à categoria de
Direcção-Geral, pelo Decreto n.º 43/09, de 8 de Dezembro, com as atribuições,
designadamente, de apoiar o Ministro da Justiça na formulação e concretização
das políticas relativas à identificação civil, aos registos e ao notariado, e
acompanhar a execução das medidas delas decorrentes.
Tem ainda o objectivo de efectuar estudos, propor medidas e
definir as normas e técnicas de actuação adequadas à realização dos objectivos
tais como contribuir para a melhoria da eficácia dos serviços dos registos e do
notariado, propondo as medidas normativas, técnicas e organizacionais que se
revelem adequadas, garantindo o seu cumprimento uma vez adoptadas, superintender
na organização dos serviços que dela dependem, dirigir, acompanhar e avaliar o
desempenho dos serviços dos registos e do notariado e a respectiva gestão.
Tem ainda a missão de programar e promover as acções necessárias
à formação dos recursos humanos afectos aos serviços centrais e externos da
DGRN, bem como assegurar a sua realização, programar e executar as acções
relativas à gestão dos recursos humanos afectos aos serviços centrais e
externos da DGRN, promover as acções necessárias relativas ao aproveitamento e
desenvolvimento dos recursos patrimoniais e financeiros afectos aos serviços
centrais e externos da DGRN,
Texto: Ricardo Neto e Leonel Mendes * Foto: Lourenço da Silva
São Tomé, 04 Jun 2020 ( STP-Press ) – São Tomé e Príncipe anunciou hoje 14 novos casos positivos de coronavírus, aumentando para um total de 499 infeções de Covid-19 por acumulação, de acordo com a porta-voz do ministério da Saúde, Isabel Santos.
Citando boletim diário da
pandemia, Isabel Santos revelou que, nas últimas 24 horas realizaram-se um
total de 31 testes rápidos, dos quais, 14 deram positivos, 16 negativos e 1
inconclusivo.
Quanto aos casos positivos acumulados,
a porta-voz revelou que houve uma subida de 485 para 499, dos quais, 414 em
isolamento domiciliar, 68 recuperados e 5 internados no hospital de campanha,
bem como o registo acumulado de 12 óbitos desde declaração da doença no País.
Além do registo de 3 pacientes suspeito no SR (sintomático respiratório), o documento de hoje faz ainda referência a 11 pessoas em quarentena na RAP [Região Autónoma do Príncipe”
São-Tomé, 04 Jun ( STP-Press ) – O Partido Trabalhista São-Tomense, PTS, disse hoje reconhecer “os esforços” do governo
liderado pelo primeiro-ministro, Jorge Bom Jesus e “as notáveis prestações” do
Presidente da República, Evaristo Carvalho em ações de combate a propagação da pandemia do
coronavírus [ a Covid-19] no País.
Tendo declarado que “ciente dos esforços empreendidos pelo governo, sob a esclarecida liderança do primeiro-ministro, Jorge Bom Jesus e as notáveis prestações de Sua Excelência o Presidente da República, Evaristo Carvalho, o partido sublinha que “vem por este meio manifestar o merecido apoio, o devido reconhecido, a devida gratidão e o necessário encorajamento de todas às entidades, todos os profissionais e sociedade civil envolvidos neste combate”.
Em comunicado enviado esta manhã a STP-Press, com assinatura
do presidente, Anacleto Rolim, o partido destacou ainda “a entrega abnegada dos
profissionais de diferentes ramos com realce para os profissionais de saúde diretamente
envolvidos no controlo e o digno tratamento dos cidadãos infetados”.
O PTS constatou que “a situação é grave, mas felizmente sob
controlo das autoridades sanitárias do País, prontamente apoiadas pela Organização
Mundial da Saúde e outras agências das Nações Unidas que operam no país, bem como
múltiplos apoios de parceiros bilaterais, com destaque para as ajudas vindas da
República Popular da China”.
“O partido saúda e enaltece todas as ajudas internacionais
até aqui prestadas aos Estado São-Tomense nesta gigantesca luta contra a
Civid-19, mormente as ajudas vindas do governo da República Popular da China e
da OMS”, lê-se ainda no comunicado.
O PTS , sem assunto parlamentar, aproveitaram “para uma vez mais apelar aos cidadãos, no sentido de respeitarem as autoridades, colaborarem com as mesmas, praticarem as recomendações emanadas pelas autoridades e contribuírem no combate a esta pandemia no nosso País”.
Os últimos dados sobre a evolução da pandemia do País dão conta da existência
de um total de 485 casos positivos do coronavírus no país, dos quais, 400 estão
em isolamento domiciliar, 68 recuperados, 5 no internamento em hospital de
campanha e um registo de 12 mortes já acumulados.
Por: Ricardo Neto,
Jornalista da Agência de Notícias STP-Press
São-Tomé, 04 Jun (
STP-Press ) – O governo declarou hoje não ter recebido nenhum cêntimo sequer do
projecto de requalificação da marginal de São Tomé, tendo sublinhado que a
actual intervenção nada tem a ver com o anunciado financiamento da Holanda e
Banco Europeu, que foi interrompido em consequência da pandemia da Covid-19, – de
acordo com uma nota do Ministério das Obras Públicas enviada a STP-Press, a
qual, poderá ler na íntegra.
Por:
Ricardo Neto, Leonel Mendes e Lourenço da Silva
São-Tomé, 03 Mai 2020 (
STP-Press ) – O número de casos positivos por coronavírus em São Tomé e
Príncipe subiu para 485 na sequência do registo de mais 1 novos casos saído dos
testes rápidos nas últimas 48 horas [ dias 1 e 2 de Junho ] no País, – anunciou
hoje, quarta-feira dia 03 a porta-voz do ministério da Saúde, Isabel Santos.
Citando o Boletim
epidemiológico Isabel Santos revelou que dos dois dias em causa a porta-voz
revelou um total de 6 testes rápidos, dos quais, 1 deu positivo e restantes
deram negativos, tendo o número total de casos subido para de 484 para 485 por
acumulação.
O boletim revela ainda que dos
485 casos acumulados, 400 estão em isolamento domiciliar, 68 recuperados, 5 no
internamento em hospital de campanha e o registo de 12 mortes já acumulados.
Além do registo de 4 pacientes suspeito no SR (sintomático respiratório), o documento de hoje faz ainda referência a 11 pessoas em quarentena na RAP [Região Autónoma do Príncipe”.
São-Tomé,
03 Jun ( STP-Press ) – UNICEF na manhã de terça, na pessoa da sua Representante
Adjunta, Sra. Mariavittoria Ballotta, fez a entrega de um lote de medicamentos
e equipamentos para saúde materna e infantil ao Sr. Ministro da Saúde, Dr.
Edgar Neves, material que chegou num voo fretado pelas Nações Unidas.
Para além do lote de
medicamentos, como Amoxicilina, Paracetamol, Metronidazol, Cotrimoxazol,
Salbutamol, Sulfato ferroso+ Ac. Fólico e outros mais, constam igualmente
embalagens plásticas para comprimidos, balança electrónica mãe/filho.
Esta acção insere-se no quadro da
resposta do Sistema das Nações Unidas através do UNICEF à solicitação do
Governo de continuar a garantir a continuidade dos serviços essenciais às
crianças de São Tome e Príncipe, reduzindo deste modo os impactos graves que a
ausência destes serviços pode acarretar na vida das mulheres e crianças do país
neste periódo de pandemia.
Esta acção esta estimada em cerca
de 10 mil dólares e os materiais foram entregues ao Programa de Saúde
Reprodutiva do Ministério da Saúde.
Toda a logística que permitiu a
chegada do lote de medicamentos e equipamentos para saúde materna e infantil
foi assegurada pelo PNUD, que é a agência responsável pela Gestão e logística
das Nações Unidas no País e o frete da aeronave foi financiado pela OMS.
No quadro do apoio da ONU ao
diagnóstico do COVID-19 no país, foi enviado no voo de regresso um grupo de
amostras para serem testadas no laboratório em Gana.
Por outro lado, ainda como
resposta ao COVID19 foram feitas encomendas de concentradores de oxigenio,
equipamentos medicos e rádios solares que chegarão ao país nos próximos tempos.
Por : Manuel Dênde, Jornalista da Agência de Notícias STP-Press
São Tomé, 03, Jun. (STP-Press) – Autoridades de São Tomé
e Príncipe devem concluir hoje, com auxílio de especialistas Chineses uma acção
de capacitação de quadros sanitários São-tomenses no âmbito de luta contra
Covid-19, – informou hoje, em São Tomé, uma fonte hospitalar.
De acordo com Pascoal de Apresentação, Director-geral do
Hospital “Dr. Ayres de Menezes”, a formação de dois dias, realiza-se numa das
instalações do principal centro hospitalar do País, Dr. Ayres de Menezes, que
situa-se a pouco mais de cinco km da cidade de São Tomé.
O responsável que falava à Imprensa Nacional, disse que
esta reciclagem visa potenciar médicos e enfermeiros nacionais com
conhecimentos, nomeadamente, em áreas de insuficiência respiratória e de
manuseamento de ventiladores para pacientes em situação de urgência.
Disse ainda que esta acção de capacitação é orientada por 12 médicos Chineses que se encontram em São Tomé no âmbito da cooperação bilateral São Tomé / Pequim .
Estes especialistas chegaram a São Tomé há cerca de cinco
dias para ajudar as autoridades na luta contra Covid-19.
A cerimónia de abertura do acontecimento foi co-presidida
pelo Embaixador da China no País, Wang Wei e o Ministro da Saúde, Edgar Neves,
que, enalteceu a excelência na cooperação entre Pequim e São Tomé e o diplomata
Chinês, que não obstante adversidades causadas por Covid-19, reafirmou a
vontade de Pequim em ajudar São Tomé e Príncipe.
Recorde-se que os últimos dados sobre evolução da
pandemia no arquipélago, dão conta da existência de um total de 484 de
infecções da Covid-19 por acumulação, sendo 397 em isolamento domiciliar, 68
recuperados e 7 internados no hospital de campanha, bem como o registo
acumulado de 12 óbitos desde declaração da doença no País.
Trata-se de primeira acção de género organizada no País
com vista a reforçar as competências de quadros sanitários nacionais na área de
Covid-19.