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Quem é Quem no governo de Bom Jesus empossado hoje pelo Presidente da República

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XVIIº Governo Constitucional de São Tomé e Príncipe liderado por Jorge Bom Jesus

Texto: Ricardo Neto ** Foto: Lourenço da Silva 

São-Tomé, 03 Dez ( STP-Press) – O Primeiro-Ministro e Chefe do Governo do XVIIº Governo Constitucional de São Tomé e Príncipe Jorge Bom Jesus, tomou posse esta manhã diante do Presidente da República, Evaristo Carvalho em cerimónia realizada no palácio presidencial na capital são-tomense. Licenciado em língua francesa em França,  com especialização em pedagogia na língua portuguesa, Jesus foi ministro da Educação, dentre outros cargos públicos.

 

1- Elsa Pinto, – Ministra dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidades que também exerce as funções de vice-presidente do MLSTP-PSD, é apontada como a segunda figura deste Executivo de Jorge Bom Jesus. Licenciada em direito em França, Elsa Pinto, quadro superior do Banco Central são-tomense, já exerceu as funções de Ministra da Defesa e outros cargos públicos.

2- Osvaldo D’Abreu, Ministro das Obras Públicas, Infraestruturas, Recursos Naturais e Ambiente que também exerce as funções de vice-presidente do MLSTP-PSD. Formado em engenharia em Cuba, Osvaldo D’ Abreu regressa à testa do ministério que já havia dirigido na altura do Governo da Troika, depois de ter exercido altas funções na estrutura petrolífera são-tomense.

 

3- Osvaldo Vaz, Ministro do Planeamento, Finanças, e Economia Azul, um dos altos dirigentes do MLSTP-PSD que chegou a ser candidato ao cargo de Primeiro-Ministro nas eleições legislativas de 2014. Economista formado em Angola, Osvaldo Vaz exerceu as funções do Director da Empresa Nacional de Combustíveis, ENCO, tendo igualmente exercido o cargo de Representante da Sonangol de Angola em São-Tomé e Príncipe.

4- Óscar Sousa, Ministro da Defesa e Ordem Interna. O Coronel das Forças Armadas de São Tomé e Príncipe que regressa mais uma vez ao ministério da Defesa são-tomense. Com vasta experiência, sobretudo, das escolas cubanas, russas e norte-americanas em termos de instruções militares, a integração de Óscar Sousa neste executivo é visto com um regresso do “estratega” Coronel à casa da Defesa são-tomense.

5 – Ivete da Graça Correia, Ministra da Justiça, Administração Pública e Direitos Humanos. Formada em psicologia-sociologia em Rússia, (ex-URSS) bem como curso de Direito em São-Tomé, Ivete Correia é o rosto público são-tomense da luta contra droga a que se junta a grande missão ministerial da reforma da Justiça e Administração Pública do País.

6 – Francisco Martins dos Ramos, Ministro da Agricultura, Pesca e Desenvolvimento Rural. Engenheiro agrónomo formado na Rússia, (ex-URSS), Francisco dos Ramos é um dos quadros seniores do ministério em questão e a gora com a árdua e nobre missão de dar continuidade a política de relançamento deste sector ainda considerado a base da economia de São Tomé e Príncipe.

 

7 – Wuando Borge Castro, Ministro da Presidência do Conselho de Ministros e dos Assuntos Parlamentares. Um gestor de profissão que já tinha sido Director de Gabinete do governo do ex-Primeiro-Ministro, Gabriel Costa.

 

 

8 – Julieta Izidro Rodrigues, Ministra da Educação e Ensino Superior. Licenciada em Biologia no Congo e especialista em matéria de Educação, Julieta Rodrigues, é um dos quadros superiores deste ministério e tendo já pela frente a missão de vir enquadrar as promessas eleitorais feitas pelo Chefe do Governo, Jorge Bom Jesus, relativamente ao sector da Educação no âmbito de medidas de emergência para suavizar, sobretudo, os custos, aos estudantes e consequentemente ao povo são-tomense.

 

9 – Maria da Graça Lavres, Ministra do Turismo, Cultura, Comércio e Indústria foi a única ausente hoje no acto empossamento por se encontrar fora do País, devendo posteriormente tomar posse tal como assegurou o Presidente da República. Maria da Graça Lavres é uma das altas dirigentes do MLSTP-PSD na Região Autónoma do Príncipe. Formada em Portugal, Da Graça Lavres tem pela frente a nobre missão de relançar a turismo são-tomense na base de um plano estratégico já criado, promover e valorizar a cultura nacional e abrir o caminho para fomentar a indústria no País.

 

10- Edgar Neves, Ministro da Saúde. Trata-se de um outro regresso a casa e, que muito bem conhece. Formado em medicina, Edgar Neves tem vindo a chefiar o projecto, Instituto Marquês de Valle-Flor, a Fundação para Desenvolvimento e Cooperação. E, agora mais uma vez Edgar Neves terá de aplicar a sua estratégia de “Valle-Flor” para o bem da saúde são-tomense, sobretudo, a prestação dos serviços de saúde a população que também foi umas das promessas de campanha do líder do governo, Jorge Bom Jesus.

 

11- Adlander Costa Mato, Ministro do Trabalho, Solidariedade, Família e Formação Profissional. Além de formação superior em biologia e em matemática, Adlander Costa Mato foi docente no ensino superior são-tomense além de outros cargos públicos. Tem pela frente um grande ministério para dirigir.

 

 

12- Vinicius Xavier de Pina, Ministro da Juventude, Desporto e Empreendedorismo. Formado em administração de empresa no Brasil, Xavier de Pina Já exerceu as funções do Director Financeiro no Ministério da Educação dentre outras funções. Um claro, exemplo de gente jovem a testa da juventude.

 

Adelino Lucas, Secretário de Estado para a Comunicação Social. Tendo passado por escolas de jornalismo, designadamente na Rússia e Portugal, Adelino Lucas que regressa a casa foi também director-geral do sector, director da Rádio Nacional dentre outros cargos. Além da política visando a melhoria de prestação serviço, Lucas tem a missão de melhorar condições de trabalho, sobretudo nos órgãos estatais.

Eugénio António da Graça, – Secretário de Estado do Comércio e Indústria. Eugénio da Graça irá formar uma dupla governamental com a outra Graça; a Maria da Graça Lavres, a Ministra do Turismo, Cultura, Comércio e Indústria. Por isso, Eugénio António da Graça, formado em Direito, na universidade pública são-tomense, terá de funcionar em sintonia directa com a supracitada Ministra de modo que a dupla consiga êxitos no processo de relançamento do Comércio e da Industria são-tomense.

Fim/RN

 

‎ Presidente acaba de nomear membros do Governo a ser chefiado por Jorge Bom Jesus

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Por: Jornalista Ricardo Neto da Agência de Notícias STP-Press

São-Tomé, 02 Dez ( São-Tomé ) – O Presidente da República de São Tomé e Príncipe, Evaristo Carvalho acaba de nomear doze Ministros e dois Secretários de Estado para integrarem o XVIIº  Governo Constitucional a ser chefiado pelo novo Primeiro-Ministro, Jorge Bom Jesus e já com empossamento para esta segunda-feira as 11 horas, Soube hoje a STP-Press de fonte presidencial.

A nomeação dos membros do novo executivo são-tomense foi tornada pública esta noite através de um decreto presidencial na sequência da proposta avançada pelo novo Primeiro-Ministro, Jorge Bom Jesus.

             Lista de Novos Membros do Governo

1-Ministra dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidades

Elsa Pinto

2- Ministro das Obras Públicas, Infraestruturas, Recursos Naturais e Ambiente.

Osvaldo D’Abreu

3- Ministro do Planeamento, Finanças, e Economia Azul.

Osvaldo Vaz

4- Ministro da Defesa e Ordem Interna.

Óscar Sousa

5 – Ministra da Justiça, Administração Pública e Direitos Humanos.

Ivete da Graça Correia

6 – Ministro da Agricultura, Pesca e Desenvolvimento Rural.

Francisco Martins dos Ramos

7 – Ministro da Presidência do Conselho de Ministros e dos Assuntos Parlamentares

Wuando Borge Castro

8 – Ministra da Educação e Ensino Superior

Julieta Izidro Rodrigues

9 – Ministra do Turismo, Cultura, Comércio e Indústria.

Maria da Graça Lavres

10- Ministro da Saúde.

Edgar Neves

11- Ministro do Trabalho, Solidariedade, Família e Formação Profissional

Adlander Costa Mato

12- Ministro da Juventude, Desporto e Empreendedorismo.

Vinicius Xavier de Pina

a) Secretário de Estado para a Comunicação Social

Adelino Lucas

b) Secretário de Estado do Comércio e Indústria

Eugénio António da Graça

Fim/RN

 

Uma equipa da arbitragem são-tomense dirige em Brazzaville, um jogo da CAF

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foto: Arquivo

Por: Manuel Dendê, jornalista da Agência STP-Press

São Tomé, 01 Dez. 2018 (STP-Press) – Uma equipa de arbitragem de São Tomé e Príncipe dirige este sábado em Brazzaville, Congo uma partida de futebol entre Diabos Negros, local e AS Atletic da Argélia, referente a Taça da Confederação Africana da Modalidade.

Uma fonte assegurou à STP-Press que o quarteto de arbitragem são-tomense que partiu sexta-feira a Congo, será dirigido pelo árbitro Esterline Género, coadjuvado pelos seus colegas Edgar Semedo, Aulade Paris, e Jailson Ramos.

Os árbitros são-tomenses, de acordo com a fonte estão preparados para o jogo que terá lugar no próximo Sábado, em Brazzaville, capital do Congo (ex-Zaire).

A deslocação desta equipa sucede a de uma outra equipa de arbitragem são-tomense a Abidjan, há quatro meses, no âmbito dos jogos oficiais da Confederação Africana de Futebol (CAF).

 

Fim/MD

 

Presidente acaba de nomear Jorge Bom Jesus o novo primeiro-ministro e Chefe do XVII governo

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Texto: Ricardo Neto *** Foto: Lourenço da Silva

São-Tomé, 29 Nov.  ( STP-Press) – O Presidente de São-Tomé e Príncipe, Evaristo Carvalho decidiu nomear Jorge Bom Jesus,  líder do MLSTP-PSD para chefiar o XVII governo constitucional na sequência das eleições legislativas de 07 de Outubro no País, de acordo  um decreto presidencial enviado esta tarde a STP-Press.

“É nomeado para o exercício do cargo de Primeiro-Ministro e Chefe do XVII Governo Constitucional, o Senhor Jorge Lopes Bom Jesus” – Lê-se no decreto que justifica que a decisão do Presidente deveu-se a atual sustentabilidade parlamentar da “correlação” entre o MLSTP-PSD e a Coligação-PCD-MDFM-UDD bem como “ os superiores interesses da Nação”.

Além dos 23 mandatos do MLSTP-PSD, o governo a ser chefiado por Jorge Bom Jesus contará ainda com o apoio dos cinco mandatos da coligação-PCD-MDFM-UDD, na base de um acordo de incidência parlamentar entre as duas forças, garantindo uma sustentabilidade de 28 dos 55 mandatos do parlamento são-tomense.

Tendo sido eleito presidente do MLSTP-PSD em julho último em substituição do antigo líder Aurélio Martins na sequência de uma crise interna, Jorge Bom Jesus levou o partido a posicionar-se em segundo lugar dos mais votados nas últimas legislativas com 23 mandatos recuperando mais sete deputados em comparação com o escrutínio de 2014.

Durante a campanha eleitoral, Jorge Bom Jesus além de adoção de um programa de governação que visa o desenvolvimento sustentável do País, prometeu ainda a aplicação de medidas de emergência para redução de custos da saúde e da educação bem como a reposição da hora normal dos são-tomenses logo na primeira reunião de conselho de ministros.

Licenciado em língua francesa em França, Jorge Bom Jesus, com especialização em pedagogia na língua portuguesa, foi ministro da Educação e Cultura, tendo também exercido as funções de representante nacional da UNESCO entre outros cargos públicos.

Fim/RN

Veja decreto do PR

Patrice Trovoada decide suspender a sua liderança do partido ADI

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Por: Neisy Sacramento e Ricardo Neto da Agência de Notícias STP-Press

São-Tomé, 29 Nov. ( STP-Press) – O ainda primeiro-ministro são-tomense, Patrice Trovoada, decidiu suspender as suas funções de liderança do seu partido ADI,  vencedor das eleições legislativas de 07 de Outubro, anunciou hoje o próprio Trovoada numa entrevista à Radio Nacional.

“Eu decidi que irei suspender as minhas funções como presidente do ADI”, disse Patrice Trovoada, tendo acrescentado que “ espero que o partido vá rapidamente a um congresso para que saia mais fortalecido e com melhores ideias para os desafios dos próximos tempos”.

“ Penso que chegou o momento de eu recuar um pouco”, disse Patrice Trovoada, tendo anunciado a realização no dia 09 de Dezembro de uma reunião do conselho nacional do partido para analisar a sua decisão.

“ Eu penso que neste conselho nacional o ADI encontrará certamente uma fórmula para  que esta minha suspensão possa ser conhecida por outros companheiros”- disse Trovoada.

Há pouco mais de quinze dias, Patrice Trovoada havia declarado que não iria chefiar o próximo governo a ser formado por seu partido ADI, e defendeu na altura o diálogo com outras forças políticas, sobretudo, o MLSTP-PSD para a garantia da estabilidade governativa do País.

Fim/NS e RN

Ouça a declaração de Patrice Trovoada

ADI propõe Álvaro Santiago para chefiar o próximo governo constitucional

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Texto: Neisy Sacramento e Ricardo Neto ** Foto: Lourenço da Silva

São-Tomé, 29 Nov. ( STP-Press) –  O partido ADI, vencedor das eleições legislativas são-tomenses de 07 de Outubro, decidiu indicar o deputado Álvaro Santiago para chefiar o próximo governo do arquipélago, Soube hoje a STP-Press de fonte partidária.

De acordo com a fonte, o nome de João Álvaro Santiago foi escolhido por consenso, esta terça-feira, numa reunião da comissão política da ADI, presidida pelo secretário-geral do partido, Levy Nazaré.

O deputado ADI, Álvaro Santiago que integra a comissão política do partido, foi ministro da Educação em governos anteriores, tendo exercido também as funções de vice-governador do Banco Central de São Tomé e Príncipe.

A decisão do ADI surge depois de Olinto Daio, ministro da Educação, Cultura, Ciências e Comunicação ter recusado o convite para chefiar um eventual próximo executivo alegando falta de condições para o efeito.

Depois de ter ouvido sexta-feira os partidos parlamentares, o Presidente da República, Evaristo Carvalho lhes teria admitido a hipótese de ainda ao longo desta semana decidir sobre quem designaria para o próximo primeiro-ministro, sem revelar de que partido.

Nas eleições de 07 de Outubro,  ADI venceu  com maioria simples — 25 em 55 deputados do parlamento MLSTP-PSD com 23 mandatos coligação PCD-MDFM-UDD com 5 e Movimento Cidadãos com 2 deputados.

Na base de um acordo incidência parlamentar, o MLSTP-PSD e a Coligação garantem uma maioria absoluta de 28 deputados, tendo por isso, assegurado que em caso de se formar um governo minoritário do ADI, seria naturalmente chumbado no parlamento por esta nova maioria.

Fim/NS e RN

Jornalistas são-tomenses apontam questões “positivas e negativas” da classe num curso dos EUA

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Texto: Ricardo Neto ** Foto: Afonso Amaral “InterMamata”

São-Tomé, 28 Nov. ( STP-Press ) – Jornalistas são-tomenses chegaram hoje ao consenso sobre os pontos “positivos e negativos” que condicionam o exercício das suas funções, sobretudo, nos órgãos estatais, nomeadamente, a Rádio, TVS e STP-Press, de acordo com conclusões saídas esta tarde no final do curso destinado à classe, organizado pela embaixada dos EUA em colaboração com a IREX.

No final da formação orientada pelos formadores moçambicanos, Rui Lamarques e Arsénio Manhice, os cerca de quarenta jornalistas são-tomenses foram consensuais em  apontar alguns “pontos fortes e fracos” que têm vindo a influenciar de “forma positiva e negativa” o exercício da classe numa perspectiva de melhor servir com isenção, rigor e transparência.

Relativamente aos “pontos negativos” os profissionais foram unanimes em defenderem “ a melhoria da gralha salarial e condições de trabalho como um das formas de se contornar os pontos negativos” que obstam a boa prestação de serviços jornalísticos, sobretudo, nos órgãos de imprensa estatal, designadamente, a TVS, a Radio Nacional e STP-Press.

Além concordarem com “ a materialização da transformação dos mídias estatais em empresas públicas” bem como “ o reforço e restruturação de classe sindicais” como forma de se superar “ a falta de coesão e organização de capacidade negocial” os jornalistas declararam apoio a uma “maior mobilidade da carreira” e “ reforço e actualização dos pacotes legislativos” da classe.

Já nos pontos positivos, os profissionais constataram uma audiência aceitável e um nível satisfatório de cobertura jornalística a mais de 80 % na Rádio Nacional e na TVS bem como aumento considerável de visualizações a nível da STP-Press incluindo os jornais privados sobretudo on line e outras paginas de serviço informação nas redes sociais.

Tendo apontado como “ponto forte” o surgimento das rádios comunitárias na alguns distritos de São Tomé alegando apenas a necessidade de regulamentação no funcionamento das mesmas, os jornalistas citaram também como “positivo” a criação do curso da comunicação social na universidade pública do País, e o Conselho Superior de Imprensa reclamando somente a redefinição da sua estrutura e a sua competência.

Staff da Embaixada dos Estados Unidos da América no acto de encerramento do curso

Durante a formação de três dias, os jornalistas falaram do jornalismo investigativo, eleitoral, as novas tecnologias entre outros assuntos “num verdadeiro clima de debate de ideias e troca de experiencias e de opiniões” tal como considerou, uma das participantes, a conceituada jornalista são-tomense, Conceição Lima “São”, também poetisa e que foi autorizada pela organização para fechar o curso com poema Kalua do livro o Útero da Casa, numa saudação aos formadores moçambicanos.

Ouça poema de São Lima

Fim/RN

A posição da China sobre a reforma na Organização Mundial do Comércio, OMC

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São-Tomé, 26 Nov. ( STP-Press) – O sistema de comércio multilateral baseado em regras, com a Organização Mundial do Comércio (OMC) em seu núcleo, é a pedra angular da globalização económica e do livre comércio. Fez contribuições significativas para promover o comércio internacional, o crescimento económico e o desenvolvimento sustentável, – lê-se em documento enviado hoje a STP-Press pela embaixada da China em São Tomé, que decidimos publicar na íntegra .

Diz o documento que desde a sua adesão à OMC, a China tem sido um firme defensor do sistema multilateral de comércio, defendendo que a OMC desempenhe um papel mais importante na governanção económica global e assumindo posição firme contra o proteccionismo.

Numa época em que a economia mundial está passando por mudanças profundas e o sistema multilateral de comércio é seriamente prejudicado pelo crescente unilateralismo e proteccionismo, a China apóia a reforma necessária da OMC, a fim de aumentar sua autoridade e eficácia, construir uma economia mundial aberta e para perseguir uma comunidade com um futuro compartilhado para a humanidade.

Para este fim, a China apresentou três princípios básicos e cinco sugestões sobre a reforma da OMC. Os três princípios básicos são os seguintes:

Em primeiro lugar, a reforma da OMC preservará os valores fundamentais do sistema multilateral de comércio. A reforma reforçará estas regras fundamentais do sistema multilateral de comércio, incluindo a não discriminação e a abertura, a fim de criar um ambiente estável e previsível para o comércio internacional.

Em segundo lugar, a reforma da OMC salvaguardará os interesses de desenvolvimento dos membros em desenvolvimento. A reforma deve abordar as dificuldades que os membros enfrentam em sua integração à globalização económica, fornecendo aos membros em desenvolvimento flexibilidade e espaço político necessários para seu desenvolvimento econômico, contribuindo para a Agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável ~

E, Em terceiro lugar, a reforma da OMC deve seguir a prática da tomada de decisões por consenso. A escolha da agenda de reformas, a formulação de qualquer plano de trabalho, bem como os resultados finais, serão decididos por meio de amplas consultas, baseadas em respeito mútuo e diálogos em pé de igualdade. O processo deve ser inclusivo e aberto a todos os Membros, especialmente os em desenvolvimento. A reforma não pode ser ditada por alguns, nem decidida por um pequeno grupo exclusivo de membros.

As cinco sugestões são as seguintes:

Em primeiro lugar, a reforma da OMC deve defender a primazia do sistema comercial multilateral. Alguns membros estão tentando introduzir “novos conceitos” ou “novas terminologias” na agenda de reformas, o que poderia minar a autoridade do sistema multilateral de comércio de maneira disfarçada. A China se opõe firmemente a essas tentativas.

A reforma da OMC deve reforçar a centralidade do sistema multilateral de comércio na liberalização e facilitação do comércio internacional. Em segundo lugar, a prioridade da reforma é abordar as crises / problemas existenciais enfrentados pela OMC. A reforma deve retomar e resolver a questão do bloqueio de nomeação de membros do Órgão de Apelação o quanto antes, além de conter ações de unilateralismo e proteccionismo com as regras da OMC e assegurar o bom funcionamento de todos os aspectos da OMC.

Em terceiro lugar, a reforma deve abordar o desequilíbrio das regras comerciais e responder aos mais recentes desenvolvimentos do nosso tempo. A reforma deve abordar a distorção a longo prazo do comércio agrícola internacional, através do excesso de subsídios dos membros desenvolvidos.

A reforma deve impedir o abuso de medidas de reparação comercial, especialmente a metodologia do “país substituto” nas investigações antidumping.

Enquanto isso, a reforma também deve manter as regras da OMC relevantes ao incluir questões do século XXI, como a Facilitação do Investimento, e Micro, Pequenas e Médias Empresas. Em quarto lugar, a reforma deve salvaguardar o tratamento especial e diferenciado para os membros em desenvolvimento.

A China se opõe à intenção de certos membros de questionar ou tirar o tratamento especial e diferenciado de alguns membros em desenvolvimento em nome da reforma da OMC. A China é o maior país em desenvolvimento do mundo e está disposta a assumir compromissos proporcionais ao seu nível de desenvolvimento e capacidade econômica.

No entanto, a China nunca concordará em ser privada de seu direito ao tratamento especial e diferenciado como membro em desenvolvimento.

Por último, mas não menos importante, a reforma deve respeitar os modelos de desenvolvimento dos membros. A reforma deve proibir a discriminação contra empresas de certos membros em investigações de segurança de investimentos e investigações antitruste.

A reforma deve abordar o abuso por membros desenvolvidos de medidas de controlo de exportação em obstruir a cooperação tecnológica.

A China se opõe a disciplinas especiais e discriminatórias contra empresas estatais em nome da reforma da OMC, e a inclusão de questões baseadas em acusações infundadas na agenda de reforma da OMC.

Fim/ STP-Press/ Embaixada da China em São Tomé e Príncipe

Pode ler o documento na íntegra( versão inglesa)china’s position paper on WTO reform

Movimento Cauê manifesta apoio ao partido que tiver maioria parlamentar para sustentar o governo

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Texto: Ricardo Neto ** Foto: Lourenço da Silva

São-Tomé, 26 Nov. (STP-Press) – O Movimento de Cidadãos Independentes de Cauê, manifestou a disponibilidade de apoiar a força política que tiver uma maioria parlamentar capaz de suportar uma governação sustentável no País, disse sábado o líder desta força parlamentar são-tomense, António Monteiro.

António Monteiro fez esta declaração sábado a saída da audiência com o Presidente da República, Evaristo Carvalho no âmbito de auscultação visando a formação do próximo governo na sequência das eleições legislativas de 07 de Outubro.

Estamos disponíveis a colaborar com aquele partido que tiver a maioria parlamentar” disse António Monteiro tendo acrescentado que “ «não temos nenhum acordo com qualquer partido político, seja ele o ADI, o MLSTP ou a Coligação”.

« Não estamos inclinados para nenhum partido político. Aquele partido que tiver a maioria no parlamento contará sempre com o apoio do Movimento Independente» sublinhou o líder do Monteiro mostrando-se disponível a contribuir para o bem-estar do povo são-tomense.

«Deixamos claro à sua excelência o senhor presidente da República que estamos disponíveis a colaborar com o partido que tiver maior assento parlamentar para o desenvolvimento de São Tomé e Príncipe», concluiu Monteiro líder do movimento que dispõe de 2 dos 55 mandatos do parlamento são-tomense.

Nas eleições legislativas de 07 de Outubro, ADI ganhou com uma maioria simples de 25 deputados confrontando-se agora com uma maioria sustentável de 28 mandatos resultante de uma aliança formada por MLSTP-PSD com 23 deputados e a coligação-PCD-MDFM-UDD, com 5.

Fim/RN

Olinto Daio recusa convite do ADI para chefiar o próximo governo

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Por: Ricardo Neto, jornalista da Agência de Notícias STP-Press 

São-Tomé, 25 Nov. ( STP-Press ) – O ministro são-tomense da Educação, Cultura, Ciência e Comunicação, Olinto Daio decidiu recusar o contive do líder do ADI para chefiar o próximo governo na sequência das eleições legislativas de 07 de Outubro,  soube hoje a STP-Press  através de um comunicado do próprio Daio

Referindo-se a proposta formulada pelo líder do ADI para que liderasse o próximo governo, Olinto Daio alega não existir condições favoráveis, designadamente, a união e os valores que pautam pela concórdia, responsabilidade e respeito para uma governação sustentável.

“ Acredito que para governar São Tomé e Príncipe neste momento crítico exige mais que políticas e ideias” disse Olinto Daio, tendo sublinhado que “ os valores que acarinhamos enquanto nação-família, paz, concórdia, hospitalidade e respeito são os que tornam o País forte e dão sentido as nossas vidas”

“ Tendo analisado e ponderado cheguei a conclusão de que esses valores não estão presentes e contidos nesta proposta de chefiar governo, por isso decidi em não aceitá-la” disse o ministro.

O nome de Olinto Daio foi indicado para Primeiro-Ministro pelo líder do ADI, Patrice Trovoada que retirou a sua candidatura ao cargo como forma de facilitar a formação de um governo de base alargada com outras forças políticas.

Tendo ganho as eleições de 07 de Outubro com uma maioria simples de 25 deputados, ADI tem sido confrontado com uma nova maioria parlamentar de 28 mandatos resultante da aliança entre MLSTP-PSD com 23 mandatos e cinco da Coligação PCD-MDFM-UDD, que garantem sustentabilidade para governar.

A decisão, sobre, qual dos blocos partidários irá governar, será tomada pelo Presidente da República mais tardar até a próxima quarta-feira de acordo com uma fonte da presidência.

Fim/RN

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