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Covid-19: São Tomé e Príncipe anuncia 15 novos casos, totalizando 458 por acumulação

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Texto: Ricardo Neto e Leonel Mendes ** Foto: Lourenço da Silva

São Tomé, 28 Maio 2020 ( STP-Press ) – São Tomé e Príncipe registou hoje  mais 15 casos positivos de coronavírus, subindo para um total de 458 infeções de Covid-19 por acumulação, de acordo com dados do boletim sobre a evolução da pandemia, divulgados hoje, dia 28 pela porta-voz do ministério da Saúde, Isabel Santos.

 De acordo com o documento nas últimas 24 horas foram detetados por testes rápidos, mais 15 novos casos, aumentando para um total de 458, dos quais, 369 em isolamento domiciliar, 68 recuperados e 9 internados no hospital de campanha, bem como o registo acumulado de 12 óbitos desde declaração da doença no País.

Além do registo de 4 pacientes suspeito no SR (sintomático respiratório), o documento de hoje faz ainda referência a 11 pessoas em quarentena na RAP [Região Autónoma do Príncipe”.

O número de mortos em África pela covid-19 aumentou para 3.696 nas últimas 24 horas, mais 107, em mais de 124 mil casos de infeção em 54 países, de acordo com dados sobre a pandemia no continente.

A nível global, a pandemia do coronavírus já matou pelo menos 352.494 pessoas e infetou mais de 5.605.020 pessoas em 196 países e territórios desde o início da doença, em dezembro de 2019 na cidade chinesa de Wuhan.

Fim/RN

Pode ler o Boletim

Covid-19: Governo de Jorge Bom Jesus inicia pagamento de indemnizações aos trabalhadores afectados pela pandemia

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Texto:  Manuel Dênde *** Foto: Lourenço da Silva

São Tomé, 28 Mai. (STP-Press) – Autoridades São-tomenses iniciaram operações de pagamento de indemnização aos trabalhadores e empresas afectadas pelos efeitos de Covid-19 em São Tomé e Príncipe, – soube hoje, na cidade de São Tomé.

Fonte oficial que revelou a notícia a STP-Press, assegurou que a indemnização beneficia às empresas assim como aos trabalhadores que eventualmente foram lesados pela doença de Covid-19 que devem reclamar, cumprindo algumas formalidades fiscais.

De acordo com o Director-geral do Instituto Nacional de Segurança Social, Maikel Viegas, operações de pagamento do Estado é de 85%, ao qual a empresa do trabalhador afectado por Covid-19 entrará com 15%.

Por sua vez, o Director dos Impostos, Engrácio Graça, explicou aos jornalistas que qualquer empresa tanto no plano formal como informal beneficiará das indemnizações desde que esta cumpra mensalmente com seus direitos fiscais, mormente pagamento dos impostos.

“Caso essa unidade empresarial respeite esses pressupostos, pode requerer uma indemnização que será agilizada 48 horas depois”, informou Graça.

Segundo ainda Engrácio Graça, as tais indemnizações inserem-se numa perspectiva de Estado de se evitar o despedimento dos trabalhadores, apontando o turismo como um dos sectores prioritários nesse processo de indemnização pelas consequências duras do Covid-19.

Sabe-se que estas indemnizações têm um suporte nos 12 milhões de dólares do Fundo de Resiliência, subsidiado pelo Fundo Monetário Internacional.

Fim/MD

Covid-19: Depois de resolvermos problema da Pandemia, haverá tempo para Covid político das presidenciais de 2021

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Texto: Ricardo Neto ** Foto: Lourenço da Silva

São-Tomé, 27 Mai 2020 ( STP-Press) – O primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, Jorge Bom Jesus declarou hoje o País “precisa de gente que ajude o governo a salvar vidas dos são-tomenses” face ao coronavírus [ a Covid-19], tendo sublinhado que depois de se resolver o problema da saúde pública causada pela pandemia “haverá tempo suficiente para o Covid político das presidências de 2021.

 “São Tomé e Príncipe precisa neste momento é de união e serenidade, de gente que ajude o governo a salvar vidas dos são-tomenses”, disse Jorge Bom Jesus, tendo sublinhado que “depois de resolvermos o problema de saúde pública causada pelo Covid-19, haverá tempo suficiente para o Covid político das presidências de 2021.

Em comunicado balanço do 5º Estado de Emergência face a pandemia lido esta tarde a imprensa, Bom Jesus denunciou que “prolifera-se uma onda de desinformação orquestrada sobretudo nas redes sociais, para desacreditar o governo e também algumas vozes experientes se levantam publicamente para crucificar o governo, apontando só falhas e propondo falsos remédios cosméticos e políticos”.

O primeiro-ministro declarou que “há um momento para tudo, senhoras e senhores! Para paz, para guerra, para construir, para destruir, ajudar, atrapalhar, matar e salvar, sem precisar de nenhum governo de salvação nacional”.

“Não faço parte da turma dos maniqueístas (profetas da desgraça) que sabem tudo e tem soluções milagrosas para tudo apenas quando estão na oposição e que acham que tudo está mal quando não estão na liderança, ou melhor, no poder, sobretudo, aqueles que tiveram a oportunidade para fazer melhor e diferente e não fizeram”- disse Jorge Bom Jesus.

Acrescentou que “enquanto chefe do governo e humilde servidor público, continuo a pautar pela verdade, transparência, abnegação, firmeza e mesmo em momentos difíceis da nossa história colectiva, como agora nesta pandemia Covid-19, em que o mundo parece desabar a nossa volta, prometo não quebrar o compromisso sagrado que assumi com o povo de São Tomé e Príncipe, do qual, sou parte integrante, estando aqui e agora e sempre, fisicamente, presente”.

Tendo considerado que “os momentos difíceis, históricos, filtram, enaltecem e absorvem os verdadeiros patriotas, mas desvendam os oportunistas” argumentou que “todavia, tudo tem sido feito pelo governo para melhorar a cada dia que passa ao nível diagnóstico, epidemiológico e clínico”.

“Entenderão que pandemia Covid-19 é uma escola para todos, até para os melhores sistemas de saúde do mundo”, disse para depois sustentar que “a crise da pandemia Covid-19 é efetivamente um flagelo mundial ao nível sanitário, social, cultural, moral, económico e financeiro e São Tomé e Príncipe não foi poupado”.

Bom Jesus anunciou que o actual Estado de emergência termina neste fim-de-semana e que governo foi convidado a tomar parte para a reunião balanço do 5º estado de emergência, presidida pelo Presidente da República na sexta-feira, dia 29 do corrente mês.

 “ Vamos analisar com o devido cuidado e atenção a situação actual e o impacto desta crise nos pais para decidir o próximo passo: voltar a prorrogar ou reduzir o nível de alerta para uma situação de calamidade pública com consequente desagravamento paulatino das medidas de restrição” acrescentou Bom Jesus em referência a supracitada reunião com o Presidente da República.

Tendo apontado a falta de laboratório para testes PCR como a maior fraqueza neste processo de combate a pandemia, Jorge Bom Jesus disse que “ já está montado” o ofertado pela OMS, estando o governo neste momento a “aguardar pela chegada do especialista para calibragem e início de testagem”.

Além de agradecimento aos profissionais da linha da frente no combate a Covid-19, designadamente, forças militares e para-militares, bombeiros, proteção social, finanças, agricultura, poder local e regional, comunicação social, entre outros, bem como aos profissionais doentes uma nota de conforto, as várias missões de cooperação e ao povo heroico de São Tomé e Príncipe.

“ Quero lembrar àqueles que só têm olhos para parte negativa da governação, que este governo baixou as altas taxas de paludismo que encontrou em finais de 2018” – disse Jorge Bom Jesus.
Novos dados divulgados esta tarde pelo ministério da Saúde revelaram mais dois novos casos positivos do coronavírus em São Tomé e Príncipe, subindo para um total de 443, dos quais, 351 em isolamento domiciliar, 68 recuperados e 12 internados no hospital de campanha, bem como o registo acumulado de 12 óbitos desde declaração da doença no País.

Fim/RN

Covid-19: São Tomé e Príncipe regista mais 2 casos e total sobe para 443

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Texto: Ricardo Neto e Leonel Mendes ** Foto: Lourenço da Silva

São Tomé, 27 Maio 2020 ( STP-Press ) – São Tomé e Príncipe anunciou hoje  mais duas novas infeções por coronavírus e sobe para um total de 443 casos positivos por acumulação, de acordo com dados do boletim sobre a evolução da pandemia, divulgados hoje, dia 26 pela directora dos Cuidados de Saúde.

 De acordo com o documento nas últimas 24 horas foram detetados por testes rápidos, mais dois novos casos, subindo para um total de 443, dos quais, 351 em isolamento domiciliar, 68 recuperados e 12 internados no hospital de campanha, bem como o registo acumulado de 12 óbitos desde declaração da doença no País.

Além do registo de 3 pacientes suspeito no SR (sintomático respiratório), o documento de hoje faz ainda referência a 11 pessoas em quarentena na RAP [Região Autónoma do Príncipe”.

O número de mortes em África pela covid-19 aumentou para 3.589 nas últimas 24 horas, mais 118, em mais de 119 mil casos de infeção em 54 países, de acordo com dados sobre a pandemia no continente africano.

A nível global,  a pandemia de covid-19 já provocou mais de 346 mil mortos e infetou mais de 5,5 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Fim/RN

Pode ler o boletim de hoje

Video-Conferência: Presidente da Assembleia Nacional defende uma África unida na luta contra Covid-19

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Por: Jornalista Swahillis Dênde em serviço especial para STP-Press

São Tomé, 27 Mai. (STP-Press) – O presidente da Assembleia Nacional, Delfim Neves, participou, na última segunda-feira, em São Tomé, numa conferência on-line, sobre dia da África, subordinado ao tema “Superando Conflitos e Enfrentando o Desafio da Covid-19: Criando uma África Interdependente e Próspera”, organizada pela Federação Para a Paz Universal.

Delfim Neves, no seu discurso introdutório, começou por dizer que “falar sobre o Dia de África, no contexto dos objectivos da paz e desenvolvimento da União Africana, implica invocar vários factores”.


Segundo ainda o líder do Parlamento são-tomense ” alguns [ desses factores ] necessariamente de natureza económica e técnica, a marcar timbre nos esforços empreendidos pelas autoridades e povos do continente, mas que não podem nem devem subalternizar tudo quanto se conseguiu, ao longo dos tempos, em termos de valorização da história e das culturas africanas”.

“A este respeito, a par das grandes realizações conseguidas sobretudo nos anos 60 do passado século, com a Independência dos países, a África deve prosseguir na senda do combate aos mitos e preconceitos que continuam ainda hoje a perturbar a sua história”, – disse Delfim Neves.

O Presidente da Assembleia Nacional disse ainda que “o Covid-19, veio deixar a nu e despertar todos os líderes africanos e a população africana, de modo geral, para a necessidade de uma África unida, em torno de um projecto comum dedicado ao almejado desenvolvimento que todos auguramos, deixando cair no esquecimento o exacerbado egoísmo de poder e enriquecimento de determinadas individualidades e grupos, enquanto a maioria da população africana carece da assistência básica virada para a sua sobrevivência”.

“Num contexto tão dilacerante e adverso como o actual, em que às citadas crispações e conflitos se associam as revezes do famigerado Covid-19”, – alertou Delfim Neves para sublinhar que “a África ganha em respeitar e aplicar as orientações da OMS e dos respectivos governos no combate contra a terrível pandemia”.

Para este responsável, a obediência deve ser observada “tanto do ponto de vista relativas à protecção sanitária das suas populações (o confinamento, a quarentena, o isolamento social, a higienização, etc.) como a do “lay-off”.

“Demais formulações de índole social, tendentes a garantir a protecção dos trabalhadores face às fatídicas consequências da doença”, – acrescentou Delfim Neves no seu discurso introdutório.

Na óptica de Delfim Neves, e partindo da visão do fundador da Federação para Paz Universal, este é o momento ideal para a promoção, no seio da União Africana, de debates tendentes a encontrar, em primeiro lugar, mecanismos que fomentem a prevalência da paz e da harmonia entre os Estados e Povos africanos.

Asseverou, igualmente, em segundo lugar que deve-se “analisar a melhor forma para a consolidação de uma verdadeira união africana, condição indispensável para o desenvolvimento de tão rico e próspero continente”.

Neste encontro realizado por videoconferência, participaram várias figuras políticas africanas, com destaque para o antigo Presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, ex-Vice-presidente da Zâmbia, Nevers Mumba, antiga ex-ministra da Família, Assuntos Sociais e Micro Finanças de Benim e o Presidente da Federação para Paz Universal, Thomas Walsh.


Fim/SD

Covid-19: Estaria disponível para que 1/3 do meu salário fosse ao fundo de mitigação dos impactos da pandemia

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Texto: Ricardo Neto ** Foto: Lourenço da Silva

São-Tomé, 27 Mai 2020 ( STP-Press ) – O antigo presidente são-tomense, Manuel Pinto da Costa declarou terça-feira estar disponível para que 1/3 do seu salário fosse  para o fundo destinado a mitigação dos impactos negativos da Covid-19, tendo reconhecido o esforço do governo de Jorge Bom Jesus e exortado ao Presidente da República, Evaristo Carvalho a assumir a liderança do processo de combate a pandemia.

O antigo Chefe de Estado são-tomense fez estas declarações a imprensa quando explicava o motivo da sua Fundação “Pinto da Costa” ter doado sexta-feira ultima ao governo um lote de materiais médicos-hospitalares e de proteção individual para combater a propagação do coronavírus no arquipélago.

 “ Eu estaria disponível para que 1/3 do meu salário fosse depositado num fundo deste género durante o período que for necessário para nós sairmos realmente disto”, – disse Pinto da Costa, tendo sublinhado que “toda a classe política, os dirigentes do País devem agir no sentido de se entusiasmar e motivar a população em geral para alimentar esse fundo”.

Manuel Pinto da Costa assegurou ainda que “ estou disponível para fazer tudo que for necessário e que estiver dentro das minhas possibilidades e da minha Fundação para continuar a ajudar o País a sair desta situação que nos encontramos”.

“Há um fundo que está criado, me parece, que esse fundo devia ter um nome que permitisse as pessoas compreenderem de que se trata”-, disse Pinto da Costa, sublinhando que “ se fosse um fundo de solidariedade nacional toda gente compreenderia e, se esse fundo tivesse sido gerido por gente que realmente merecesse maior confiança da população, naturalmente que nós poderíamos mobilizar muita gente para depositar neste fundo que, nós vamos ter que precisar dele, e, temos todos que dar a nossa contribuição, a começar pelos dirigentes do País”.

Tendo declarado que “ nós precisamos, neste processo de uma liderança”, Pinto da Costa, sublinhou que “ ninguém melhor que Presidente da República [Evaristo Carvalho] vir a jogar um papel de liderança nesse processo”, acrescentando que “ o momento que estamos atravessar não podemos ter vários líderes, cada um, pensando o que quer fazer, como quer e, quando quer.

“ Tem de haver uma liderança forte neste momento de crise para criar condições, para ouvir opiniões de todos, de todas as forças políticas, social, diáspora, sobre o São Tomé e Príncipe que temos hoje, que realmente pretendemos e podemos ter” – argumentou o antigo Chefe de Estado são-tomense.

Além reconhecido que “ o governo está a fazer todo esforço possível e imaginário”, no âmbito de combate a pandemia, Pinto da Costa questionou se “será que esse governo está a fazer as coisas que devem ser feitas agora? E, que permite realmente São Tomé e Príncipe sair desta situação de crise em que nos encontramos”.

Tendo declarado que “ se não soubermos gerir convenientemente esta situação, vai ser um desastre toral do ponto de vista económico, do ponto de vista social, do ponto de vista político”, Pinto da Costa admitiu que “ vamos ter uma reviravolta tão grande que a desgraça que vai seguir a pandemia será ainda maior que a própria pandemia”.

“ Esta pandemia é uma desgraça enorme que recai sobre São Tomé e Príncipe e gente que não acredita nisto é um erro tremendo”, disse Manuel Pinto da Costa, acrescentando que “ não estamos preparados para enfrentar esta pandemia e, está demonstrado que quase nenhum governo estava preparado para isto”.

Tendo afirmado que “ nós estamos completamente desorganizados, estamos a improvisar muitas coisas”, Pinto da Costa disse que “ o nível de organização que nós temos internamente não nos garante sucesso nessa luta contra esta pandemia”.

“ Não é momento de nós estarmos a indicar culpados, porque nós todos estamos dentro do mesmo barco e que se não soubermos, realmente, em conjunto, unir as nossas forças, esquecendo as nossas diferenças, se não soubermos fazer isto, então vamos cair num precipício, que não sei quando teremos a possibilidade de sair”, – disse Pinto da Costa, acrescentando que “ deveria criar um espaço para permitir um diálogo entre todos os são-tomenses para permitir ter uma análise profunda do País que temos hoje …”.

Os últimos dados revelam que São Tomé e Príncipe regista um total de 441 casos de Covid-19 positivos acumulados, sendo, 349 casos positivos em isolamento domiciliar, 68 já recuperados, 12 em internamento no hospital de campanha, bem como um registo de 12 mortes desde da declaração da doença no País.

Fim/RN

Covid-19: São Tomé e Príncipe anuncia novas infeções por coronavírus e sobe 441 casos acumulados

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Texto: Ricardo Neto e Leonel Mendes **Foto: Lourenço da Silva

São Tomé, 26 Maio 2020 ( STP-Press ) – São Tomé e Príncipe anunciou hoje  12 novos casos, tendo revelado um total de 441 casos confirmados da Covid-19 no País, incluindo dados das amostras enviadas a Portugal, de acordo com dados do boletim epidemiológico divulgados hoje, dia 26 pelo Ministério da Saúde.

O novo boletim de hoje terça-feira, dia 26, revela um total de 441 casos de Covid-19 positivos acumulados, sendo, 349 casos positivos estão em isolamento domiciliar, 68 já recuperados, 12 em internamento no hospital de campanha, bem como um registo de 12 mortes desde da declaração da doença no País.

O documento revela que um total de 31 testes rápidos realizados nas últimas 24 horas, sendo, 12 positivos e 19 negativos incluindo outros casos saídos dos testes PCR referentes as 623 amostras enviadas a Portugal, e, ainda com alguns casos sem resultados definitivos.

Além do registo de 2 pacientes suspeito no SR (sintomático respiratório), o documento de hoje faz ainda referência a 11 pessoas em quarentena na RAP [Região Autónoma do Príncipe”.

Fim/RN

Covid-19: ADRA ajuda populações vulneráveis em São Tomé e Príncipe

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Texto: Manuel Dênde *** Foto: Lourenço da Silva

São Tomé, 26 de Mai. (STP-Press) – A ADRA, acaba de oferecer mais de cinco centenas de cestas básicas aos habitantes no distrito de Lembá, norte da Ilha de São Tomé para mitigar os efeitos nocivos de Covid-19, – informou hoje, na cidade de São Tomé, um responsável dessa ONG em São Tomé e Príncipe.

De acordo com Olinto Costa, director desta ONG Cristã, em declarações à STP-Press, a sua ONG ofereceu cerca de 600 cestas básicas as populações das localidades de Ribeira Funda e Vila José, no norte e sul do distrito de Lembá, no norte do arquipélago de São Tomé e Príncipe.

A capital do distrito de Lembá, é a cidade de Neves, que por seu turno, dista cerca de 27 km ao norte da capital da República de São Tomé e Príncipe.

Segundo ainda este responsável, as cestas básicas inserem-se, igualmente, no âmbito de um programa tradicional de assistência as citadas comunidades que há cerca de 13 anos beneficiam deste auxílio da ADRA.

As cestas básicas ofertadas pela ADRA são compostas de alguns produtos alimentares e de higienização visando o combate ao Covid-19.

Olinto Costa disse que este auxílio financeiro da ADRA-Portugal, ao qual permitiu a ADRA-São Tomé e Príncipe adquirir no mercado local, materiais no valor de 6.3 toneladas para ajuda a quem mais necessita neste país africano.

A ADRA – Associação Adventista para o Desenvolvimento, Recursos e Assistência (ADRA Portugal) é uma agência humanitária independente estabelecida em 1984 por esta Igreja e com intervenção em cerca de 130 países com missão de apoiar as pessoas que vivem em condições de pobreza e vulnerabilidade, independentemente da etnia, opinião política ou religião.

Fim MD

Covid-19: Governo cria extensão do Hospital de Campanha no Liceu Nacional com apoio da China

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Texto: Leonel Mendes ** Foto: Lourenço da Silva

São Tomé, 26 de Mai. (STP-Press) – Autoridades sanitárias nacionais com o apoio da República Popular da China apetrecharam o Salão Cultural Alda do Espírito Santo, no Liceu Nacional com 40 leitos, prevendo a superlotação do Hospital de Campanha do Covid-19, tal como anunciaram segunda-feira o embaixador chinês, Wang Wei e ministro da Saúde, Edgar Neves.

A equipa médica da República Popular da China que trabalha no País há mais de um ano fez a planificação clínica do espaço adaptado a acolher até 70 leitos.

Este espaço considerado como um prolongamento do Hospital de campanha sofreu para o efeito algumas obras de canalização e de rede eléctrica para proporcionar aos eventuais utentes boas condições de comodidade.

O Embaixador da República Popular da China, Wang Wei manifestou a sua satisfação em financiar este tipo de trabalho baseado numa iniciativa que segundo o mesmo “é bastante criativa, utilizando um espaço já existente”.

Wang Wei recordou que este tipo de adaptação de espaços já existentes em Hospital de Campanha já aconteceu em países europeus, asiáticos, incluindo a própria China.

Para além das obras de adaptação do espaço, a Embaixada da República Popular da China garantiu a aquisição lençóis, colchões, almofadas e um kit de produtos básicos de higiene a cada um dos possíveis internados.

O ministro da Saúde, Edgar Neves, agradecendo a solidariedade da República Popular da China, sublinhou que este espaço serve de prevenção para o pior, porque “homem prevenido vale por dois”.

“Este espaço é extremamente importante de prevenção e preparação ao combate do Covid-19”, disse Edgar Neves enaltecendo o trabalho da equipa técnica nacional e da República Popular da China “que concluíram este trabalho em tempo record”.

Fim/LM

Covid-19: Secretário de Estado considera “fundamental” o papel da imprensa na sensibilização da população

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Texto: Ricardo Neto e Jorge Lazaro * Foto: Lourenço da Silva

São-Tomé, 25 Mai 2020 (STP-Press) – O Secretário de Estado para Comunicação Social, Adelino Lucas visitou esta manhã as obras de reabilitação da Rádio Nacional, tendo considerado de “fundamental “o papel da comunicação social na sensibilização da população, sobretudo,  no actual período de ações visando combate ao coronavírus [ a Covid-19].

Em declarações a imprensa, Lucas sublinhou que “a comunicação social é o elo fundamental num processo de comunicação para a nossa sociedade”, tendo acrescentado que “não haverá mobilização e sensibilização da nossa população para o grave problema que é o coronavírus, se não de facto houver uma comunicação social a altura”.

“País vive agora aquilo de todo mundo vive, a pandemia do coronavírus, mas a vida continua e, as coisas têm de ser feitas” disse Adelino Lucas, afirmando que “Rádio Nacional precisa de condições para produzir com qualidades, a televisão, TVS precisa de condições para produzir com qualidade e a STP-Press também precisa de condições para produzir com qualidade”.

Tendo declarado que “nós estamos paulatinamente, tentando, a melhorar condições de trabalho dos órgãos oficiais da Comunicação social”, Adelino Lucas assegurou que “viemos com espírito de missão e, o espírito de missão norteará a nossa missão e, o trabalho será feito para dignificar o homem”.

“É um processo que iniciamos em finais de ano passado [2019] depois de vários anos de uma paralisação total” disse Adelino Lucas tendo admitido que as obras da Radio Nacional estarão concluídas em finais de julho, tendo ainda anunciado “intervenções mais profundas” nos próximos tempos nos supracitados órgãos estatais de imprensa.

 Tendo reagido informações segundo, as quais, o executivo quis desviar atenções com a entrega, há dias de viaturas e equipamentos aos órgãos de imprensa, Lucas disse “trata-se de um processo também iniciado no OGE de 2019 e que teve só agora a sua consumação, tendo esclarecido que “nós entregamos tardiamente esses equipamentos aos órgãos porque a parte contratada que ganhou o concurso atrasou-se na entrega”.

Fim/RN

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