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CELFF rejeita veementemente a existência de “qualquer conduta ou prática discriminatória, sobrecarga horária e más condições de alojamento” aos estudantes são-tomenses na Madeira.

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São Tomé, 30 Março 2023 (STP Press) – O Centro de Estudos, Línguas e Formação do Funchal SA rejeitou veementemente a existência de “qualquer conduta ou prática discriminatória”, em relação aos estudantes são-tomenses na Madeira, 50 dos quais se manifestaram na segunda-feira em frente à Escola Profissional de Hotelaria e Turismo da Madeira, EPHTM, no Funchal, alegando serem vítimas de discriminação e de sobrecarga horária e queixando-se de más condições de alojamento.  

O responsável do CELFF, João Pedro Entrudo, explicou que as “eventuais dificuldades de adaptação” ou os “comportamentos menos adequados” de alguns alunos não colocam em causa o modelo de ensino da escola. Segundo aquele responsável, a EPHTM fornece aos alunos são-tomenses três refeições diárias “rigorosamente iguais” às dos restantes alunos e que os referidos 50 estudantes estão alojados na residência da escola, por onde antes passaram também estudantes da Madeira, Cabo Verde, África do Sul, Angola e Moçambique. O responsável indicou que a residência foi objeto de “extensas obras de remodelação e manutenção” entre 2021 e 2022, ficando os alunos responsáveis pela limpeza dos quartos.  Há ainda cerca de 60 alunos que estão alojados em unidades hoteleiras parceiras do CELFF, na maioria unidades de 4 e 5 estrelas.   

No total, cerca de 200 estudantes são-tomenses estão matriculados na EPHTM, no âmbito de um protocolo estabelecido em 2018 entre o CELFF e o governo de São Tomé, para cursos de formação de três anos. Destes 200 alunos, cerca de metade frequenta a extensão da escola na ilha do Porto Santo. 

João Pedro Entrudo garantiu, por outro lado, não haver qualquer excesso de horário ao nível da formação ou trabalho em estágio, esclarecendo que a carga horária e curricular é de até 35 horas por semana, no máximo de sete aulas por dia, com dois dias consecutivos de descanso obrigatório e que “esta carga horária é escrupulosamente respeitada”.  

O curso é financiado pelo Fundo Social Europeu, mas o CELFF é responsável pelas refeições, alojamento, transporte e seguro escolar.  

A Secretaria Regional de Educação, Ciência e Tecnologia da Madeira, numa nota enviada às redações dos jornais da região, que noticiaram o facto, diz que “tomou conhecimento da reclamação dos estudantes são-tomenses, tendo decidido imediatamente encaminhar a exposição escrita, que lhe foi entregue por um aluno, à Inspeção Regional de Educação, a fim de serem adoptadas, com urgência, as devidas medidas de averiguação”.  

O secretário regional da Educação, Jorge Carvalho, critica, no entanto, a recusa dos alunos em assistirem às aulas enquanto decorrem os expedientes à volta da questão e considera que “há um princípio que nos parece grave neste processo que é os alunos se recusarem a frequentar as aulas”. Jorge Carvalho lembra que “o lugar dos alunos é na escola” e avisa ainda “que não são esses argumentos que vão validar aquilo que reivindicam”.  

Na sequência do caso, o Partido Socialista da Madeira pediu a audição do secretário regional da Educação, Jorge Carvalho, no parlamento insular, para prestar esclarecimentos sobre estas denúncias. Em comunicado, o PS salienta que, “a ser verdade, é gravíssimo” e exige que o governante preste “os devidos e necessários esclarecimentos acerca da situação verificada”.  

Citado na nota, o líder parlamentar do PS, Rui Caetano, afirma que “é fundamental uma formação competente e de qualidade para dar resposta às lacunas existentes e para corresponder a um mercado de trabalho cada vez mais exigente e isso não se pode compadecer com a ocorrência de episódios desta natureza”.  

Até este momento, pelo que apurou a STP Press, ainda não há conclusões da inspecção educativa ordenada pela Secretaria de Educação à Escola Hoteleira.  

Fim/JornaldaMadeira/MF  

Embaixada da Índia anuncia para Junho a realização do 9º Dia Internacional do Yoga em São Tomé 

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São Tomé, 30 Março 2023 (STP Press) – O Dia Internacional do Yoga serve como um lembrete para as pessoas do mundo fazerem escolhas mais saudáveis na vida, praticando o yoga para promover uma boa saúde e também um espírito de harmonia. A observância do IDY criou oportunidades para pessoas em todo o mundo, não apenas para destacar os óbvios benefícios à saúde que a ioga traz e o bem-estar que ela gera, mas também para espalhar a boa vontade e o espírito de fraternidade.  

O primeiro IDY, sigla em inglês do Dia Internacional da Yoga, foi instituído em 21 de Junho de 2015 pelo primeiro-ministro da Índia. Esse evento não apenas criou dois recordes mundiais do Guinness para o maior número de pessoas praticando ioga em uma única sessão, 35 mil e 985, como também para o maior número de nacionalidades, 84 participantes em todo o mundo. O evento foi reconhecido e comemorado em 170 países, incluindo EUA, Europa, Austrália, partes da África, Ásia, América do Sul e Canadá. Desde então, este dia tem sido observado em todo o mundo por um grupo cada vez maior de pessoas que abraçaram a ioga e adquiriram o caráter de um movimento de massa.  

Em São Tomé, a Embaixada da Índia celebrou o 8º Dia Internacional do Yoga, no dia 18 de junho de 2022, que foi o primeiro IDY desde o estabelecimento da Embaixada da Índia no país. E mais de 100 praticantes e entusiastas participaram no IDY em São Tomé.  

Desde aquele evento, os são-tomenses e os estrangeiros residentes têm demonstrado um crescente interesse pelo yoga, fruto dos esforços da Embaixada da Índia. Para este ano, a Embaixada da Índia planeia organizar o 9º Dia Internacional do Yoga num espaço aberto ao público na cidade de São Tomé no mês de Junho. A data exata do evento será anunciada pela embaixada em abril próximo, através das redes sociais. Será emitida uma ficha de inscrição para que os participantes interessados possam confirmar sua presença. A expectativa é que este ano o evento atraia cerca de 200 participantes.  

Antes desse evento, a embaixada prevê organizar um conjunto de sessões de prática de ioga nas suas instalações durante os meses de Abril e Maio deste ano. Durante as sessões de prática de yoga, o Protocolo Common Yoga, elaborado pelo Ministério de Ayurveda e Yoga da Índia, será apresentado aos participantes.  

O protocolo comum de ioga foi projectado, exclusivamente, para atender profissionais e amadores de ioga. Compreende um conjunto ideal de asanas (posturas iogues) para induzir iniciantes ao yoga. Projectado meticulosamente para que pessoas de várias faixas etárias e todas as esferas da vida pratiquem e colham os benefícios de saúde do yoga, o protocolo CYP emergiu como um popular programa introdutório de yoga.  

A realização do 9º Dia Internacional do Yoga na cidade de São Tomé será em colaboração com o Ministério da Juventude e Desportos, com os praticantes da modalidade e com entidades académicas.  

Como a terra do yoga, não é surpresa que a Índia esteja a liderar os esforços globais para popularizar o apelo universal do yoga e seus comprovados benefícios à saúde. Quando o primeiro-ministro, Narendra Modi, apresentou o projecto de resolução para estabelecer o Dia Internacional do Yoga, em 2014, na 69ª Sessão da Assembleia Geral da ONU, ele havia afirmado que “o yoga é um presente inestimável de nossa antiga tradição. O yoga incorpora a unidade da mente e do corpo, pensamento e acção … uma abordagem holística que é valiosa para nossa saúde e nosso bem-estar. Yoga não é apenas exercício, é uma maneira de descobrir o senso de unidade consigo mesmo, com o mundo e com a natureza”.  

Também não é surpresa que a resolução da Índia tenha passado pela Organização das Nações Unidas com o apoio de colossais 177 estados membros, incluindo a República de São Tomé e Príncipe. Consequentemente, a ONU adotou por unanimidade a Resolução nº 69/13 em 11 de Dezembro de 2014 para proclamar 21 de junho como o Dia Internacional do Yoga (IDY).  

Fim/Embaixada da India/RN/MF  

Presidente da República convoca II Reunião de Alto Nível para discutir o projecto de reforma e modernização da justiça  

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São Tomé, 29 Março 2023 (STP Press) – O Presidente da República, Carlos Vila Nova, presidiu esta manhã, a IIª Reunião de Alto Nível sobre o projecto de reforma e modernização do sistema da Justiça.    

Perante a presidente do Parlamento, Celmira Sacramento, do primeiro-ministro, Patrice Trovoada, do presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Silva Cravid, do representante das Nações Unidas, do Ministério Público, Sindicatos de Juízes, entre outras entidades de instituições do Estado, o Presidente da República defendeu que “é necessário reformar e modernizar o sistema judiciário para que seja capaz de acompanhar a dinâmica e as exigências dos tempos actuais, e que é unanime esse entendimento”.  

Para Carlos Vila Nova a justiça assume um papel incontornável no elenco das prioridades da sua presidência e que “falar da justiça hoje, como de uma justiça que esteja verdadeiramente comprometida com a causa do cidadão e da sociedade em que se insere, na busca de soluções para os problemas que se vão colocando, uma justiça efectivamente administrada em nome do povo como manda a Constituição da República para necessariamente falar-se da sua reforma”.  

Entre muitas considerações, o Presidente da República destacou a necessidade da reforma e da modernização da justiça com o aproveitamento das potencialidades digitais, a fim de facilitar o acesso do cidadão à justiça, aos processos de procedimentos e de consulta de processos, bem como do envolvimento dos autores e dos interlocutores que definem e prosseguem a política de justiça para a definição e concretização de uma reforma que venha ao encontro das reais necessidades do sistema e que não fica a quem daquilo que actualmente se pratica noutras paragens do mundo.  

Carlos Vila Nova pediu a cada entidade e instituição presente que a medida das suas responsabilidades e sempre no respeito pela lei se comprometa também com esta nobre causa.  

Esta II Reunião de Alto Nível sobre a Modernização e Reforma da Justiça faz parte de um processo iniciado em 2019, sob a presidência do malogrado Evaristo Carvalho, então Presidente da República, num projecto cujo financiamento tem sido gerido pelo PNUD.  

Fim/RN  

São Tomé acolhe o 5º Seminário Presencial do Núcleo Lusófono

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São Tomé, 29 Março 2023 (STP-Press) – Termina amanhã, quinta-feira, 30, em São Tomé, o 5º Seminário Presencial do Núcleo Lusófono, nesta edição subordinado ao tema “Transparência e MRV sobre o Apoio e Financiamento Climático Necessário e Recebido. O evento reúne os líderes lusófonos que trabalham em organizações governamentais dos países da CPLP, assim como lideranças técnicas das entidades parceiras do Núcleo Lusófono, como o secretariado da CPLP, secretariado da UNFCCC, da ONU Ambiente, UNDP, GEF, PATPA, Instituto Camões, FAO, Cooperação de Luxemburgo, Governo da Alemanha, Governo da Bélgica, entre outros.  

O seminário tem por objectivo promover a melhor implementação das decisões vinculadas ao Livro de Regras do Acordo de Paris, em especial, as adoptadas sobre o rastreamento de apoio necessário e recebido e financiamento climático para os Países Lusófonos.  

O seminário, cuja abertura foi presidida, no dia 27, segunda-feira, pelo ministro das Infraestruturas, Recursos Naturais e Meio Ambiente, engº Adelino Cardoso, está a debater uma série de questões sobre a transparência e MRV no apoio e financiamento climático necessário e recebido para permitir que seja feita a análise às lacunas e melhores práticas para monitorar e informar sobre o apoio necessário e recebido dos países lusófonos, formar, tecnicamente, lideranças nas instituições nacionais dos Países Lusófonos, para que sejam capazes de identificar as oportunidades, desafios, riscos e benefícios na implementação do Livro de Regras do Acordo de Paris, associados à temática do apoio necessário e recebido, revisar e aprovar o Plano de Trabalho para as actividades prioritárias do Núcleo Lusófono para o biénio 2023-2024, identificar e propor parceiros que possam financiar as ações contidas no Plano de Trabalho, incluindo mecanismo de mobilização e, por último, pilotar o processo de exame e certificação de especialistas lusófonos para apoiar as atividades de simulação de revisão por Pares e ICA Lusófono sobre o tema de apoio necessário e recebido.  

Na sessão de hoje, quarta-feira, estão a ser discutidos os projectos em curso em cada um dos países da CPLP. Na abertura do seminário, recorde-se, o ministro Adelino Cardoso reconheceu que São Tomé e Príncipe precisa adoptar novas medidas para diminuir a emissão de gases com efeito de estufa.  

O seminário é organizado pelo Núcleo Lusófono e apoiado financeiramente pelo Governo da Bélgica, por meio da iniciativa executada pelo PNUD, conhecida como Climate Promise, pelo Ministério das Relações Exteriores alemão, no âmbito da PATPA, assim como pelo Programa de Apoio Global – em inglês Global Support Programme – GSP, financiado pelo Global Environmental Facility, GEF, em conjunto com a ONU Ambiente, PNUMA, e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, PNUD, e pelo CBIT, Capacity Building Initiative on Transparency.   

O Núcleo Lusófono foi criado durante a COP 22, realizada em Novembro de 2016, pelos governos do Brasil e Portugal, a partir de diálogos realizados com os restantes países da CPLP e parceiros internacionais, em particular, com a Parceria sobre a Transparência no Acordo de Paris, PATPA, e o Global Support Programme, GSP. O Núcleo Lusófono tem como objetivo promover o intercâmbio de experiências entre os países de língua portuguesa e fortalecer as capacidades a fim de cumprir as obrigações de comunicação e transparência, incluídas no âmbito da UNFCCC e o Acordo de Paris.   

O grupo atualmente compreende os 9 países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa e está aberto a todos os países e organizações internacionais com interesse em aprendizagem mútua entre os países sobre os temas da transparência no Acordo de Paris e UNFCCC. Uma das principais características fundadoras do Núcleo Lusófono é que a língua de trabalho é sempre o português. 

Fim/MD/MF

São Tomé e Príncipe lança projecto STP Digital avaliado em 23.9 milhões de dólares para o desenvolvimento da economia digital   

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São Tomé, 29 Março 2023 (STP-Press) – São Tomé e Príncipe procedeu ao lançamento do projecto STP Digital, com vários objectivos a cumprir, a curto, médio e longo prazos, num período máximo de cinco anos.  

Genéricamente, o projecto visa melhorar a equidade e sustentabilidade dos serviços de telecomunicações e fortalecer a governança de dados, sistemas de dados e capacidades estatísticas. Como impacto, vai reduzir as horas perdidas, por ano, na ligação entre as duas ilhas e melhorar a velocidade média do serviço de internet da banda larga fixa. Para a Região Autónoma do Príncipe vai permitir a interligação ao cabo de Fibra Óptica Internacional e melhorar a conexão à Internet.  

A STP Digital tem cinco componentes, sendo, nomeadamente, o Acesso Digital, Fundações para Fornecimento de Serviço Público Digital, Censo da População e Habitação, Gestão e Coordenação do Projecto e Resposta de Emergência Contingente. Conta com o apoio técnico e financeiro do Banco Mundial, no valor de 23.9 milhões de dólares, para uma vigência de cinco anos.  

O acto de lançamento foi presidido pelo ministro das Infraestruturas, Recursos Naturais e Meio Ambiente, o engº Adelino Cardoso, e contou com a presença e participação de várias entidades, nomeadamente, dos financiadores, da AGER, como entidade reguladora, dos dois operadores de telecomunicações – a CST e a Unitel, de instituições directamente ligadas ao projecto e de vários outros convidados.  

No acto do lançamento do projecto foram tidas em conta as diferenças e os atrasos entre São Tomé e Príncipe e outros pequenos Estados insulares, em termos do custo das telecomunicações e da qualidade e velocidade da Internet. Por exemplo, cada são-tomense gasta 16% do seu salário por 1.0 GB de Internet móvel de banda larga, quando nas Ilhas Comores é 2.6%; Cabo Verde, 1.7%; Seychelles, 0.8% e Maurícias, 0.1%. Comparativamente à velocidade e qualidade das conectividades, em São Tomé e Príncipe é de 2.8 MB/segundos, enquanto, por exemplo, nas Maurícias é de 13.4 MB e Seychelles, 14.9.  

O ministro das Infraestruturas, Recursos Naturais e Meio Ambiente, Adelino Cardoso, reconheceu todos esses constrangimentos, como desafios típicos de um pequeno Estado insular em desenvolvimento, mas prometeu mudanças rápidas no sector, com a implementação de uma estratégia de governação digital, contendo diversos pilares, entre eles, o legislativo e o tecnológico, que visam promover a emergência do sector das telecomunicações e da economia digital, como uma aposta para o desenvolvimento económico, constituindo uma oportunidade de São Tomé e Príncipe superar os desafios do subdesenvolvimento, da insularidade, do isolamento e do atraso económico e social.      

O responsável do projecto pelo Banco Mundial, Daniel Nogueira, defendeu que a economia digital pode ser transformadora para os países emergentes, estimulando a inovação, gerando emprego e impulsionando o crescimento económico. E citou um estudo de uma corporação financeira internacional que indica que “a economia digital em África deve atingir os 180 mil milhões de dólares em 2025, o que representaria mais de 5.2 % do PIB do continente”.  

Mas embora muitos países africanos já estejam a beneficiar da revolução digital, o continente com um todo, e São Tomé e Príncipe, em particular, ainda não está preparado para beneficiar plenamente de todos os ganhos e contrapartidas da economia digital, afirmou aquele representante.  

O acesso e a acessibilidade à Internet de banda larga continuam baixos, as competências digitais continuam baixas, a maioria dos serviços públicos permanecem Off Line, muitos africanos continuam a não ter a identidade digital, a carteira digital, o BI digital para aproveitar das vantagens dos serviços digitais, concluiu.     

Por seu turno, o coordenador nacional do projecto, Daniel Vaz, enalteceu algumas acções, pra já do projecto, como as intervenções nas escolas, com a instalação e melhoria de conectividade, a definição de uma série de procedimentos de segurança no acesso aos conteúdos, a conexão da Ilha do Príncipe à rede da fibra óptica internacional, que vai levar a maior parte do financiamento – cerca de 13.6 milhões de dólares, a construção da base legal para dar suporte às plataformas que vão ser implementadas, de acordo com os pilares tecnológico e legislativo definido pelo governo e o envolvimento de instituições como a AGER, entidade reguladora, o INIC- Instituto Nacional de Inovação e Conhecimento, a Agência Nacional de Protecção de Dados, o INE – Instituto Nacional de Estatísticas,  e a Direcção dos Serviços de Registos e Notariados.  

Fim/MF

COMPRAN lança concurso para recrutamento do Assistente de Aquisição

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São-Tomé, 27 Marc – 2023 O Projeto COMPRAN, acaba de lançar concurso público para recrutamento do Assistente de Aquisição conforme aviso que pode ler na íntegra

Presidente da Câmara de Oeiras recebido pelo Presidente da República e pelo primeiro-ministro anuncia início das obras do Liceu do Príncipe  

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São Tomé, 28 Março 2023 (STP-Press) – O presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Portugal, Isaltino Morais, foi hoje recebido, em separado, pelo Presidente da República, Carlos Vila Nova, e pelo primeiro-ministro, Patrice Trovoada.  

Entre outros assuntos abordados estão as relações de cooperação, que datam de há muitos anos entre a autarquia de Oeiras e as autarquias são-tomenses, particularmente, com a Região Autónoma do Príncipe. Isaltino Morais deu a conhecer aos dois altos dirigentes do país, o arranque das obras do Liceu da Região Autónoma do Príncipe, num projecto estimado em 1.8 milhões de euros.  

“Neste momento estamos a levar por diante um projecto muito importante, sobretudo, muito útil para a população do Príncipe,…inicia-se agora a construção do Liceu do Príncipe, um investimento que começa com 1.8 milhões de euros”, anunciou Isaltino Morais, no final do encontro com o Presidente Carlos Vila Nova.  

O presidente da Câmara Municipal de Oeiras esclareceu que a obra resulta de uma operação conjunta da Câmara Municipal de Oeiras, da Câmara Municipal da Amadora e da Câmara Municipal de Lisboa, três municípios portugueses envolvidos em partes iguais.  

O importante, diz Isaltino Morais “é possível quando chegar ao fim, as obras do liceu se possam avançar para o instituto politécnico, que será um investimento muito semelhante ao que está agora a decorrer”.    

O autarca português revelou também o projecto social na cidade das Neves, Distrito de Lembá, envolvendo as Irmãs Franciscanas, sobre um complexo social num investimento de cerca de 350 mil euros.  

Além desses projectos, no final da audiência com o primeiro-ministro, o presidente da Câmara de Oeiras ventilou ainda a hipótese de se relançar a cooperação no domínio económico, através de acordos de intercâmbio com investidores portugueses.  

Além de investimentos na ilha do Príncipe, como o centro cultural regional, iluminação da cidade de Santo António e o edifício sede da presidência do governo regional, a Câmara Municipal de Oeiras tem concedido bolsas de estudos aos estudantes da Região Autónoma do Príncipe na base do acordo de geminação entre ambas as partes.  

Fim/RN,MF 

Primeiro-ministro diz que o governo está a acompanhar a notícia sobre maus tratos de estudantes são-tomenses na Madeira

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São Tomé, 28 Março 2023 (STP-Press) – O primeiro-ministro, Patrice Trovoada, reagiu à notícia do Jornal da Madeira, publicada esta manhã, de que estudantes são-tomenses de hotelaria estão a ser alvos de maus tratos na Região Autónoma da Madeira, Portugal.  

Segundo o chefe do Governo, “nós estamos a acompanhar e temos a certeza de que Portugal é um Estado de Direito e se há alguma coisa a acontecer, as instâncias portuguesas saberão em primeiro lugar lidar com ela,… e é evidente que o Ministério da Educação também está a inteirar-se do assunto, mas como digo, vamos deixar primeiro esse acontecimento ser esclarecido pelas autoridades portuguesas e nós vamos acompanhar também”.  

O primeiro-ministro acrescenta que existem protocolos com Portugal, e que São Tomé e Príncipe tem uma embaixada em Portugal, que cabe responder por todos os são-tomenses que estão naquele país e não só.  

Por último, desabafou que “eu não quero falar de estudantes em escravatura, … quer dizer as pessoas têm palavras excessivas, … nós estamos primeiro a auscultar toda gente”.  

Fim/RN,MF  

Estudantes são-tomenses alvos de maus tratos na Região Autónoma da Madeira, Portugal  

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São Tomé, 28 Março (STP-Press) – Um grupo de alunos são-tomenses está insatisfeito com a forma como está a ser tratado numa Escola de Hotelaria, na Ilha da Madeira, Portugal, segundo denuncia o Jornal da Madeira.  

Diz o matutino, na sua edição digital de hoje, 28 de Março, que as aulas práticas vão, por vezes, das 07:00 até às 22horas e que alguns alunos estão instalados no hotel, enquanto outros estão a dormir na Escola de Hoteleira.  

‘’São muitos alunos dentro de um quarto’’, escreve o Jornal da Madeira, citando um dos alunos, que diz ‘’Além disso, nem aos domingos se descansa’’. Um outro diz que “já tentou falar com o diretor pedagógico, mas que Rui Abreu nunca os recebe’’.  

Segundo o Jornal da Madeira, os alunos afirmaram que não foram informados de que iriam enfrentar “estas condições precárias”.  

O jornal escreve que contactou o diretor pedagógico, que, apesar de “nos ter recebido”, remeteu para o Direito de Resposta que iria ser publicado no jornal. Escreve ainda que, apesar da “nossa insistência”, o responsável recusou dizer qualquer palavra sobre a situação que, segundo os alunos de seis turmas, já se arrasta desde Dezembro.  

Derceley Semedo foi o único aluno que aceitou se identificar aos jornalistas. Todos os outros têm medo de represálias.  

Fim/MD

Primeiro-ministro anuncia démarches consulares e diplomáticos para libertar pescadores são-tomenses detidos por pesca ilegal no Gabão  

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São Tomé, 27 Março 2023 (STP Press) – O primeiro-ministro, Patrice Trovoada, assegurou hoje em Lembá, que o governo está a desencadear “todo apoio consular e a nível diplomático junto das autoridades gabonesas para resolver a questão dos pescadores são-tomenses detidos no mar do Gabão”.  

“Nós desencadeamos todo o apoio consular e a nível diplomático estamos a ver com as autoridades gabonesas como revolver a questão da melhor maneira, mas é verdade que se trata da pesca ilegal numa zona protegida…”, explicou o primeiro-ministro.  

Patrice Trovoada salientou que o incidente acontece “num momento psicológico em que o Gabão, há poucas semanas sofreu com o naufrágio que provocou mais de 30 mortos e que levou muitas mudanças a tudo o que é a autoridade marítima, a inspecção e vigilância de tudo quanto é actividade marítima, … então, todos esses factores levam que essa questão seja uma questão sensível”.  

Patrice Trovoada enfatizou o facto de haver boas relações com o governo gabonês, mas que, no entanto, “não podemos interferir numa questão que é da justiça, estamos como eu disse a acompanhar para que as pessoas beneficiam de todos os apoios e é evidente para que não haja maus tratos. Espero que daqui a mais alguns dias possamos conhecer um desfecho, … vai depender da justiça, vai depender também de tudo quanto estamos a fazer do ponto de vista diplomático”.  

Fim/RN  

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