Segunda-feira, Maio 11, 2026
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Ministro das Obras Públicas anuncia obras de melhoria nas três pontes sobre Rio Água Grande

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Por: Manuel Dênde, Jornalista da Agência de Notícias STP-Press

São Tomé, 23 Out. (STP-Press) – O ministro das Obras Públicas de São Tomé e Príncipe, anunciou hoje, em São Tomé, o arranque das obras de melhoria nas três pontes sobre o Rio Água Grande, na cidade de São Tomé, avaliadas em mais de Um milhão de Euros.

Osvaldo D’Abreu que falava à Imprensa do seu País disse que as obras “vão iniciar-se de imediato”, porque algumas delas requerem trabalhos de urgência pelos estudos já efectuados.

“E as intervenções que vamos fazer não vão conhecer interrupções ou paragens dos trabalhos”, acrescentou o governante para justificar a escolha de uma empresa estrangeira especializada e por adjudicação directa.

Estudos já efectuados pelas autoridades com auxílio de empresas especializadas portuguesas apontam para existência de fissuras e que requer uma intervenção imediata a fim de se evitar o seu colapso provocando eventuais acidentes susceptíveis de pôr em causa a circulação automóvel e/ou das pessoas.

Segundo o ministro, as obras que vão arrancar já com algum atraso deveu-se a ausência de recursos financeiros e estas serão suportadas pelo erário público num valor, nomeadamente, de 1.400 mil Euros.

Das três pontes, duas das quais na zona sul, da cidade, uma conexa com a principal escola secundária do País, “Patrice Lumumba” e outra de fronte da EMAE foram, interditadas a circulação “full-time” e “par-time”, respectivamente, de peões e de viaturas ligeiras e pesadas com o fito de se evitar situações de acidente resultante de um eventual colapso dessas infra-estruturas.

A STP-Press apurou que as tais pontes foram construídas nos anos 40 a 50, pelas autoridades coloniais portuguesas e beneficiaram há mais de 20 anos de obras melhoria.

Fim/MD/LM

Autoridades promovem campanha “Laço Verde” no Distrito de Lembá

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Por : Manuel Dênde, Jornalista da Agência de Notícias STP-Press

Cidade de Neves (São Tomé e Príncipe), 23 Out (STP-Press) – Autoridades prosseguiram, no Distrito de Lembá, no norte do arquipélago São-tomense, com a campanha “Laço Verde” que visa dissuadir e desencorajar pessoas na prática de violência domestica no País, – apurou a STP-Press de fontes afectas a Comissão Nacional de Luta Contra Violência Doméstica.

De acordo com Cosma Rita, na última terça-feira, membros da comissão e alunos de diversas escolas percorreram algumas unidades de ensino, nomeadamente, a de Santa Catarina onde apelaram para cessação de violência doméstica no país, mormente no Distrito de Lembá.

Durante a campanha porta-á-porta a campanha advogou, igualmente, para se travar a prática do abuso sexual de menores assim como de prática e consumo excessivo de bebidas alcoólicas.

A campanha “Laço Verde” foi lançada no País há mais de dois meses e visa dissuadir e sensibilizar as pessoas sobre a prática de violência doméstica, onde, segundo indicadores do centro de luta anti violência doméstica, maiores vítimas são mulheres.

“Trata-se de uma situação que pode ameaçar ou colocar em causa o desenvolvimento integral dos seres humanos e de várias Famílias, explicou Rita, pontuando que “a violência doméstica deve ser denunciada e aqueles que não denunciam são, nomeadamente, cúmplices com os infractores”.   

Jair Pimental, Director-geral do citado centro, disse que além de mulheres, alguns homens também são vitimas de violência doméstica promovida por mulheres e/ou crianças em São Tomé e Príncipe.

No país, a luz dessas campanhas, várias situações de abuso de menores de 18 anos, sobretudo, de meninas, algumas pessoas de classe média alta e ou da elite foram denunciadas e condenadas a penas que variam entre 10 e 14 anos de prisão.

Fim/MD/LM

Procurador-Geral da República são-tomense assina acordo de cooperação em Marraquexe, Marrocos

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Por: Ricardo Neto, jornalista da Agência de Notícias STP-Press

São-Tomé 23 Out (STP-Press) – O Procurador-Geral da República de São Tomé e Príncipe, Kelve Nobre de Carvalho e o seu homologo marroquino, Mohammed Abdennabaoui assinaram terça-feira em Marraquexe, Marrocos um acordo de cooperação, a margem da 2ª edição da Conferência Internacional sobre Justiça.

De acordo com agência marroquina de informação, além do reforço da capacidade a nível dos dois ministérios públicos no domínio dos direitos humanos, o acordo visa ainda a luta contra a corrupção e a lavagem de dinheiro, o financiamento do terrorismo e o crime transnacional, bem como a implementação de convenções internacionais sobre o tema ratificado pelos dois países.

As duas partes signatárias também podem, de acordo com este contrato, cooperar na troca de informações sobre as leis e os sistemas legais de seus respectivos Estados.

O Memorando de Entendimento também prevê a cooperação na área de capacitação e formação de quadros do Ministério Público de ambos os países, bem como o intercâmbio de boletins, revisões legais, publicações e pesquisas relacionadas a sua legislação.

Nos termos do referido acordo, as duas partes poderão ainda organizar reuniões, consultas, visitas ou estudos oficiais, conferências e simpósios sobre questões urgentes ou temáticas de interesse comum, relacionadas à luta contra o crime organizado, terrorismo, lavagem de dinheiro, corrupção e outros crimes considerados graves ou qualquer outro assunto acordado entre as partes.

Além disso, ambas as partes estão ainda comprometidas em partilhar as conclusões e recomendações mais relevantes dessas conferências e simpósios.

Fim/RN, MAP

“Governo aposta na salvaguarda dos direitos, liberdades e garantias fundamentais”, – Ministra da Justiça

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Texto: Ricardo Neto *** Foto: António Amaral “InterMamata”

São-Tomé, 22 Out ( STP-Press ) – A ministra são-tomense da Justiça, Ivete Correia Lima declarou hoje que “a política do actual governo baseia-se na salvaguarda dos direitos, Liberdades e garantias  fundamentais da pessoa humana consagrada na constituição e nas leis da República”.

A titular da pasta Justiça, Administração Pública e Direitos Humanos, Ivete Correia Lima fez esta declaração esta manhã na abertura da reunião de trabalho do “Comité Nacional e Observatório para Transposição de Tratados da União Africana em São Tomé e Príncipe”.

“A política do actual governo baseia-se na salvaguarda dos direitos, Liberdades e garantias fundamentais da pessoa humana consagrada na constituição e nas leis da República”, disse Ivete Lima, sustentando que “ o respeito e o cumprimento escrupuloso” das normas constituem “a melhor via de salvaguarda dos direitos humanos”.

Tendo sustentado que a “ninguém deve ser denegado ao acesso a justiça, independentemente da sua condição económica e financeiras”, a ministra afirmou que o seu ministério “dispõe de um gabinete dos direitos humanos com vista a proceder aos acompanhamentos das ações e alertar sempre que esteja em causa situações ligadas a violação dos direitos humanos”.

Para Ivete Lima esta reunião “ é um momento impar para que os departamentos governamentais, as instituições profissionais e cívicas, os mídias, neste Comité, se comprometam da necessidade de redobrarem e concentrarem todos os esforços para que a contribuição e a participação de todos possam realmente traduzir-se numa mudança de comportamento e de uma maior implicação e apropriação nacional”.

“As sessões de trabalho que irão decorrer no âmbito desta actividade, não poderão ser vistas como uma mera conformidade, mas sim oportunidade a não ser desperdiçada, pois, servirão para monitorar e avaliar os progressos, facilitar a harmonização das políticas e decisões nacionais relacionadas com a transposição dos tratados da União Africana retificados pelo País”- sublinhou Ivete Lima.

“ Este encontro serve para revermos o quadro da implementação do projecto em curso, projetarmos ações para a próxima etapa” disse a ministra, sublinhando que “ é imprescindível a capacitação técnica jurídica, aquisição de boas práticas a fim de podermos incorporar no nosso ordenamento jurídico, as normas dos tais instrumentos”.

Na sua intervenção a representante do PNUD, disse que “ o nosso apoio à criação e participação neste Comité é uma clara demonstração de que este organismo das Nações Unida não deixará de poupar esforço para que o projecto Acelerando a Ratificação e a Domesticação dos Tratados da União Africana possa assistir as autoridades do País a facilitarem o acesso de todos os segmentos da população”

Em nome da sua organização “manifestou a vontade de ver concretizado os dois principais objectivos deste encontro”, tendo-se referido “ o de analisarmos os progressos realizados até então pelo projecto e o de delinear com eficácia e eficiência a estratégia de implementação do plano de trabalho para 2020”.

Fim/RN

“Governo está empenhado no desenvolvimento da economia sustentável”,- Ministro Adlander Matos

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Texto: Ricardo Neto **** Foto: Lourenço da Silva

São-Tomé, 22 Out ( STP-Press )  – O governo são-tomense “está empenhado na proteção e desenvolvimento de uma economia sustentável, onde os cidadãos individuais e as empresas caminhem de braços dados rumo à preservação do meio ambiente e seus valiosos recursos”, – anunciou segunda-feira o ministro do Trabalho e Formação Profissional, Adlander Matos.

Este governante fez esta declaração esta manhã na abertura de um “atelier de validação dos dados secundários e metodologia para avaliação do ambiente propício para empresas sustentáveis” na presença da coordenadora das Nações Unidas em São Tomé, o representante da OIT, presidente da Câmara do Comercio e outras entidades.

“O governo de São Tomé e Príncipe está empenhado na proteção e desenvolvimento de uma economia sustentável, onde os cidadãos individuais e as empresas caminhem de braços dados rumo à preservação do meio ambiente e seus valiosos recursos, no fortalecimento das instituições e dos sistemas de governação que alimentam as empresas, para um mercado forte e eficiente, a fim de alcançar inovação e aumentar a produtividade” disse o ministro.

Adlander Matos sublinhou ainda que “ não estamos alheios as preocupações das classes protectoras do meio ambiente, embora sejam muitos os desafios que nos são colocados quer no domínio de crescimento sustentável da economia, como na promoção e crescimento dos empregos dignos”.

Disse ainda estar “ciente que o estudo que será apresentado, discutido e validado hoje fornecerá quer ao governo, quer aos parceiros sociais orientações claras sobre os seus respectivos papéis na promoção de empresas sustentáveis no nosso país”.

Explicou que no quadro das políticas do desenvolvimento do País, estabelecemos, algumas metas para atingirmos um crescimento económico sustentável, tais como, diminuição da exploração intensa de espécies de alto valor comercial na floresta, limitação da invasão de áreas florestais para a produção de carvão, exploração sustentável dos recursos marinhos, particularmente através de uma gestão sustentável da pesca entre outros.

No seu discurso, o representante da OIT, Traore Lassina sublinhou que “ posso garantir a nossa disponibilidade e nosso compromisso em apoiar o governo, os empregadores e os trabalhadores no esforço de construir uma economia forte e competitiva que crie empregos produtivos e decentes”.

“ Acredito que o vosso trabalho será interessante e que certamente dará o tom para um processo eficaz que conduzirá as propostas de reformas para um ambiente jurídico e institucional favorável ao desenvolvimento de negócios em São Tomé e Príncipe” – sublinhou Traore Lassina

Tendo declarado que “ a OIT em colaboração com os mandantes tripartidos de São Tomé e Príncipe, empreendeu um processo para avaliar o ambiente de negócios de acordo com uma metodologia desenvolvida por este organismo” Traore Lassina sublinhou que “ a cerimónia se encaixa perfeitamente na implementação deste projecto”

“ A atividade desta manhã está alinhada a vontade do governo e dos parceiros sociais de reverter a tendência, lançando as bases para reformas corajosas a fim de criar as condições para surgimento de uma economia competitiva e geradora de emprega de qualidade em São Tomé e Príncipe” acrescentou.

Na sua intervenção, o presidente da Câmara de Comercio da Industria e Agricultura defendeu a criação de “um ambiente propício para empresas sustentáveis no País”, tendo encorajado o governo a tomar algumas medidas tais como, a faculdade de regularização extraordinária de dívidas fiscais para as empresas, permitindo que muitos casos, o contribuinte pague apenas o imposto em falta, sem juros e multas”.

Além de ter defendido a institucionalização do centro de arbitragem como uma das fontes para dirimir conflitos, de uma forma célere, credível e aceitável, Jorge Correia defendeu ainda uma “atitude mais corajosa na afirmação e procura de financiamento para o sector privado”, a dopção de “uma diplomacia económica mais acutilante” bem como a “suspensão temporária de alguns postulados no novo código de trabalho”.

Jorge Correia aproveitou também para apelar “a todos os mandantes da OIT presentes, (governo, representantes dos trabalhadores e dos empregadores) para o bem senso, para uma reflexão mais séria e desapaixonada em relação a aplicação de alguns artigos desta preciosa lei, os quais estão, de momento, desajustados com a saúde financeira das nossas em empresas em geral”.

Fim/RN

Celiza Deus Lima contra-ataca ministra Elsa Pinto no caso Pastor da Universal

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Por: Ricardo Neto, Jornalista da Agência de Notícias STP-Press

São Tomé, 21 Out ( STP-Press ) – A jurista são-tomense, Celiza Deus Lima, considerou hoje de “falsas” as acusações da ministra Elsa Pinto, segunda as quais, seria o rosto do vandalismo as igrejas, tendo considerado um “desespero” da governante “por ter sido ultrapassada pelo Parlamento” no caso do pastor preso na  Costa do Marfim.

“ As declarações da senhora ministra, para além de serem falsas, revelam o desespero de alguém que por omissão no exercício das suas funções e por ter sido ultrapassada pela Assembleia Nacional, [Parlamento] vem de forma covarde, repugnante e maldosa tentar imputar-me a culpa pela sua inabilidade, pela sua incapacidade e incompetência em lidar com o caso” – disse Celiza Deus Lima.

Quanto a suspeição levantada pela ministra sobre o estatuto da jurista neste processo, Celiza Deus Lima explicou que “ sensibilizada com facto de ter sido informada que o pastor Iudumilo Veloso, foi julgado sem ser defendido por um advogado, entendi que deveria juntar-me à onda de solidariedade que se gerou à volta do pastor e oferecer os meus préstimos enquanto advogada a título gratuito”.

“ Para mim não importava se o pastor era ou não culpado, apenas me interessava o facto de não ter sido respeitado o devido processo legal e à mais ampla defesa, enquanto direitos que o assistem a qualquer arguido” – sustentou a jurista Deus Lima, sublinhando que “condeno toda e qualquer forma de violência, pois, nada justifica, a violência, nada justifica o incitamento a violência”.

Sobre quem teria apresentado queixa contra o pastor em causa, a jurista Celiza Lima respondeu que “ a própria Igreja afirmou publicamente que foi a autora da queixa, contra o pastor Ludumilo, só a senhora Ministra não sabia desse facto e veio afirmar que foram alguns colegas pastores”.

“ Todos nós temos bem presente as imagens da senhora ministra defronte à sede da Comissão Eleitoral Distrital de Água-Grande, com um megafone nas mãos a liderar o incitamento à violência,” – disse para depois argumentar que “ aqueles que queimaram as igrejas devem ser punidos, aqueles que incitaram a violência e queimaram o carro de uma magistrada, devem ser igualmente punido”.

“ O seu Deus, é um Deus da Ira, do Hecatombe e da Desgraça, o meu Deus é um Deus do Perdão e do Amor e, da minha parte a senhora está perdoada” – acrescentou a jurista.

Em declarações sexta-feira a imprensa, a ministra dos Negócios Estrangeiros, Elsa Pinto acusou Celiza Deus Lima, como um das incitadoras do vandalismo de quarta-feira aos edifícios da Igreja Universal, que resultou uma morte, tendo sublinhado na altura que “incitar como incitou, até hoje ao ponto de levar são-tomenses a queimar igrejas, a senhora [ Celiza Deus Lima] é um rosto desta revolta  e tem que assumir as suas consequências”.

Fim/RN

Evaristo Carvalho pede inquérito sobre vandalismo as Igrejas para se assacar responsabilidades

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Texto: Ricardo Neto *** Foto: Lourenço da Silva

 São-Tomé, 20 Out ( STP-Press ) – O Presidente são-tomense Evaristo Carvalho instou o Governo a fazer um “inquérito exaustivo, imparcial e célere”  e assacar responsabilidades, sobre o vandalismo quarta-feira aos edifícios da igreja Universal que resultou a morte de um adolescente, de acordo com comunicado presidencial tornado público sexta-feira.

“Urge fazer um balanço, com serenidade e racionalidade, dos tristes acontecimentos e assacar as responsabilidades”- lê-se no comunicado do presidente Evaristo Carvalho, sublinhando que “ o inquérito exaustivo, da responsabilidade do Governo, sobre todas as ocorrências deverá ser imparcial e célere”.

Tendo defendido a necessidade de se “alterar o paradigma na assunção das responsabilidades cometidas a cada instituição do Estado”, o Presidente da República teceu críticas as instituições que chamaram a si a resolução do problema do pastor são-tomense preso na Costa do Marfim.

Daí que o comunicado sustenta que “é o Ministério dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidades que tem responsabilidades próprias que não podem ser assumidas por outras instituições do Estado. Por lei, é a esse ministério que compete fazer diligências junto de outros estados, para a obtenção de informações sobre cidadãos são-tomenses no exterior”.

Para Evaristo Carvalho o País vive “um clima de crispação sem precedentes, com exacerbada intolerância, divisão e exclusão de pessoas ou grupos, em função da sua filiação ou simpatia partidária, de causas que defende, ou de opiniões que emite”.

Explicou no seu comunicado que “esse clima de intolerância e de rejeição do outro é generalizado. Envolve instâncias do poder, da administração e da sociedade em geral. Contam, acima de tudo, os interesses pessoais, de grupos ou partidários, em detrimento dos interesses do país, e do povo como um todo”.

Disse ainda que “urge pôr cobro a esse estado de coisas. As instituições do Estado devem funcionar com eficiência e eficácia, no estrito respeito pela lei, para que os cidadãos nelas tenham confiança e se sintam devidamente protegidos, e que estejam sempre cientes de que as mesmas estão a trabalhar para o bem-estar de todos”,

“As pessoas não acreditam nas instituições públicas, elas entendem que devem fazer justiça com as próprias mãos e não ficarem à espera das autoridades”,- lê-se ainda no comunicado do Presidente da República.

Fim/RN

Escola profissional SWITCHON de Portugal propõe parceria com Ministério da Juventude e Desporto

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São-Tomé, 19 Out ( STP-Press ) – Uma delegação da Escola Profissional SWITCHON de Viana do Castelo, Portugal, foi recebida sexta-feira pelo ministro da Juventude, Desporto e Empreendedorismo, Vinício Pina, com quem abordou aspectos ligados a futura parceria entre ambas as partes.

Integrada pelo seu Director, Horácio Faria, e a Gestora de Negócios e Formação, Dilara Miranda, a delegação informou este governante sobre a variedade de formações e oportunidades que a SWITCHON pode oferecer aos jovens são-tomenses, com menos de 25 anos, e habilitação literária não inferior a nona classe.

O ministro Vinício de Pina manifestou total abertura para trabalhar em conjunto com a referida escola profissional, na criação de mecanismos que vão possibilitar o aproveitamento das vagas de formação para os jovens são-tomenses interessados e que preencham os requisitos exigidos.

A Escola Profissional SWITCHON de Viana do Castelo possui métodos bastante modernos de ensino, e nela já se encontram mais de 100 jovens são-tomenses a prosseguirem a sua formação nos diversos cursos existentes.

 Fim/ NS,NM

Câmara de Água-Grande assina acordo de cooperação com a cidade de Torres Vedras de Portugal

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Por: Ricardo Neto, jornalista da Agência de Notícias STP-Press

São-Tomé, 18 Out ( STP-Press )  –  A cidade de São Tomé e sua congénere,  de Torres Vedras de Portugal,  bem como a portuguesa ASOT, assinaram hoje em São Tomé um acordo de cooperação, tendo o documento sido pelo  presidente da Câmara de Agua-Grande, José Maria de Fonseca, por seu homologo torriense, Carlos Bernandes e pela representante da ASOT, Helena Rosa.

Presidente da Câmara Distrital de Agua-Grande, José Maria de Fonseca disse que o presente acordo abrange as áreas da saúde, formação de quadros, económico-empresarial, ambiental, turística e outras de interesse comum entre as partes.

Além de conteúdo assinado esta manhã visando a satisfação das necessidades da população das duas cidades o documento permite ainda a a criação de outras adendas de acordo com o futuro interesse de ambas as partes, adiantou o presidente José Maria da Fonseca, que pediu a colaboração de todos para o êxito do acordo.

José Maria da Fonseca adiantou que a integração da Associação portuguesa de Beneficência para Saúde Oral, ASOT, visa essencialmente a intervenção no sector da saúde oral da população da capital são-tomense como sendo uma das áreas prioritária para o desenvolvimento sustentável do distrito e consequentemente do país.

O presidente do Município de Torres Vedras, Carlos Bernandes na sua intervenção manifestou total disponibilidade da sua autarquia na implementação exitosa do acordo, sobretudo, na sua vertente de saúde oral através da ASOT, que também declarou a completa abertura para o efeito.

A delegação do Município de Torres Vedras seguiu-se depois para um encontro com o ministro são-tomense da Saúde bem como visita a alguns pontos estratégicos e turísticos da cidade de São Tomé.

Fim/RN

Ministra denuncia usurpação do poder e desvenda rosto do vandalismo as Igrejas em São Tomé

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Texto: Ricardo Neto e João Soares ** Foto: António A. “InterMamata

São Tomé, 18 Out ( STP-Press ) – A ministra são-tomense dos Negócios Estrangeiros, disse hoje que “pessoas outras quiseram usurpar” as competências do seu ministério nos expedientes visando o regresso do pastor preso na Costa do Marfim e acusou jurista Celiza Deus Lima, de ser um dos rostos incitadores do vandalismo as igrejas quarta-feira em São-Tomé.

“ Lamentavelmente pessoas outras quiseram possivelmente usurpar as funções do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação e sobretudo com discursos incendiários, não querendo sequer respeitar os princípios que têm a ver com as práticas diplomáticas” disse Elsa Pinto sobre os experientes com vista a libertação e regresso do pastor são-tomense preso na Costa de Marfim.

Relativamente aos próximos expedientes do seu ministério, Elsa Pinto disse que “uma delegação de caris diplomático vai partir para Costa de Marfim para dar a devida proteção consular ao nosso concidadão de acordo com as leis da república”.

Tendo acusado a jurista são-tomense, Celiza Deus Lima, como um das incitadoras do vandalismo de quarta-feira aos edifícios da Igreja Universal em São Tomé, que resulta uma morte, a ministra Elsa Pinto disse que “incitar como incitou, até hoje ao ponto de levar são-tomenses a queimar igrejas, a senhora [ Celiza Deus Lima] é um rosto desta revolta  e tem que assumir as suas consequências”.

“ Agora me dirijo a senhora doutora Celiza Deus Lima, todos os processos no âmbito de Justiça têm prazos e eu não sei quem, ela verdadeiramente está a defender, porque o advogado do senhor Ludimilo, ele está na Costa do Marfim. Ele foi e teve a defesa necessária” – sustentou a Chefe da Diplomacia são-tomense.

“Uma coisa é reivindicar a situação em que se encontra o cidadão são-tomense e esperar que a justiça seja feita e outra coisa é liderar movimentos para decapitar pessoas para queimar igrejas e criar tumulto nacional” disse a ministra para depois acrescentar que, “quando se tem razão espera-se pela justiça para que as coisas sejam feitas de acordo com a lei, os princípios a moral e bons costumes”.

Disse ainda no seu comunicado ” o que passou é algo que nunca aconteceu neste país, somos todos são-tomense que professamos a fé cristã e queima das igrejas neste país é um prelúdio muito mal para todos os são-tomenses, e as consequências deste ato de queima de igrejas devem ser atribuídas a determinados rostos deste movimento”.

Explicou ainda que acordo as informações do seu homólogo costa-marfinense, o cidadão são-tomense encontra-se vivo a cumprir pena de prisão na Costa do Marfim por crime de difamação através das redes sociais num processo movido por seus colegas pastores que já iniciaram um novo processo de retirada da queixa. A ministra disse ainda que ao logo do processo o pastor teve defesa e que teria também interposto um recurso.

Fim/RN,SJ

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