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São Tomé e Príncipe volta a ser mal sucedido nos Jogos Olímpicos

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Por: Manuel Dênde, Jornalista da STP-Press 

São Tomé (São Tomé e Príncipe), 02 Ago. 2021 (STP-Press) – São Tomé e Príncipe voltou a ser mal sucedido nas provas desportivas olímpicas, desta vez, na modalidade de canoagem, – soube a STP-Press após a disputa esta madrugada em Tóquio (Japão). 

Assim, a dupla Buly Triste e Roque Ramos apesar de terem arrancado bem, o qual lhes valeu a qualificação para quartos-de-final em Canoagem na classe C2 – 1.000 metros, a dupla não conseguiu o apuramento para as meias-finais, fazendo o percurso em  

4.44,055minutos. 

De acordo com informações vindas de Tóquio, a dupla São-tomense de canoagem atingiu os quartos-de-final, mercê do resultado da prova anterior concluída em 4.34,880 minutos. 

Neste momento, o País tem ainda alguma esperança nas individuais na especialidade em C1 – 1.000 metros em canoagem. 

Recorde-se que em atletismo, há dias, a São-tomense, Djamila Tavares quedou-se em último lugar apesar de ter batida o seu record pessoal. 

São Tomé e Príncipe toma parte nesta 32ª Edição dos Jogos Olímpicos com três atletas, dos quais Djamila Tavares por via Universalidade e a dupla, Buly Triste e Roque Ramos, por mérito mercê da qualificação desta nos Jogos Africanos de Marrocos do ano transacto. 

Fim/MD/LM

STP-Press 

Eleições: Governo não vai tolerar nenhum acto de subversão pública, vandalismo e desafio as autoridades

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Texto: Ricardo Neto, jornalista da Agência de Notícias STP-Press

São-Tomé, 02 Ags 2021 ( STP-Press ) O primeiro-ministro são-tomense, Jorge Bom Jesus , exortou hoje a “população a manter-se calma” e aguardar pela resolução do “contencioso eleitoral” de 18 de Julho, tendo declarado que “governo não vai tolerar nenhum acto de subversão da ordem pública, desacato, vandalismo e desafio as autoridades”.

Declarações de Jorge Bom Jesus esta manhã num comunicado ao País, no qual, denunciou que um grupo de pessoas dirigiu este sábado a residência oficial do Presidente da República e a do Presidente do Tribunal Constitucional, “sem autorização previa, em jeito de pressão politica perante o impasse prevalecente neste Tribunal ou em busca de pretexto para desacato e actos de desordem pública”.

O Chefe do governo declarou que “para garantir o clima de paz, tranquilidade social e segurança de pessoas e bens, doravante, o governo não vai tolerar nenhum acto de subversão da ordem pública, desacato, vandalismo e desafio as autoridades”.

Jorge Bom Jesus disse que “de igual modo, exortamos a população, mormente a juventude a manter-se calma e serena, aguardando que as instituições competentes de direito, possam, a breve trecho, resolver o contencioso eleitoral e viabilizar a sua conclusão”- avançou Jorge Bom Jesus.

“Por conseguinte, os dirigentes políticos e as forças partidárias que de forma acintosa, pública e comprovadamente instrumentalizarem a população, ou seja, proferindo discursos inflamatórios, organizando e financiando de actos ilícitos, puníveis por lei, que incitem a violência, ao ódio, a insurreição e a desordem pública, serão responsabilizados política e criminalmente”, acrescentou.

O primeiro-ministro disse que “mais uma vez, instamos os dirigentes políticos adoptarem uma postura de responsabilidade patriótica perante a conjuntura actual que briga com o processo eleitoral em curso e a imagem do Estado são-tomense.

Para Jorge Bom Jesus “o contexto pós-eleitoral é deveras preocupante e precário e exige de todos os actores políticos, sociais e sociedade civil organizada muita contenção para evitar derivas, aproveitamentos e até caos social”.

Quanto a denúncia, Bom Jesus disse que “neste fim-de-semana, ou seja sábado 31 de Julho, supostamente, um grupo de pessoas dirigiu ao Morro da Trindade, residência oficial do Presidente da República, sem autorização prévia, em jeito de pressão perante o impasse prevalecente no Tribunal Constitucional ou em busca de pretexto para desacato e actos de desordem pública”.

“Mais tarde, o mesmo grupo se deslocou a rua Padre Maritinho Pinto da Rocha, residência do venerando juíz presidente do Tribunal Constitucional com o mesmo propósito de invasão a privacidade e coação”, – disse

Jorge Bom Jesus revelou ainda que “no domingo dia 01 de Agosto do corrente ano, foi organizada, sem comunicação prévia as autoridades, uma vigília, diante do Palácio do Povo e posteriormente na praça da independência, numa clara tentativa de provocar e testar a reação das forças de defesa e segurança que se mantiveram prontas, serenas e vigilantes na manutenção da ordem pública”.

 “Estou certo de que o bom senso prevalecerá e a democracia e o Estado de Direito sobreviverão em São Tomé e Príncipe”, – concluiu

Fim/RN

Priasa lança concurso para construção de 17 abrigos tradicionais

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São -Tomé, 31 Jul 2021 ( STP-Press ) – A Unidade de Gestão do Projecto PRIASAII acaba de lançar concurso público para as obras de construção de dezassete (17) abrigos tradicionais em várias comunidades do País tal como pode ler neste anúncio.

Djamila Tavares, eliminada dos Jogos Olímpicos de Tóquio

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Por: Manuel  Dênde, Jornalista da STP-Press 

São Tomé (São Tomé e Príncipe), 30 Jul. 2021 (STP-Press) – A atleta olímpica São-tomense, Djamila Tavares, foi eliminada, na manhã desta sexta-feira, na 5ª série de apuramento da categoria dos 800m em atletismo, nesta 32ª edição dos Jogos Olímpicos de Tóquio, – soube-se hoje na cidade de São Tomé.

A primeira participação de São Tomé e Príncipe nestes jogos foi mal sucedida, pois, Djamila Tavares quedou-se em último lugar na prova de apuramento no Estádio Olímpico de Tóquio. 

Djamila Tavares, partiu na linha 2 da 5ª série de apuramento percorrendo a distância em 2.16.72, melhorando assim a sua melhor marca em 88 décimos, mas insuficiente para qualificar-se para meias-finais da prova de 800 metros. 

Esta séria de qualificação foi ganha pela Cubana, Rose Mary, com o tempo de 2.71 segundos ao passo que a atleta Uruguai, Deborah Rodriguez, quedou-se em segundo lugar com o tempo de 2.90. 

Depois de atletismo, esperanças de São Tomé e Príncipe residem na dupla de canoístas, que deverá entrar em cena de um a sete de Agosto, com Buly Triste e Roque Ramos, Campeões em Jogos Africanos de Marrocos. 

“Canoagem fará a prova de qualificação C-2, mil metros com os dois atletas a remarem juntos e dois dias depois deverão individualmente disputarem a prova de C-1, mil metros”, disse-nos uma fonte do COSTP.  

Após a participação nessa prova competitiva, Djamila Tavares reagindo a sua própria participação, na rede Social Facebook e consciente desta participação menos conseguida, mostrou-se satisfeita com o seu próprio “record pessoal” em 800 metros. 

Jogos Olímpicos, a maior manifestação desportiva planetária, teve início a 23 deste mês e termina a oito de Agosto, com a participação de 11 mil atletas vindos de 204 países, o qual comportará 46 modalidades desportivas. 

A maior delegação por países é dos Estados Unidos de América, com 613 atletas e uma das mais pequenas representações é de São Tomé e Príncipe com três atletas. 

Fim/MD/LM

STP-Press 

Eleições: Tribunal Constitucional vai voltar a reunir-se e, naturalmente, produzir um novo acórdão

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Texto: Ricardo Neto *** Foto; Lourenço da Silva

São-Tomé, 29 Jul 2021 ( STP-Press ) – Os cinco juízes do Tribunal Constitucional de São Tomé e Príncipe vão voltar a reunir-se para ultrapassarem as divergências quanto as decisões relativas aos resultados dos votos das presidenciais de 18 de Julho tal como ficou acordado na reunião de alto nível presidida esta manhã pelo Presidente da República Evaristo Carvalho.

De acordo com o porta-voz da reunião, Fortunato Pires, “concluiu-se que o processo eleitoral deve continuar, que o país deve manter-se calmo e tranquilo, porque processo deve continuar”

Tendo declarado que “o Tribunal Constitucional vai-se reunir no sentido de encontrar uma saída,” Fortunato Pires sublinhou que “uma decisão que permita, de facto uma saída” face ao impasse que se observa actualmente neste Tribunal.

 O porta-voz da reunião explicou ainda que “ e, em consequência disso, a Comissão Eleitoral Nacional vai dar seguimento aos seus trabalhos e em concertação com o governo encontrar meios necessários para que, de facto o processo eleitoral possa concluir”.

Questionado se ficam já sem efeito a existência dos dois acórdãos que estão na base da divergência entre os juízes deste Tribunal, Fortunato Pires respondeu que “vai depender, como disse, o Tribunal Constitucional vai-se reunir, naturalmente, produzir uma nova deliberação, um novo acórdão e em função disto o processo retomará a sua marcha”.

Relativamente aos prazos para a conclusão deste processo eleitoral, Fortunato Pires disse que “a questão dos prazos também será revista”, tendo sublinhado que “os prazos são perentórios, daí que só uma nova lei poderá de facto vir a alterá-los, mas será feito na sequência dos trabalhos…”.

Na abertura desta reunião com participação dos titulares dos órgãos da soberania, o Presidente da República, Evaristo Carvalho declarou que o “Tribunal Constitucional chegou a uma situação de ruptura, incapaz de se auto-normalizar, tornando-se, absolutamente necessário a intervenção de forças e impulsos externos para que se regresse, necessariamente, a normalidade”.

“Pretendo com o exercício de hoje encontrar no seio da comunidade jurídica e contando com clara e objectiva, encontrar uma solução plausível para este imbróglio e que o processo eleitoral em curso, retome o seu normal procedimento”, disse Evaristo Carvalho

O desentendimento entre os cinco juízes que compõem o Tribunal Constitucional deve-se existência de dois acórdãos sobre uma mesma questão,  sendo um assinado por dois juízes que decidiram pela recontagem integral dos votos das eleições presidenciais de 18 de Julho e a existência de um outro assinado por três juízes que contrariam a supracitada recontagem.   

Fim /RN

Líder regional visita obras de reassentamento “Terra Prometida” em Sundy

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Por: Manuel Dênde, Jornalista da STP-Press 

Cidade de Stº António (São Tomé e Príncipe), 29 Jul. 2021 (STP-Press) – O Presidente do Governo da Região Autónoma do Príncipe, Filipe Nascimento, visitou, há dias, as obras de Reassentamento Sustentável da Comunidade da Roça Sundy – Terra Prometida, – deu hoje a conhecer na sua conta no Facebook, na cidade de Stº António. 

Nesta visita de trabalho cujo objectivo central era tomar contactos com o andamento das obras, Nascimento, fez-se acompanhar de alguns dos seus colaboradores, dos quais os Secretários Regionais, Ana Alice de Pina, do pelouro do Ambiente e Flascoter Hugo, dos Assuntos Sociais. 

Após a visita, o Governo Regional reuniu-se com os parceiros HBD, UN-Habitat e representantes da Comunidade, no âmbito do Comité de Implementação Participativa. 

O Projecto consiste na construção de uma urbanização composta por 133 habitações de tipologia T2 em alvenaria, infra-estruturas sociais e acesso à terra para prática de agricultura.

Este projecto teve início no mandato do Governo liderado pelo Eng.º José Cassandra, em parceria com a empresa HBD e está a ser executado pela agência das Nações Unidas UN-Habitat. 

Durante o encontro, as partes analisaram o desenvolvimento da obra, cuja execução tem sido marcada por atrasos devido a constrangimentos provocados desde o naufrágio do navio Amfitriti, as dificuldades de ligação marítima entre as ilhas com reflexo no fornecimento de materiais e inertes, agravadas pela pandemia da COVID-19. 

O encontro permitiu ainda o reforço de concertação entre os parceiros no sentido de, em conjunto, encontrarem solução para se ultrapassar os constrangimentos identificados para a conclusão do projecto em tempo mais curto possível. 

Fim/MD/LM 

STP-Press

Hepatite B ganha terreno em São Tomé e Príncipe

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Por: Manuel Dênde, jornalista da STP-Press 

São Tomé (São Tomé e Príncipe), 29 Jul. 2021 (STP-Press) – Quatro por cento da população de São Tomé e Príncipe está infectada com o vírus da Hepatite B, – informou hoje, na cidade de São Tomé, uma fonte médica no País. 

Segundo o médico Bonifácio de Sousa que falava à imprensa na capital São-tomense a propósito do Dia Mundial da Hepatite, as pesquisas efectuadas no País dizem que 0,5% da população do País, também, padece de Hepatite C. 

As pesquisas não se referem as Hepatites A, D e E.

Este responsável disse que autoridades São-tomenses têm em curso medidas para travar e combater estas doenças que tendem a ganhar alguma proporção em São Tomé e Príncipe. 

A Hepatite, recorde-se, é provocada por uma inflamação do fígado e pode ser causada por vírus, uso de alguns remédios impróprios, álcool e outras drogas, além de doenças autoimunes, metabólicas e genéticas.

Sendo uma doença curável, diagnostica-la precocemente é a melhor forma de obter maiores possibilidades de eficácia com o tratamento. 

A doença de Hepatite manifesta-se por diversas formas compreendendo A, B, C, D e E. 

A hepatite do tipo B é uma doença infecciosa também chamada de soro-homóloga, causada pelo vírus B (HBV). 

E a sua transmissão está presente no sangue, no esperma e no leite materno, a Hepatite B é considerada uma doença sexualmente transmissível. 

Sabe-se que na maioria dos casos de Hepatite B não apresenta sintomas. Mas, os mais frequentes são cansaço, tontura, enjoo e/ou vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. Esses sinais costumam aparecer de um a seis meses após a infecção. 

E a Hepatite C, transmite-se pela partilha de material para uso de drogas compreendendo (seringas, agulhas, cachimbos, entre outros), higiene pessoal (lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objectos que furam ou cortam) ou para confecção de tatuagem e colocação de piercings; de mãe infectada para o filho durante a gravidez; sexo sem camisinha com uma pessoa infectada. 

Fim/MD/LM

STP-Press 

Eleições: Tribunal Constitucional precisa de forças e impulsos externos para regressar a normalidade – PR

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Texto: Ricardo Neto ** Foto: Lourenço da Silva

São-Tomé, 29 Jul 2021 ( STP-Press ) –   O Presidente de São Tomé e Príncipe declarou hoje que o “Tribunal Constitucional chegou a uma situação de ruptura, incapaz de se auto-normalizar, tornando-se, absolutamente necessário a intervenção de forças e impulsos externos para que se regresse, necessariamente, a normalidade”.

O Chefe de Estado são-tomense fez esta declaração esta manhã na abertura da reunião com os titulares dos órgãos da soberania no sentido de se encontrar uma solução para crise judicial que se regista no Tribunal Constitucional por divergência quanto as decisões referentes aos resultados das eleições presidenciais  de 18 de julho.

No discurso na abertura da reunião incluindo os cinco juízes deste Tribunal, Evaristo Carvalho sublinhou que “pretendo com o exercício de hoje encontrar no seio da comunidade jurídica e contando com clara e objectiva, encontrar uma solução plausível para este imbróglio e que o processo eleitoral em curso, retome o seu normal procedimento”.

O Chefe de Estado são-tomense disse que “esta reunião de emergência tem como fim único encontrar uma solução urgente para repor o normal funcionamento do Tribunal Constitucional, pois, no momento actual em que este Tribunal desempenha um papel preponderante no processo eleitoral”.

“Não pode ser esta instituição a contribuir para fomentar e aprofundar um clima de suspeição sobre o processo eleitoral”, disse Evaristo Carvalho, sustentando que “quando todos temos consciência do que se passou no País num passado recente e sobretudo, quando sabemos o que acontece nos Países deste nosso continente”.

Presidente Evaristo acrescentou que “os disfuncionamentos e os desregramentos que vem preenchendo o nosso quotidiano chegaram a um ponto, que não podemos fazer como se nada fosse connosco e como se tudo isso fosse normal, absolutamente, compreensível e justificável, considera-los como parte da nossa idiossincrasia…”.

Tendo declarado que “a violação das normas constitucionais, a infração às leis e as condutas ilícitas e imorais não podem ser naturalizadas, não podem ser consideradas normais”, Evaristo Carvalho sublinhou que “escusado dizer que o incumprimento das regras constitucionais e das leis, tornou coisa banal, justificável em algumas situações e explicáveis nas restantes”

O desentendimento entre os cinco juízes que compõem o Tribunal Constitucional deve-se existência de dois acórdãos sobre uma mesma questão,  sendo um assinado por dois juízes que decidiram pela recontagem integral dos votos das eleições presidenciais de 18 de Julho e a existência de um outro assinado por três juízes que contrariam a supracitada recontagem.   

Fim/RN

“Cargo e responsabilidades de um Presidente são demasiado importantes para que a sua legitimidade esteja ensombrada”, – Posser da Costa

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Por: Ricardo Neto, jornalista da Agência de Notícias STP-Press

 São-Tomé, 28 Jul 2021 ( STP-Press ) –  O segundo candidato mais votado nas eleições presidenciais de 18 de Julho em São Tomé e Príncipe, Guilherme Posser da Costa declarou  hoje que  “o cargo e as responsabilidades de um Presidente da República são demasiado importantes para que a sua legitimidade esteja ensombrada por episódio poucos claros, suspeições e dívidas”.

Posser da Costa sublinhou que “perante as alegações de quase todos candidatos de que havia indícios de fraude eleitoral partilhei a ideia de que uma recontagem dos votos seria o método mais adequado para garantir a transparência dos resultados e a verdade dos eleitores, dando legitimidade democrática ao vencedor”.

“Lanço um apelo veemente para que uma solução transparente e legal seja encontrada o mais rapidamente possível para actual situação e para retoma da normalidade social e institucional e conclusão final deste processo eleitoral” – disse Guilherme Posser da Costa

 “Jurista de profissão e democrata convicto defendo que conflitos são normais em qualquer sociedade e sobre qualquer assunto”, disse da Costa tendo sublinhado que “no entanto, a superação destes conflitos deve ser alcançada através de um entendimento abrangente e do respeito estrito pelas instituições e pelas leis que as regem”.

Fim/RN

Eleições: Jorge Bom Jesus congratula-se com PR em busca de solução para crise no Tribunal Constitucional

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Texto: Ricardo Neto ** Foto: Lourenço da Silva

São-Tomé, 28 Jul 2021 ( STP-Press) – O Primeiro-Ministro são-tomense congratulou-se hoje com a iniciativa do Presidente da República de reunir-se já esta quinta-feira com os titulares dos órgãos da soberania para se encontrar uma solução para crise judicial no Tribunal Constitucional face as decisões referentes aos resultados das eleições presidenciais  de 18 de julho.

“Os filhos de São Tomé e Príncipe conseguem encontrar soluções endógenas” – disse Jorge Bom Jesus tendo sublinhado que “penso que bom senso com toda a nossa sabedoria e participação de todos, como caso da Sua Excelência o Presidente da República enquanto garante do funcionamento das instituições… possamos de facto encontrar uma solução” que considera de “demasiado preocupante”  

“A situação prevalecente após divulgação dos resultados eleitorais provisórios é demasiado preocupante e naturalmente que o governo não pode manter-se impávido e sereno diante desta situação que briga com a imagem de São Tomé e Príncipe e tudo aquilo que nós conquistamos”, disse o Primeiro-Ministro.

 Jorge Bom Jesus disse que “recebemos um convite da sua excelência o senhor Presidente da República cuja, iniciativa aproveitamos para saudar no sentido de participarmos amanhã, [quinta-feira, dia 29] num fórum juntamente com outros órgãos da soberania, naturalmente com participação dos cincos juízos do Tribunal Constitucional no sentido de se encontrar uma solução que quanto mais cedo melhor porque o país já não suporta o que está a acontecer”

Jorge Bom Jesus disse que “não podendo imiscuir-se nas esferas dos outros órgãos da soberania, o governo tem encontrado espaços para juntos de outros órgãos para se poder encontrar solução que venha em benefício de São Tomé e Príncipe, do seu povo e do processo de desenvolvimento”.

Além de pedir toda população de São Tomé e Príncipe que se mantenha calma e serena, Jorge Bom Jesus disse que “eu peço a aqueles políticos com responsabilidades para pararem com discursos incendiários, inflamatórios que não ajudam a encontrar uma solução”.

O desentendimento entre os cinco juízes que compõem o Tribunal Constitucional deve-se existência de dois acórdãos sobre uma mesma questão,  sendo um assinado por dois juízes que decidiram pela recontagem integral dos votos das eleições presidenciais de 18 de Julho e a existência de um outro assinado por três juízes que contrariam a supracitada recontagem.   

Fim/RN

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