Domingo, Fevereiro 8, 2026
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José Bouças, novo director da TVS e Silvério Amorim, novo director da Rádio Nacional

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Bouças, novo director da TVS e Amorim novo director da Rádio

 Por : Neisy Nascimento **com Foto de Lourenço da Silva

São-Tomé, 06 Dez. (STP-Press) – Os jornalistas são-tomenses, designadamente, José Bouças e Silvério Amorim foram hoje nomeados novos directores, da Televisão São-Tomense, TVS e da Rádio Nacional,respetivamente, em substituição de João Ramos e Braçanam Santos de acordo com despachos esta manhã do Secretário de Estado para Comunicação Social, Adelino Lucas.

Os documentos assinados por Lucas sustentam que a decisão destas mexidas visa a implementação de “uma nova dinâmica no sector da comunicação social estatal”, nomeadamente na TVS e Rádio Nacional com vista, “ a uma melhor prestação de serviço público de informação”.

“ Considerando a necessidade de se imprimir uma nova dinâmica no sector da comunicação social estatal … com vista a uma melhor prestação de serviço público é nomeado José Bouças para exercer em comissão de serviço o cargo de director da TVS, lê-se um dos despachos que também faz referência a nomeação de Silvério Amorim como novo director da Rádio Nacional, RNSTP.

Enquanto José Bouças foi chefe de departamento de informação da TVS, Silveiro Amorim também já exerceu as funções do chefe de departamento de programas da Rádio Nacional, tendo ambos já exercidos outros cargos de chefia nos respectivos órgãos.

Estas mexidas nas direções dos órgãos de imprensa estatais acontecem quatro dias depois da entrada em funções do novo executivo liderado pelo primeiro-ministro, Jorge Bom Jesus, sustentado pela aliança parlamentar formada por MLSTP-PSD e a Coligação PCD-MDFM-UDD.

Fim/ NS, RN

Guiné Equatorial quer criar empresa mista de petróleo com São-Tomé e Príncipe

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Embaixador da Guiné-Equatorial, Paulino Bololo a declarar ao Governo de Jesus a vontade de criar empresa mista de petróleo

Texto: Ricardo Neto ** Foto Arquivo: Lourenço da Silva

São-Tomé, 06 Dez. ( STP-Press) –  A Guiné Equatorial manifestou a “disponibilidade para materializar” com São Tomé e Príncipe, a criação de uma empresa mista de exploração de petróleo, tal como  declarou quarta-feira o embaixador equato-guineense, Paulino Bololo a saída de audiência com o primeiro-ministro, Jorge Bom Jesus.

” É um tema que temos sobre a mesa, temos que trabalhar para a materialização dessa iniciativa”, disse o embaixador da Guiné Equatorial tendo acrescentado que “é possível” executar este projeto nos próximos quatros anos.

“Como disse o Presidente Obiang, a Guiné Equatorial está aberta para partilhar a sua experiência na área de petróleo e está sempre disposto a trabalhar com São Tomé e Príncipe nesse domínio”, sublinhou Bololo.

O diplomata equato-guineense acrescentou inda que “a Guiné Equatorial está aberta e pensamos que São Tomé e Príncipe também, as duas partes têm que se sentar para ver como materializar esta ideia, que tem muito benefício para os dois países

Este projecto de empresa mista surgiu há três anos numa visita do Presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Nguema, durante a qual defendeu a criação de uma empresa mista de petróleo numa perspectiva de uma exploração conjunta de um bloco situado numa zona de sobreposição entre os dois Países.

Além da questões petrolíferas, Paulino Bololo disse ainda ter manifestado ao Jorge Bom Jesus a disponibilidade da Guiné-Equatorial em materializar o acordo nas áreas de transportes aéreos e marítimo como projecto de benefício relevante para os dois países.

Fim/RN

Vice-presidente demite-se e denuncia ingerência política na Federação de Futebol

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Por: Ricardo Neto, jornalista da Agência de Notícias STP-Press 

São Tomé, 05 Dez. (STP-Press) – O 2º vice-presidente da Federação São-Tomense de Futebol, Jasi Ramos pediu a sua demissão do cargo, denunciado ingerência política nesta instituição futebolística, tendo o 1º vice-presidente José Alberto Catambi refutado todas as acusações do dirigente demissionário, soube-se hoje de fonte federativa.

De acordo com o 2º vice-presidente demissionário, Jasi Ramos o seu pedido de afastamento deve-se a uma alegada atitude política- partidária do Presidente da Federação, Domingos Monteiro, “Nino” que acusa de estar a exercer pressões sobre os membros federativos numa autêntica partidarização política da organização a luz das eleições de 07 de Outubro no País.

“ Política partidária invadiu as estruturas da federação, antes e durante todo o período eleitoral” disse Jasi Ramos, tendo acrescentado que “ nos últimos meses a federação viveu e vivi um clima de crispação, de perseguição gratuita, de saneamento, de exclusão só porque os outros não sabem viver na diferença”.

Ao refutar as acusações do 2º vice-presidente demissionário, o 1º vice-presidente da federação José Alberto Catambi negou todas as denúncias feitas por Jasi Ramos, tendo sublinhado que “ são falsas questões que não condizem com a verdade futebolística nem com a realidade da nossa federação”.

Saindo em defesa do presidente da federação são-tomense, Domingo Monteiro, “Nino”, o 1ºvice presidente Catambi disse “não existe nenhuma exclusão, nem saneamento de pessoas” na estrutura da federação por causa da política partidária, tendo acrescentado que no organismo “ temos pessoas de todos os partidos políticos”, e num clima de normal relacionamento de trabalho.

O Afastamento de Jasí  Ramos acontece a pouco menos de um mês das próximas eleições nas estruturas da federação são-tomense de futebol.

Fim/RN

 

Governo de Jorge B. Jesus já decidiu repor a hora legal são-tomense

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Texto: Ricardo Neto ** Foto: Lourenço da Silva

São Tomé, 05 Dez. (STP-Press) – O Governo de São Tomé e Príncipe anunciou hoje a reposição da hora legal do arquipélago já a partir de 01 de Janeiro de 2019 em cumprimento uma das promessas eleitorais do Primeiro-Ministro são-tomense, Jorge Bom Jesus, líder do MLSTP-PSD, anunciou esta manhã o porta-voz do Executivo, Adelino Lucas.

Lucas que exerce as funções de Secretário de Estado para a Comunicação Social disse que a decisão da reposição da hora foi tomada terça-feira em reunião de Conselho de Ministros em da análise da situação social, economia e financeira do País, logo após a entrada em funções segunda-feira deste Executivo chefiado por Jorge Bom Jesus.

“ O Conselho de Ministros, relativamente a hora legal de São Tomé e Príncipe, decidiu que a partir de 1 de Janeiro de 2019 será reposta a nossa hora secular” – sublinhou o porta-voz do Governo.

A mudança da hora são-tomense por aumento de mais 60 minutos foi tomada em Janeiro de 2018 pelo antigo governo do ADI, liderado por Patrice Trovoada tendo alegado na altura o enquadramento a um novo plano estratégico e de desenvolvimento do País.

Bastante crítico a decisão do anterior governo, o actual Primeiro-Ministro, Jorge Bom Jesus havia prometido em campanha eleitoral que a reposição da hora legal seria a primeira decisão a tomar na qualidade de Chefe do Executivo são-tomense.

Além da hora, o Conselho de Ministros, dentre outras decisões, orientou ao titular da pasta do comércio para se diligenciar no sentido de garantir abastecimento do mercado com os “bens alimentares de primeira necessidades” tendo em conta a quadra festiva do natal e de ano novo.

Fim/RN

 

PM visita EMAE e anuncia “Plano de Emergência” para minimizar a crise energética

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Por: Ricardo Neto, Jornalista da Agência de Noticias STP-Press

São-Tomé, 04 Dez. ( STP-Press) – O primeiro-ministro são-tomense, Jorge Bom Jesus considerou “preocupante” a crise energética no País, hoje no final de uma visitou surpresa as instalações da Empresa de Água Electricidade, EMAE, tendo,  anunciado  um “  Plano B de emergência” para minimizar a situação bem como um “inquérito” para imputar responsabilidades.

“ As informações são preocupantes” – disse Jorge Bom Jesus tendo acrescentado que “ para uma exigência de cerca de 20 megawatt, nós [a EMAE] estamos a produzir 11, daí que temos de adoptar um plano B em termos de emergências para momentos de pico, possivelmente a aquisição de forma pontual de um grupo [de geradores] ”.

Tendo admitido a hipótese de uma “solução ainda para este ano, pelo menos para quadra festiva” do natal e ano novo, o primeiro-ministro são-tomense disse que “ há alguns contatos preliminares que começamos a fazer na perspectiva de seremos poder”.

Ao falar da responsabilização face actual crise energética no País, Jorge Bom Jesus disse que “ a semelhança da aquilo que o Presidente da República exigiu eu alinho-me sobre o mesmo diapasão” relativamente a abertura de um inquérito “ para que possamos apurar responsabilidades e naturalmente sabermos como agir no erro e no eventual aspeto criminal”.

Trata-se da primeira visita de Jorge Bom Jesus com a uma instalação pública do País as vestes de Primero-Ministro,  depois de ter sido investido no cargo pelo Presidente da República em cerimónia realizada segunda-feira no palácio presidência de São Tomé.

Fim/RN

“Geringonça” leva Troika ao poder com Jesus no Governo e Neves no Parlamento

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Texto: Ricardo Neto ** Foto: Lourenço da Silva

São-Tomé, 04 Dez. ( STP-Press) – Consumou-se a “Geringonça” com o regresso da “Troika” ao poder numa aliança partidária entre MLSTP-PSD e Coligação PCD-MDFM-UDD com Jorge Bom Jesus na chefia do Governo e Delfim Neves na liderança do Parlamento, numa das hipóteses ventiladas pela STP-Press a 7 de Novembro último, num artigo intitulado: “ADI e Oposição no jogo da “Geringonça” e do “voto Campelo” para governar” o País.

A “Geringonça” é a palavra para designar o acordo de incidência parlamentar que sustenta o actual governo português liderado por António Costa, criado em 2015 numa aliança pós-eleitoral entre o partido socialista, partido comunista, bloco da esquerda e o partido verde, na sequência das eleições legislativas portuguesas, ganhas pelo PSD de Passos Coelho, com uma maioria simples de 38,5 por cento de votos.

Dai que, consumou-se também nesta segunda-feira a “Geringonça” são-tomense através do acordo de incidência parlamentar que sustenta o governo actual de Jorge Bom Jesus resultante aliança entre o MLSTP-PSD com 23 mandatos e a Coligação com cinco perfazendo um total de 28 dos 55 mandatos do Parlamento são-tomense.

Por outro lado, “Voto Campelo” foi protagonizado por um deputado português, Daniel Campelo que a revelia do seu partido, CDS-PP, furou a disciplina da sua bancada parlamentar e votou a favor do orçamento do governo sustentado por uma outra bancada, durante a XIII legislatura da Assembleia da República Portuguesa (1999.2002). Caso que ficou conhecido como “Voto Campelo” por “Orçamento do Queijo Limiano”.

Dai que, o fenómeno “ voto Campelo” que estava mais na expectativa do ADI, partido vencedor das eleições legislativas com uma maioria simples de 23 mandatos, não chegou a funcionar a favor desta força política, uma vez que, logo na instalação do novo Parlamento são-tomense, a nova maioria formada por MLSTP e Coligação conquistou de forma clara e inequívoca a presidência parlamentar que recaiu na pessoa de Delfim Neves do PCD.

A partir daí, consumou-se a “Geringonça” com o próprio Presidente da República, Evaristo Carvalho a argumentar no seu decreto de nomeação de Jorge Bom Jesus do MLSTP-PSD, que a sua decisão ficou dever-se sobretudo “a actaul correlação de forças políticas” no Parlamento na sequência do pacto entre os partidos da conhecida “Troika” que regressa ao poder, quatro anos depois, por via das eleições e com uma maioria sustentável de 28 mandatos parlamentares.

Fim/RN

Nova viagem para a cooperação do G-20

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Por: Wang Yi, Conselheiro de Estado e Ministro de Relações Exteriores da China

São-Tomé, 04 Dez ( STP-Press) -Este ano marca o 10º aniversário da crise financeira global. Ao longo da década passada, os líderes do G-20 têm se reunido regularmente para orientar a economia mundial. O mundo está sofrendo com os choques económicos trazidos pelo crescimento do unilateralismo e protecionismo, e os países em desenvolvimento são cada vez mais afetados pelas repercussões negativas da mudança das políticas monetárias das economias desenvolvidas.

Uma nova década exige uma nova liderança para o G-20. O grupo deve demonstrar liderança na defesa do multilateralismo. O regime de comércio multilateral com a Organização Mundial do Comércio (OMC) como núcleo, chave componente do multilateralismo, deve ser fortalecido ao invés de enfraquecido.

A reforma da OMC é uma importante agenda do G-20. A China concorda com as reformas necessárias da OMC. O G-20 deve demonstrar liderança no avanço da reforma. Devemos continuar nossos esforços para implementar roteiro para reformar o sistema financeiro internacional e aumentar a representação e a voz dos países em desenvolvimento.

O G-20 deve demonstrar liderança no apoio à inovação. Essa é a hora do G-20 aproveitar as oportunidades da nova revolução científica e tecnológica, e avançar na cooperação para aplicar as novas tecnologias, aproveitar a economia digital e promover empregos para o futuro.

O G-20 deve demonstrar liderança na promoção do desenvolvimento. É necessário implementar ativamente a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Tal liderança requer um espírito de parceria entre os membros do G-20. A China está celebrando o 40º aniversário da sua reforma e abertura neste ano. Continuaremos sendo defensores e contribuintes do multilateralismo e de uma economia mundial aberta.

Fim/ Conselheiro de Estado e ministro de Relações Exteriores da China

 

Os 10 mandamentos de Jorge Bom Jesus no seu discurso de investidura

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Texto: Ricardo Neto ** Foto: Lourenço da Silva

São-Tomé, 04 Nov. (STP-Press ) –  Na sequência do discurso proferido pelo Primeiro-Ministro de São Tomé e Príncipe, Jorge Bom Jesus segunda-feira em  cerimónia de empossamento, dez frases mais se destacaram de acordo com o registo da Agência de Notícias STP-Press:

As 10 frases de Jorge Bom Jesus

1-«Conheço perfeitamente as enormes dificuldades que esperam este governo»

2-«Os momentos difíceis existem também para provarmos a nossa resistência e nossa fé»

3-«Estaremos sempre disponíveis para receber as contribuições de todo o nosso povo, de todos os amigos e dos nossos adversários, com toda a abertura e espírito de tolerância»

4-«Aos nossos parceiros internacionais e amigos de sempre, tanto bilaterais como multilaterais, quero assegurar uma postura de continuidade do Estado»

5-«Vamos fazer um diagnóstico público, objectivo e honesto da situação real em todos sectores …para enfrentar a situação de emergência»

6-«O combate a corrupção será a bandeira deste governo»

É um imperativo Nacional que os responsáveis pela gestão danosa e pelo desvio de dinheiros e bens públicos comessem a ser criminalmente responsabilizados.»

8-«Assumo o compromisso de avaliar em permanência e com rigor necessário o desempenho dos membros do governo e das direções intermediárias da Administração Pública»

9-«Não posso deixar de lamentar e condenar o facto de, uma vez mais, não se ir cumprir com o processo de passagem de pasta, pelo menos por parte do meu antecessor»

10-«Nenhuma trovoada dura para sempre»

Fim/RN

Presidente manifesta total disponibilidade de cooperar com governo de Bom Jesus

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Texto: Ricardo Neto ** Foto: Lourenço da Silva

São-Tomé, 03 Dez ( STP-Press) – O Presidente de São-Tomé e Príncipe, Evaristo Carvalho “encorajou” e “manifestou a total disponibilidade de cooperar” com o governo liderado pelo Primeiro-Ministro Jorge Bom Jesus empossado hoje pelo próprio Chefe de Estado em cerimonia realizada esta manhã no palácio presidencial em São-Tomé.

“ Ao novo elenco governamental, desde já desejo, a minha total e inequívoca disponibilidade de cooperação pessoal e institucional para defesa uma vez mais dos superiores interesses da Nação” disse o Presidente da República, Evaristo Carvalho, no seu discurso de investidura, diante do Primeiro-Ministro Jorge Bom Jesus e dos 14 membros do seu executivo.

“ Ao senhor Primeiro-Ministro bem como membros do seu elenco agora empossados, uma palavra de encorajamento, pois a tarefa não se afigura fácil, mas estou confiante que sabiamente encontrarão respostas aos anseios da população” sublinhou o Chefe de Estado que aproveitou para agradecer os membros do governo cessante também presentes da sala do acto de investidura.

“ Uma palavra de conforto e reconhecimento e pelo esforço e dedicação de todo elenco do 16º governo que agora cessam as funções, a todos o meu muito obrigado pelo excelente relacionamento institucional que mantivemos” disse o Presidente Evaristo Carvalho.

Além da mensagem do Presidente da República, a cerimonia ficou ainda marcada com o discurso do primeiro-ministro, Jorge Bom Jesus que também manifestou o desejo de coabitação com o Chefe de Estado, sobretudo, em matéria da politica externa do País, na qual, declarou a vontade do executivo de dar continuidade e reforçar a cooperação com os parceiros bilaterais e multilaterais numa perspectiva do desenvolvimento sustentável.

Fim/RN

“ O combate a corrupção será a bandeira deste Governo” – Jorge Bom Jesus

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Texto: Ricardo Neto ** Foto: Lourenço da Silva

São-Tomé, 03 Dez ( STP-Press) – O Primeiro-Ministro são-tomense, Jorge Bom Jesus declarou hoje que “ o combate a corrupção será a bandeira” do seu governo empossado hoje pelo Presidente da República, Evaristo Carvalho em cerimónia realizada esta manhã  no palácio presidencial na capital de São-Tomé.

“ O combate a corrupção será a bandeira deste governo” disse Jorge Bom Jesus no seu discurso de investidura tendo sublinhado que “ quero pedir a colaboração da sociedade civil para juntos levarmos a cabo este combate de maneira frontal e no quadro de instrumentos legais previstos na nossa arquitectura jurídica”.

“É um imperativo nacional que os responsáveis pela gestão danosa e pelo desvio de dinheiros e bens públicos comessem a ser criminalmente responsabilizados” – disse Jesus tendo anunciado uma avaliação permanente ao desempenho dos membros do seu executivo e das direcções intermédias da administração pública de modo a corrigir erros e imputar as responsabilidades.

“Esta é uma linha vermelha que deixo aqui publicamente traçada e da qual não me desviarei ao longo do mandato” disse o Primeiro-Ministro, tendo acrescentado que “ estamos sempre disponíveis para receber as contribuições de todo o nosso povo, de todos os amigos e dos nossos adversários com toda abertura e espírito de tolerância”.

Tendo reconhecido “as enormes dificuldades que esperam este governo”, Jorge Bom Jesus anunciou para “as próximas semanas um diagnóstico público para conhecer a situação real de todos os sectores da actividades do País sem qualquer intuito de culpabilização”, mas segundo Jesus com objectivo de “finalizar o programa de governo para enfrentar as situações de emergências” do âmbito social, financeiro e económico.

Além de ter assegurado o reforço da cooperação bilateral e multilateral com os parceiros internacionais, Jorge Bom Jesus sublinhou que “ teremos uma postura de continuidade do Estado” envolvendo todos os actores institucionais e em particular o Chefe de Estado são-tomense, Evaristo Carvalho.

“ Aos nossos parceiros no domínio privado, nacionais e estrangeiros queremos garantir uma relação aberta e dialogante, criando condições para que exerçam as suas actividades sem entraves…”. acrescentou o Chefe do Governo.

Ainda no seu discurso, Jorge Bom Jesus disse que “ não posso deixar de lamentar e condenar o facto de, uma vez mais, não se ir cumprir com o processo de passagem de pastas, pelo menos por parte do meu antecessor, o que naturalmente poderá condicionar as acções imediatas do novo governo”, sublinhando depois a ressalva de que o ministro da Defesa cessante ficou com a missão de lhe passar a pasta do Primeiro-Ministro.

“ Nenhum trovoada dura para sempre”, disse Jorge Bom Jesus numa das passagens do seu discurso quando se referia que “depois da chuva, a vida sempre renasce” numa clara crítica ao seu antecessor, tendo por outro lado, garantido que o seu governo irá adoptar  uma atitude de “humildade, trabalho, fé e esperança que “o amanhã será melhor”.

Fim/RN

 

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