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Covid-19: São Tomé e Príncipe sobe para 11 casos, mas já com 4 recuperações

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Texto: Ricardo Neto e Leonel Mendes** Foto: Lourenço da Silva

São Tomé, 28 Abr ( STP-Press ) – O governo são-tomense acaba de anunciar 3 novos casos de coronavírus [a Covid-19] subindo para um total de 11 casos acumulados, dos quais, 4 já foram recuperados de acordo com o novo Boletim Diário sobre a pandemia divulgado esta tarde pela equipa do  ministério da Saúde liderada por ministro da tutela, Edgar Neves ladeado da directora dos Cuidados da Saúde, Feliciana Pontes.

Quanto aos testes realizados segunda-feira, dia 27 o novo boletim revela um registo total de 10, sendo, 7 testes rápidos negativos e 3 testes rápidos positivos.

Relativamente aos dados acumulados o boletim indica um total de 119 testes realizados por PCR, sendo, 114 testes negativos, 4 testes confirmados, 1 teste inconclusivo.

Quanto aos testes rápidos efetuados no País, o diário do ministério sobre coronavírus anuncia um total de 40 teste, tendo resultados, em 33 testes rápidos negativos e 7 testes rápidos positivos.

 No capítulo aos casos de Covid-19 positivos acumulados, o documento informativo sobre a pandemia sublinha um total de 11, com 4 casos recuperados e 6 casos activos [pacientes internados].

Fim/RN, LN

Pode ver o Boletim Diário do Ministério da Saude

Covid-19: Ministro da Saúde pede a população para se preparar para o pior

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Por: Leonel Mendes, Jornalista da Agência Notícias STP-Press

São Tomé, 28 de abr. 2020 (STP-Press) – O ministro da Saúde São-tomense, Edgar Neves, advertiu terça-feira em conferência de imprensa que “temos que nos preparar para o pior”, porque o coronavírus “está no nosso País”.

Neves que falava numa colectiva com mais dois responsáveis de saúde nacional, nomeadamente Feliciana Sousa Pontes, Directora dos Cuidados de Saúde e Pascoal D’Apresentação, Director do Hospital Ayres de Menezes, apelou para a consciencialização da população, no sentido de respeitar as indicações das autoridades públicas e os conselhos dos profissionais dos serviços de saúde, referentes ao combate do coronavírus, COVID 19.

“Dissemos sempre desde o primeiro dia, esperar o melhor e nos prepararmos para o pior”, adiantou Ministro da Saúde, garantindo que “temos a doença no nosso País”.

Abordando sobre o endurecimento das medidas adoptadas pelo Governo para a prevenção do alastramento da doença e o seu combate, Edgar Neves garantiu que “nós iremos continuar nessa luta até ao fim, sem hesitar”, independentemente dos transtornos.

Apelou para que toda a Nação se converta em “verdadeiros soldados” e que nesta luta “é preciso seriedade, concentração e determinação”.

Acrescentou que a colaboração é fundamental, por isso a necessidade de manter a população informada e esclarecida porque só assim ela saberá se posicionar em cada momento.

“Dizer que é uma invenção do Governo é um acto criminoso”, alertou Neves, admitindo que “há pessoas da saúde a lançarem o pânico na população com informações falsas”.

O ministro da Saúde assegurou que medidas estão sendo tomados internamente para se descobrir esses indivíduos que serão devidamente punidos.

A Directora dos Cuidados de Saúde, Feliciana Sousa Pontes, esclareceu sobre os critérios de utilização dos testes rápidos de acordo ao protocolo médico.

Feliciana Sousa Pontes, médica de profissão, informou que “só depois de oito dias do aparecimento dos sintomas num paciente, ele pode ser submetido ao teste rápido.

“Este teste mede anticorpos”, esclareceu.

Aconselhou a população para a necessidade de cumprir os cuidados básicos de higienização como forma de prevenir da doença.

A Director do Hospital Ayres de Menezes, Pascoal D’Apresentação, médico, garantiu que “os quatro casos existentes não evoluíram para gravidade”.

Disse ainda que o procedimento estabelecido no protocolo é que após a recuperação dos pacientes, terão alta hospitalar com a indicação de permanecerem 14 dias em confinamento nas suas residências, seguidos pelo acompanhamento da equipa criada para o efeito.

Em relação aos recuperados sublinhou que apresentavam febre, tosse e dificuldades respiratórias, mas que nenhum deles precisou do uso de ventiladores.

Fim/LM

Covid-19: 54 detidos por desobediência ao recolher obrigatório

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Por: Ricardo Neto, jornalista da Agência de Notícia STP-Press

São Tomé, 28 Abr 2020 (STP-Press) – Os agentes policiais são-tomenses apoiados por militares e paramilitares detiveram nas últimas 24 horas, cerca 54 pessoas por desobediência ao recolher obrigatório totalizando 136 detidos desde do início do confinamento iniciado 00:00 horas de sexta-feira por decisão do governo no combate a propagação da Covid-19 – soube-se hoje de fonte policial.

A fonte policial assegurou a STP-Press que os 54 detidos foram esta manhã apresentados ao Ministério Público para as primeiras interrogações no âmbito deste processo-crime face ao Estado de Emergência Sanitária que se observa no arquipélago.

Este grupo de 54 detidos segue-se as outras 83 pessoas, anteriormente detidas na sequência da patrulha dos agentes da Policia Nacional apoios por militares da Forças Armadas e outras forças paramilitares numa missão de cumprimento obrigatório do confinamento imposto pelo executivo face a pandemia.

Além de pessoas os agentes polícias detiveram ainda alguns taxistas e moto-táxis por organizarem barricadas e obstrução nas vias públicas.

Na manhã segunda-feira, os detidos por violação do recolher obrigatório foram libertados 24 horas depois, sem qualquer medida de coação, mas os taxistas e “motoqueiros” saíram sob termo de identidade e residência, devendo ser apresentados no Ministério Público.

Nas últimas 24 horas, o governo são-tomense confirmou a recuperação de 4 dos 8 casos positivos do coronavírus [a Covid-19] no País, tendo anunciado um total de 149 testados, 63 contactos sob vigilância médica e nenhuma mortes.

Fim/RN

12 Rumores e realidades sobre a China durante a epidemia de Covid-19

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São Tomé, 28 Abr 2020- Atualmente, a epidemia de COVID-19 está se espalhando globalmente. Relatórios e debates sobre a origem e disseminação do novo coronavírus (SARS-CoV-2) são frequentemente misturados com alegações falsas. Nas redes sociais e em alguma imprensa tradicional, mentiras, rumores e teorias da conspiração são muito populares. Seus veiculadores têm motivos próprios, alguns pretendem difamar oponentes políticos e institucionais e outros até acusam países, nações e religiões específicas.

A China foi particularmente afetada por essa “epidemia de informação”. Este artigo classifica os 12 rumores mais comuns sobre a China durante a epidemia Covid-19 e os refuta um a um com base no conhecimento científico e em argumentos factuais, na esperança de injetar um espírito mais prático e honesto nas discussões relevantes.

Rumor 1: o novo coronavírus foi criado em um laboratório chinês

Realidade: todas as evidências indicam que o novo coronavírus origina da natureza

O novo coronavírus é um novo tipo dos coronavírus conhecidos nas últimas décadas. A OMS observa que todas as evidências disponíveis indicam que o novo coronavírus se originou na natureza, não artificialmente. Atualmente, a comunidade científica não esclareceu a fonte natural específica do novo coronavírus e especula apenas que o vírus possa estar associado a morcegos e pangolins.

https://www.who.int/news-room/q-a-detail/q-a-coronaviruses

Rumor 2: a Covid-19 originou de um acidente de laboratório no instituto de investigação de virologia de Wuhan

Realidade: o instituto de investigação de virologia de Wuhan não tem nada a ver com a origem da Covid-19.

O Laboratório Nacional de Biossegurança do Instituto Wuhan de Virologia, parte da Academia Chinesa de Ciências, possui um nível certificado de proteção P4 e pode lidar com os patógenos mais mortais do mundo. O laboratório fica a cerca de 30 quilômetros do centro de Wuhan e é impossível para o vírus deixar um laboratório de tão alta segurança.

A EcoHealth Alliance é uma organização sem fins lucrativos com sede em Nova York, EUA. O presidente da aliança, Dr. Peter Daszak, é responsável pelo estudo de doenças infecciosas emergentes em todo o mundo e colabora com o Instituto de Pesquisa em Virologia de Wuhan há 15 anos. Em uma entrevista ao site de notícias dos EUA “DemocracyNow” em 16 de abril de 2020, Daszak disse que a alegação de que o COVID-19 escapou do laboratório era pura tolice.

https://www.democracynow.org/2020/4/16/peter_daszak_coronavirus

Rumor 3: o novo coronavírus é chinês porque originou em Wuhan

Realidade: O nome oficial do novo coronavírus é SARS-CoV-2. Wuhan foi o primeiro lugar onde foram registrados casos desse vírus, mas não é necessariamente a fonte do novo coronavírus.

Em dezembro de 2019, Wuhan informou pela primeira vez sobre a descoberta de uma nova infecção por coronavírus, que era então conhecida como pneumonia atípica. Mas a fonte exata do vírus não tem conclusões científicas claras. Historicamente, o local onde um vírus é descoberto pela primeira vez, geralmente não é a fonte. Os Estados Unidos relataram inicialmente casos de infecção por HIV, mas sua origem mais provável é a África Ocidental; Marburg, descoberta pela primeira vez em Marburg, Hesse, Alemanha. Este vírus provavelmente se originou no Uganda:

Para evitar a estigmatização, a OMS emitiu recomendações sobre a nomeação de doenças infecciosas e patógenos humanos em 2015, pedindo para evitar o uso de nomes de lugares, nomes de países e pessoas, nomes de animais e conceitos que podem causar pânico:

https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/163636/WHO_HSE_FOS_15.1_eng.pdf

O novo coronavírus foi oficialmente nomeado SARS-CoV-2, em 11 de fevereiro de 2020.

Rumor 4: em meados de novembro de 2019, a China foi informada do início do surto e ocultou informações relevantes durante 45 dias

Realidade: as instituições oficiais da China receberam pela primeira vez informações sobre um caso de pneumonia atípida em 27 de dezembro de 2019 e publicaram seu primeiro aviso de epidemia em 31 de dezembro de 2019.

Em 27 de dezembro de 2019, Zhang Jixian, diretora do Departamento de Medicina Respiratória do Hospital Provincial de Medicina Chinesa e Ocidental de Hubei, relatou três casos de pneumonia atípica ao CDC do distrito de Jianghan. Foi a primeira vez que instituições oficiais chinesas obtiveram informações sobre a epidemia COVID-19. Em uma entrevista recente, o Dr. Zhang descreveu o processo de apresentação de relatórios e informações médicas.

http://www.xinhuanet.com/english/2020-04/16/c_138982435.htm

Rumo 5: a China ocultou a verdade sobre a epidemia de Covid-19 durante muito tempo antes de se tornar pandemia global

Realidade: a China notificou pela primeira vez o público nacional e global da epidemia e tomou as mais rigorosas medidas de prevenção e controle no menor tempo possível, dando ao resto do mundo pelo menos seis semanas para se preparar.

A OMS confirmou o cronograma anterior no seu portal oficial da web a 8 de abril:

https://www.who.int/news-room/detail/08-04-2020-who-timeline—covid-19

O Sars-CoV-19 é um vírus descoberto recentemente. Na fase inicial do surto, quase não havia base de referência científica capaz de demonstrar que este novo vírus poderia causar uma pandemia perigosa. Depois de finalmente se confirmar que o vírus pode ser transmitido de pessoa para pessoa e que, provavelmente, causa uma taxa de mortalidade mais alta que a gripe, o governo chinês imediatamente emitiu um aviso ao público e adotou as medidas mais rigorosas, abrangentes e preventivas de controle exaustivo. Em 23 de janeiro, a cidade de Wuhan foi colocada em quarentena. Em 25 de janeiro, a província de Hubei, com uma população de 60 milhões, também foi encerrada.

Um mês após o encerramento de Wuhan, em 23 de fevereiro, 78.811 casos foram diagnosticados em todo o mundo, dos quais apenas 2,2% estavam fora da China. Até então, exceto no leste da Ásia, o resto do mundo mal havia tomado medidas preventivas eficazes.

Rumor 6: a China ocultou e reportou com inexatidão o número de casos diagnosticados e mortos por Covid-19

Realidade: a China sempre foi transparente no diagnóstico e no número de mortes do COVID-19 e cumpriu suas obrigações de informar.

Em 20 de abril de 2020, o número acumulado de casos Covid-19 recém-diagnosticados contabilizados em Wuhan era de 50.333, com 3.869 mortes e uma taxa de mortalidade de 7,69%, acima da média mundial.

O pequeno número de casos confirmados e mortes na China é atribuído a medidas oportunas, estritas e abrangentes de prevenção e controle tomadas pelo governo chinês, incluindo medidas para fechar as vias de acesso à cidade de Wuhan. Segundo o relatório de pesquisa da revista Science, as medidas anteriores reduziram o número de pessoas infetadas na China em mais de 700.000.

https://science.sciencemag.org/content/early/2020/03/30/science.abb6105?rss=1

Rumor 7: a China manipula a OMS para assegurar que esta não dirige críticas ao país

Verdade: a OMS é uma organização internacional independente composta por 194 membros da Organização das Nações Unidas e não pode ser manipulada.

Entre os 21 membros da equipa de liderança na sede da OMS, está apenas um membro chinês e 11 dos EUA, União Europeia e Canadá. Ren Minghui, da China, serve como diretor-geral assistente na OMS para a prevenção da AIDS, tuberculose, malária e doenças tropicais negligenciadas desde janeiro de 2016.

https://www.who.int/dg/who-headquarters-leadership-team

Antes de anunciar a suspensão do financiamento da OMS, os EUA eram o maior contribuinte da instituição. Incluindo contributos voluntários, a China é a sexta maior fonte de financiamento da OMS.

https://www.who.int/about/planning-finance-and-accountability/financing-campaign

Não só a China, mas quase todos os estados membros apoiam o trabalho do diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom. As teorias de que o diretor-geral “depende da China” e que fora “eleito apenas com o apoio da China” são infundadas.

https://www.who.int/dg/speeches/detail/who-director-general-s-opening-remarks-at-the-media-briefing-on-covid-19—20-april-2020

Rumor 8: A China é responsável pela pandemia e tem de compensar o mundo

Realidade: os vírus são um inimigo comum da humanidade e a China é também uma vítima. Não há base legal para exigir uma “compensação” à China.

Os vírus são o inimigo comum do ser humano, e podem surgir a qualquer altura e em qualquer lugar. A China, como os outros países é também uma vítima.

A OMS anunciou a 30 de janeiro que o novo coronavírus constitui “uma emergência de saúde pública de interesse internacional”. Tal ocorreu um mês após a China ter enviado, sem atraso, a primeira notificação à OMS.

As leis e regulamentos internacionais de saúde não fornecem uma base para um estado se responsabilizar por uma pandemia. Contudo, alguns juristas internacionais acreditam que a China deve ser responsável e pagar compensações pela pandemia do novo coronavírus. Nesse caso, quem deverá compensar por epidemias como a gripe H1N1, AIDS, e BSE?

Rumor 9: a China está ajudando outros países a combater a epidemia apenas para expandir a sua influência geopolítica

Realidade: a China ajuda outros países por motivos humanitários e de solidariedade. Além disso, a China acumulou experiência útil na luta contra epidemias.

O vírus não conhece fronteiras e nada tem a ver com a cor de pele ou idioma. A ajuda da China a outros países na luta contra a epidemia provém, não só do espírito humanitário internacional, mas também da crença em uma comunidade de destino comum para a humanidade.

A ajuda da China a outros países é também uma manifestação tradicional de agradecimento da nação. No momento mais severo da epidemia na China, no final de janeiro e início de fevereiro deste ano, muitos países no mundo destinaram ajuda ao país. O povo chinês tem isso em estima, sendo que Wang Yi, conselheiro de Estado e ministro das Relações Exteriores, enfatizou a gratidão chinesa durante uma conversa com Josep Borrell, ministro dos Assuntos Exteriores, União Europeia e Cooperação da Espanha.

A China acumulou experiência útil na luta contra epidemias. Após dois meses de prevenção e controle rigorosos, a situação da China foi, por fim, contida. O escritório europeu da OMS acredita que a experiência da China pode ser usada como referência para outros países e pode ajudá-los a delinear e implementar de modo mais eficaz medidas capazes de tratar doenças críticas.

Rumor 10: os produtos médicos importados da China são contrafeitos e de qualidade duvidosa.

Realidade: a China leva a cabo inspeções rigorosas de qualidade nos produtos médicos exportados. Parte do problema deriva do uso impróprio ou da diferença de regulamentações entre a China e o resto do mundo.

De acordo com dados da Administração Geral Alfandegária da China, entre 1 de março e 4 de abril de 2020, o país exportou um total de 10,2 bilhões de yuans de materiais de prevenção epidemiológica, incluindo 3,86 bilhões de máscaras, 37,52 milhões de roupas protetoras, 2,41 milhões de termómetros, 16000 ventiladores, 2,84 milhões de caixas de reagentes de deteção do novo coronavírus e 8,41 milhões de pares de viseiras. Os produtos onde foram detetados problemas de qualidade foram em número reduzido.

Desde 2 de abril, o governo chinês emitiu políticas para reforçar a qualidade de gestão das importações de materiais médicos. Os produtos expedidos têm não somente de obedecer aos requisitos da autoridade nacional regulatória de medicamentos, mas também aos padrões do país importador.

Rumor 11: a China o novo coronavírus para paralisar a economia ocidental

Realidade: a economia chinesa está intrinsecamente ligada à economia mundial. A economia chinesa só pode ser bem sucedida se a economia do resto do mundo estiver dentro da normalidade.

A economia chinesa foi profundamente afetada pela epidemia do novo coronavírus. No primeiro trimestre do ano, o PIB chinês caiu em 6,8%, o valor mais baixo deste que a China começou a contabilizar o PIB, em 1992. A última vez que a China experienciou uma contração econômica desta magnitude data de 1976.

Desde que a China se juntou à OMS em 2001, a economia do país foi, progressivamente, se integrando com o resto do mundo. Em 2019, as importações e exportações da China perfizeram 31,54 trilhões de yuans, dos quais 17,23 representam exportações, contribuindo para 18% do total da economia. A China e o mundo são interdependentes, sendo do interesse da China que a economia mundial recupere rapidamente e cresça de modo sustentado.

Rumor 12: a China reabriu os seus mercados de animais selvagens

Realidade: não existem neste momento mercados de animais selvagens na China. A legislação do país proíbe a caça, comércio, transporte e consumo de animais selvagens.

O 16º encontro do Comitê Permanente da 13ª Assembleia Popular Nacional aprovou a “Decisão do Comitê Permanente da 13ª Assembleia Popular Nacional para a Poibição Integral do Comércio de Vida Selvagem, Eliminação de Animais Selvagens e Proteção da Saúde Popular”. O Fundo Mundial para a Natureza aprovou tal decisão.

https://www.worldwildlife.org/press-releases/wwf-statement-on-china-s-revision-of-the-wildlife-protection-law

O que reabriu em Wuhan foi o mercado tradicional dos agricultores de Wuhan, o qual vende legumes, frutas, marisco e carnes, sendo que segue rigorosamente os regulamentos sanitários relevantes e cujas características não se distinguem dos homólogos europeus.

Fim/ Embaixada da China em São Tomé e Príncipe

Covid-19: Governo anuncia recuperação de 4 dos 8 casos confirmados e 63 sob vigilância médica

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Por: Ricardo Neto, jornalista da Agência de Notícias STP-Press

São Tomé, 27 Abr ( STP-Press ) – O governo são-tomense acaba de confirmar a recuperação de 4 dos 8 casos positivos do coronavírus [ a Covid-19 ] no País, tendo anunciado um total de 149 testados, 63 contactos sob vigilância médica e nenhuma mortes de acordo novos de dados divulgados esta tarde pela equipa do ministério da Saúde.

Quanto aos testes rápidos efetuados no País, foram realizados um total de 30 [testes rápidos], tendo resultado 24 negativos, quatros positivos e dois estão ainda a espera de se obter resultados definitivos.

Relativamente aos testes PCR, foram realizados um total de 119, sendo 24 em Portugal, 16 no Gabão e 80 na Guiné-Equatorial, resultando, 114 negativos, 4 confirmados [positivos] e um inconclusivo.

Novos dados revelam que já foram registados no País 8 casos, dos quais, 4 já foram recuperados da doença e outros 4 estão internados neste momento no principal hospital do País, Ayres de Menezes.

A nova actalização do relatório Covid-19 revela ainda até ao momento não se registou no País qualquer óbito resultante da doença, encontrando-se neste momento em isolamento domiciliar 63 pessoas sob vigilância das equipas médicas do Ministério da Saíde.

Nos dados do ministério da Saúde dão conta ainda da existência de 4 pessoas no que se refere aos pacientes suspeitos (sintomáticos respiratórios).

Fim/RN

Covid-19: Bilionário chinês doa ventiladores à São Tomé e Príncipe

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São Tomé, 27 Abr ( STP-Press ) – São Tomé e Príncipe recebeu esta manhã dois ventiladores doados por bilionário chinês Jack Ma, Alibaba Group, para apoiar o arquipélago em ações de combate a propagação do coronavírus- [ a Covid-19 ] anunciou hoje um responsável da OMS em São Tomé, Vilfrido Gil.

Os dois ventiladores incluindo ainda fatos de proteção individual, termómetros, e outros materiais médicos-hospitalares chegaram esta manhã ao aeroporto internacional de São Tomé provenientes de addis-Abeba, Etiópia, num voo fretado pela OMS, – adiantou Vilfrido Gil.

Esta doação de Jack Ma segue-se a uma outra envida ao País, há pouco menos de um mês contendo, designadamente, kits de testes, máscaras cirúrgicas, fatos de proteção, entre outros consumíveis e materiais médicos.

Ventiladores doados por Alibaba Group chegam numa altura em que as informações do executivo dão conta que São Tomé e Príncipe tem um registo de quatro casos positivos do coronavírus em internamento e quatro já curados.

Ainda esta manhã de segunda-feira 36 pessoas foram apresentadas ao Ministério Públicos por violação ao recolher obrigatório iniciado nas primeiras horas desta sexta-feira por decisão do governo como um das medidas para evitar a propagação da pandemia do coronavírus [a Covid-19].

Além da patrulha da polícia nacional, a operação do controlo ao confinamento, conta ainda com apoio das Força Armadas do País e outras paramilitares ao abrigo de um decreto presidencial que disponibilizou dois pelotões de militares a solicitação do governo.

Fim/RN

Covid-19: Polícia deteve 35 pessoas por violação ao recolher obrigatório

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São Tomé, 27 Abr 2020 (STP-Press) – Cerca de 35 pessoas foram detidas pela Policia Nacional são-tomense por terem violado o recolher obrigatório entrado em vigor nas primeiras horas de sexta-feira por decisão do governo como forma evitar a propagação da covid-19, soube-se hoje de fonte policial.

O comissário da polícia, Isac Penhor disse que das 35 pessoas, 17 foram detidos no distrito de Água Grande, oito em Mé Zóchi, os dois mais populosos do país, cinco em Lobata, e cinco em Cantagalo, disse o comissário Isac Penhor.

O comissário da polícia disse ainda que, os agentes polícias detiveram ainda 15 taxistas e moto-táxis por organizarem barricadas e obstrução nas vias públicas.

Os detidos por violação do recolher obrigatório foram libertados 24 horas depois, sem qualquer medida de coação, mas os taxistas e “motoqueiros” saíram sob termo de identidade e residência, devendo ser apresentados no Ministério Público.

Nesta missão de cumprimento ao confinamento a Policia Nacional conta com apoio das Forças Armadas de São Tomé e Príncipe bem como os efetivos da Unidade de Defesa e Proteção dos Dirigentes do Estado (UPDE) incluindo a Polícia Aduaneira.

De acordo com as informações do executivo, São Tomé e Príncipe tem um registo de quatro casos positivos do coronavírus em internamento e quatro já curados.

Fim/RN

Juntos Somos Mais Fortes: São Tomé e Príncipe, os Estados Unidos da América, e A Batalha Global Contra o Covid-19

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Encarregado de Negócios Robert Whitehead, Embaixada dos EUA em Libreville
23 de Abril de 2020

São-Tomé, 27 Abr – A história sobre a relevância dos EUA na batalha global contra o Covid-19 é uma história de dias, meses e décadas. Todos os dias nova assistência técnica e material dos EUA chega aos hospitais e laboratórios em todo o mundo. As referidas assistências, por sua vez, baseiam-se em décadas de perícia, altruísmo e planejamento do povo Americano.

As assistências dos Estados Unidos da América são de cariz humanitária, por acreditarmos que este é o caminho certo a seguir e por sabermos que as pandemias não respeitam fronteiras. Estamos igualmente cientes que ao apoiarmos os países na contenção dos surtos,  salvaremos vidas fora e dentro do território Americano.

Per si, a nossa generosidade e pragmatismo explica por que os Estados Unidos da América foi um dos primeiros países a disponibilizar ajuda ao povo chinês assim que surgiram relatórios de Wuhan sobre o surto. No início de janeiro, o governo dos Estados Unidos prontamente disponibilizou assistência técnica aos Centros para Controle de Doenças na China.

Na primeira semana de Fevereiro, os EUA transportaram quase 18 toneladas de suprimentos médicos para Wuhan, fornecidos pela ONG Evangélica  Samaritan’s Purse, pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e outros. Igualmente comprometemos em disponibilizar US $100 milhões em assistência aos países para combater o que viria a tornar-se numa pandemia.

Contudo, actualmente a nossa resposta supera em muito esse compromisso inicial. Desde o surto de Covid-19, o governo dos EUA garantiu quase US $ 500 milhões em assistência. Este financiamento está destinado a melhorar a educação em matéria de saúde pública, em auxiliar os centros de saúde e aprimorar a capacidade laboratorial, de vigilância e resposta a epidemias em mais de 60 países de maior risco em todos os continents – tudo um conjuntos de esforços para ajudar na contenção do surto.

Os Estados Unidos da América continuam a ser o maior doador em questões humanitárias e de saúde; tanto para o desenvolvimento a longo prazo, com enfase para o reforço das capacidades dos parceiros, bem como no que tange as respostas de emergência face as crises recorrentes. A nossa assitência financeira tem salvado vidas, protegido pessoas mais vulneráveis ​​as doenças, construído infraestruturas sanitárias e promovido a estabilidade das comunidades e nações.

Os EUA financiam quase quarenta por cento dos programas globais de assistência à saúde, totalizando US $ 140 bilhões em investimentos nos últimos 20 anos – cinco vezes mais que o segundo maior doador. Desde 2009, os contribuintes americanos financiaram de forma filantrópica mais de US $ 100 bilhões em assistência à saúde e quase US $ 70 bilhões em assistência humanitária em todo o mundo.

Este conjunto de assistências e partilha de experiências é também evidente em São Tomé e Príncipe (STP) e demonstra um compromisso de longo prazo com o arquipélago no que concerne a saúde pública. Os Estados Unidos, por meio de ajuda direta e de suas contribuições ao Fundo Global, doaram milhões de dólares para apoiar na luta conta o Paludismo, HIV-Sida e a Tuberculose no mundo. Por exemplo, desde 2005, o Fundo Global destinou quase US$ 33,8 milhões a STP para reforçar a capacidade do país na luta contra as referidas doenças. Independentemente disso, os Estados Unidos da América já investiram na construção e reabilitação de seis edifícios no Hospital Central Dr. Ayres de Menezes e financiaram a construção dos centros de saúde de Ribeira Peixe e Micoló.

Recentemente um médico militar São-tomense deslocou-se à San Diego, Califórnia, para uma formação no domínio de HIV- Sida e igualmente financiamos a formação de um técnico militar de laboratório e enfermeiro em Angola em questões de aconselhamento e testagem de HIV e bem como técnicas úteis de manejo das doenças infecciosas. Outrossim, fornecemos suprimentos médicos e de laboratório e providenciamos também assistência técnica com o desígnio de tornarmos o programa médico militar de São Tomé e Príncipe auto-sustentável.

Para além de contribuir monetariamente, a Estação de Voz da America (VOA), em de São Tomé desde 1993, disponibiliza também combustível e partilha saberes com intuito de tornar STP num país melhor. Desde 2017, a VOA tem disponibilizado apoio à Delagação de Saúde do Distrito de Cantagalo. Estas doações mensais têm ajudado a referida delegação na compra de combustível para as ambulâncias, que em caso de emergência, transportam os pacientes do distrito para o Hospital Central Dr. Ayres de Menezes.

Naturalmente, além das assistências da parte do Governo Americano; as empresas, ONGs e organizações religiosas dos EUA apoiam na promoção da saúde a nível mundial. Por exemplo, a empresa petrolífera Kosmos Energy, sedeada no Texas, abraçou uma iniciativa para requalificação, apetrecho e reforço de capacidades dos técnicos de uma clínica médica em São Tomé e Príncipe. Concernente ao apetrecho, os equipamentos de ressuscitação disponibilizados pela petrolífera estão relacionados com o Advanced Trauma Life Support (ATLS) ou Suporte Avançado da Vida no Trauma (SAVT) e Advanced Cardiac Life Support (ACLS) ou Suporte Avançado de Vida Cardiovascular (SAVC).


Com os mesmos ideias, nós, os Estados Unidos da América, continuaremos a ajudar os outros nos momentos de maior necessidade. Relativamente a pandemia do Covid-19, a nossa posição não é diferente. Continuaremos a apoiar os países na criação sistemas de saúde resilientes e capazes de prevenir, detectar e responder a surtos de doenças infecciosas. Da mesma forma que, nós, os EUA, temos tornado o mundo mais sadio, pacífico e próspero para as gerações vindouras; colaboraremos com São Tomé e Príncipe e outros no combate ao nosso inimigo comum. Juntos seremos mais fortes.

Fim/ Embaixada EUA

Covid-19: São Tomé e Príncipe subiu de 3 para 4 casos positivos do coronavírus

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Texto: Ricardo Neto *** Foto: Lourenço da Silva

São Tomé, 24 abr 2020 (STP-Press) – São Tomé e Príncipe subiu de 3 para 4 casos positivos do coronavírus [a Covid-19], anunciou hoje o primeiro-ministro são-tomense, Jorge Bom Jesus.

“De acordo com as informações que me deram, neste momento nós temos quatro casos confirmados,- disse Jorge Bom Jesus no final de visita as instalações do centro de isolamento para os infetados com coronavírus [a Covid-19].

O Chefe do governo sublinhou que “quer dizer que, além da dimensão preventiva, nós já estamos na vertente curativa, tendo acrescentando que “temos que reforçar os meios de diagnóstico, temos que fazer o máximo de testes possíveis para que possamos detetar mais casos”.

A partir de hoje, sexta-feira começa “confinamento diário obrigatório de toda a população, a partir das 19 horas, em todo o território nacional, salvo os casos específicos que serão regulamentados, em função da natureza de alguns serviços, sob pena dos infratores incorrerem em crime de desobediência”.

Além da obrigatoriedade no uso de mascaras de proteção por todos os cidadãos que circulem nas vias públicas e todos os prestadores de serviço”, o governo anunciou ainda que “ os funerais e velórios não poderão doravante ser realizados com um número superior a 20 pessoas” entre outras medidas.

Fim/RN

Covid-19: China reforça combate contra paludismo em pleno período da pandemia

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Por: Ricardo Neto, Jornalista da Agência de Noticias STP-Press

São-Tomé, 24 Abr ( STP-Press ) – A missão técnica chinesa continuar a reforçar ações de pulverização, fumigação espacial  e testagem contra o paludismo no arquipélago são-tomense em pleno período de ações de medidas preventivas que se vive no País face a pandemia da Covid-19, soube-se hoje em São Tomé.

Neste momento, os técnicos chineses e são-tomenses estão a operar na zona de São João da Vargem e outras localidades circundantes na capital de São Tomé, numa missão de combate ao mosquito causador da doença.

Um dos moradores da Zona, Octavio Barros congratulou-se hoje com esta operação da missão chinesa de luta contra paludismo, tendo sublinhado que “ temos de continuar este combate ao mosquito causador da malaria ainda mais numa altura que estamos a enfrentar as medidas de prevenção ao coronavírus”.

“ Estas ações são extremamente boas porque estamos na época da Chuva e a tendência de fazer aumentar o mosquito” disse Octávio Barros acrescentando que “ temos de acabar definitivamente com o paludismo em São Tomé e Príncipe”.

Esta missão técnica chinesa tem vindo a proceder operações de fumigação espacial nocturna, sobretudo, em três localidades de capital de São Tomé, designadamente, Oquel-del-rei, Bairro da Liberdade e Campo de Milho, apontadas como as mais afetadas pela doença nos últimos temos.

Além de combate ao paludismo, a cooperação chinesa tem ainda apoiado São Tomé e Príncipe na prevenção do coronavírus [a Covid-19], sobretudo através de donativos de equipamentos médicos-hospitalares tais como máscaras, luvas, botas, protetor de óculos, termómetros, capa de proteção individual entre outros materiais, face a pandemia.

Fim/RN

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